![]() |
| Autor: Gilberto Moura |
| ****************************************************************************************************************************** ********************************************************************************************************************************** |
Centro Educacional Cruzeiro do Sul
Professor: Gilberto Moura
Professor: Gilberto Moura
Disciplina: História Ano: 2019
Etapa: 1ª A, B Turno: Noturno 3º Período.
Slides: Áudio:
Slides: PDF:
https://drive.google.com/file/d/1WYKls_a-0go-_4fUy3PgDYMvNusp9S-s/view?ts=5d643fea
Vídeo- Aula: You Tube1- Império Bizantino
IMPÉRIO
BIZANTINO - REINOS BÁRBAROS
A IDADE MÉDIA
§
A Idade Média
abrange o período histórico entre a queda ao Império Romano do Ocidente no ano
de 476 – séc. V – e a tomada de Constantinopla pelos turcos (muçulmanos) no ano
de 1453 – séc. XV.
§
A Idade Média é o
segundo grande período da História e para facilitar o estudo dessa fase, os
historiadores costumam dividir esse longo período – mil anos – em duas
fases: Alta Idade Média e Baixa Idade
Média.
§
Saiba que o
símbolo desse período é o castelo medieval.
§
Ele representa
segurança e proteção para uma população basicamente rural, em estreita
dependência dos poderosos senhores de terras.
§
A primeira parte
da Idade Média - A Alta Idade Média, que
vai do ano de 476 – século V até o século X.
§
A Alta Idade
Média são os árabes.
§
Sobre esse povo
do deserto:
1.
IMPÉRIO ISLÂMICO
§
A localização da
península Arábica – saiba que essa região fica no Oriente.
§
Costuma-se
denominar Oriente à todas as terras que ficam à leste - direita da Europa.
§
O clima da
península Arábica é quente e seco.
§
Quase todo o
território é deserto, principalmente no interior. Somente próximo ao litoral é
que existem áreas férteis – os árabes que habitavam essa região, dedicavam-se à
agricultura e, principalmente, ao pastoreio.
§
Os árabes do
deserto eram nômades, viviam do pastoreio e lutavam entre si pela posse dos
oásis (pequenas áreas do deserto com um poço natural e alguma vegetação, com o
que garantiam sua sobrevivência e a de seus rebanhos)
§
Até o século VI
os árabes foram politeístas (tinham vários deuses). Não tinham unidade política
nem religiosa.
MAOMÉ E O ISLAMISMO
§
Maomé (570-632)
vivia em Meca e trabalhava como caravanas pelo deserto.
§
Essa submissão é
chamada de islão, e aquele que a sua profissão, entrou em tem fé em Alá é
denominado muçulmano (do árabe contato com diferentes povos e muslim, aquele
que se subordina a deus) religiões.
§
Chamou sua
atenção, sobretudo, o monoteísmo (um só Deus) dos judeus e dos cristãos.
§
Dizendo ter tido
visões do anjo Gabriel, onde Deus o escolhera para criar uma nova religião
monoteísta, Maomé, conseguiu difundir o
islamismo por toda a Arábia, unificando as diversas tribos em torno da
religião.
§
Através da
identidade religiosa, essas tribos uniram-se a religião monoteísta fundada por
Maomé - o islamismo ou religião muçulmana.
§
Da antiga
religião politeísta, conservou-se o costume de fazer peregrinação ao centro
religioso dos muçulmanos em Meca e, ainda hoje, o culto à Pedra Negra é um
importante símbolo da religião muçulmana.
ENTRE OS PRINCIPAIS PRECEITOS DO ISLAMISMO TEMOS:
§
Crer em Alá, o
deus único, e em Maomé, o seu grande profeta.
§
Fazer cinco
orações diárias, curvado na direção de Meca.
§
Ir, em
peregrinação a Meca, pelo menos uma vez na vida.
§
Promover a guerra
santa aos infiéis.
EXPANSÃO: A GUERRA SANTA
EXPANSÃO: A GUERRA SANTA
§
Após a morte de
Maomé, o povo árabe passou a ser governado pelos califas (em árabe significa
sucessor).
§
Os califas
concentravam poderes religioso, político e militar.
·
O dever de
espalhar a religião, justificaria a guerra santa islâmica, o Jihad.
§
Assim, os
islamitas passaram a acreditar que “a espada é a chave do paraíso”, ou seja, se
uma pessoa morre lutando para impor sua religião, tem garantido seu lugar no
paraíso.
§
Com a guerra
santa contra os infiéis (aqueles que não acreditaram nas revelações de Maomé),
os califas expandiram os territórios muçulmanos para muito além da península
Arábica.
§
No final do século
VII, rapidamente dominaram a Palestina (chamada de A Terra Santa pelos
cristãos), o Egito e todo o norte da África.
§
Em 711 – século
VIII – avançaram para a Europa atravessando o estreito de Gibraltar e
penetraram na península Ibérica (Portugal e Espanha).
CONTROLANDO TODO O MAR
§
Mediterrâneo e
tendo livre navegação pela região, os Árabes impediram o comércio marítimo da
Europa com o Império século XIV.
§
Na península
Ibérica, os árabes permaneceram até 1492, precisamente o ano da descoberta da
América.
§
Tire da cabeça a
ideia preconceituosa de que os árabes são povos ignorantes, sujos ou
terroristas.
§
Na Idade Média,
os europeus “babavam” de admiração, medo e inveja dos árabes.
§
Afinal, eles eram
muito mais ricos, organizados e instruídos.
§
O Ocidente
aprendeu muito com a astronomia, a medicina e a matemática dos árabes.
§
Basta lembrar que
os nossos algarismos (0, 1, 2, 3, 4, 5...) foram inventados por eles –
algarismos arábicos.
§
Nas trocas
comerciais, os árabes introduziram cheques, recibos, cartas de créditos e etc.
§
Os árabes
difundiram na Europa inventos chineses
tais como: o papel, a bússola, a
pólvora, o cultivo do arroz, do algodão e o cultivo da cana-de-açúcar.
§
Fabricaram tecidos, tapetes, joias, cerâmicas e
vidro.
§
Na literatura -
suas lendas e contos são apreciados ainda hoje.
§
Um dos mais
populares são As mil e uma noites.
§
Nas artes –
produziram uma arquitetura admirável: uso do arco com ornamentos geométricos -
o arabesco, presente em mesquitas e palácios.
§
Com a Segunda
Guerra Mundial e a perseguição de Hitler aos judeus, milhares deles migraram da
Europa para a Palestina.
§
Após a guerra, o
mundo encontrou-se abalado diante do extermínio do povo judeu nos “campos de
concentração nazistas”.
§
Esse clima
favoreceu a decisão da ONU em aprovar um plano de divisão da Palestina.
§
Num pedaço dele
seria criado um Estado para o povo judeu; noutro, um Estado para os palestinos.
§
Os países árabes
ficaram furiosos.
§
Para eles havia uma grande
injustiça: os palestinos, maioria na
região, ficariam com um território menor – veja o quadro na página seguinte.
§
Apesar de tudo,
foi desse modo que se fundou o Estado de Israel.
§
A partir da
criação do Estado de Israel em maio de 1948, milhares de judeus começaram a
migrar para Israel.
§
No entanto, a
grande massa de judeus que chegou à região, despertou a revolta das populações
árabes que viviam na Palestina.
§
Não se esqueça
que Jerusalém é a cidade sagrada para judeus porque é a “terra prometida”, para
os cristãos porque é onde nasceu Jesus Cristo e para os muçulmanos porque é o
local onde Maomé subiu aos céus.
§
Nas conversações
de paz no Oriente Médio, nenhuma outra questão – com exceção do controle sobre
os territórios ocupados por Israel é tão discutida como a do uso da água,
escassa na região e insuficiente para as populações locais, em constante
crescimento.
§
Deixadas sem
solução, as disputas pela água podem se tornar a causa da próxima guerra na
região.
§
Uma das primeiras
medidas tomadas pelos israelenses depois da vitória na guerra de 1967, foi
decretar que a água na Cisjordânia e na faixa de Gaza era um recurso
estratégico e estava sob controle militar.
2 - INVASÕES BÁRBARAS
§
A decadência do
Império Romano do Ocidente (Roma) no ano de 476 – século V, foi acelerada pela
invasão de povos bárbaros que, após sucessivos ataques, conquistaram e ocuparam
a Europa.
QUEM ERAM OS BÁRBAROS?
§
Os romanos
chamavam de bárbaros todos os povos que viviam fora de seu território e não
tinham cultura romana (não falavam a língua romana – latim – nem possuíam os mesmos costumes e
tradições que os romanos).
§
Os diversos povos
bárbaros tinham um modo de vida bem parecido entre eles.
§
Eram pastores e
agricultores.
§
Não viviam em
cidades, não usavam moeda, não tinham um governo organizado e não conheciam a
escrita.
§
Alguns desses
povos eram nômades e pouco comercializavam.
§
Francos
conseguiram se estruturar e expandir seus domínios. Localize no mapa esse reino
– é a França atual.
§
O apogeu desse
poderoso reino foi durante o Império Carolíngio – de Carlos Magno (768-814).
CARLOS MAGNO –
UM REI BÁRBARO
§
Suas realizações
lhe valeram o apelido de Magno que, em latim, quer dizer “grande”.
§
Ao lado – o papa
está coroando Carlos Magno - ano 800.
§
Carlos Magno, que
era convertido ao cristianismo, tinha um sonho: reconstruir a unidade do Antigo
Império Romano e, para isso, realizou uma série de conquistas militares.
§
Submeteu diversos
povos bárbaros e apoderou-se de um vasto território, ampliando o domínio dos
francos.
§
As conquistas
trouxeram-lhe fama, poder e estabilidade ao cotidiano dos europeus.
§
Carlos Magno
procurou elevar a cultura do povo franco.
§
Ele mesmo aprendeu a ler com 35 anos de idade.
§
Fundou escolas
nos mosteiros e no próprio palácio real.
§
Isso contribuiu
para a preservação e a transmissão da cultura Grega e Romana, pois grande parte
do conhecimento que temos hoje da literatura da Antiguidade deve-se ao trabalho
de coleta e cópia desenvolvidos nessa época.
§
As bibliotecas
geralmente ficavam nos mosteiros.
§
Os livros eram
copiados manualmente pelos monges chamados de copistas.
§
Muitas obras da
Antiguidade só chegaram até nós devido ao trabalho desses monges.
§
Os membros do
clero, formava a elite cultural da Idade Média.
§
Além de seus
membros serem os poucos que sabiam ler e escrever, eram praticamente os únicos
a ter acesso aos livros existentes.
§
Após a morte de
Carlos Magno, o Reino Franco foi dividido entre seus netos, mas entrou em
decadência.
§
As principais
causas foram as novas invasões dos séculos IX e X, contra a Europa.
§
A decadência da
vida urbana é uma das principais marcas desse período que se inicia.
§
A economia
tornou-se estritamente agrícola: a
produção dos campos apenas dava para alimentar os servos e sustentar os
senhores feudais.
REFERÊNCIA
Básica:
BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História Geral: Antiga, Medieval,
Moderna e Contemporânea – vol. Único. São Paulo, FTD, 2018.
VAINFAS, Ronaldo; FARIA, Sheila de
Castro; FERREIRA, Jorge; SANTOS, Georgina dos. História – Volume Único (Ensino Médio). Editora Saraiva, Livreiros
Editores, São Paulo, 2010.
Complementar:
GOMBRICH, E.H. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
JANSON, H. W e JANSON, Anthony F.
Iniciação à história da arte, 2ªed. São Paulo, Martins, 1996.
SOUZA, Denice Nunes de, et al. Apostila
História do CEESVO - Ensino Médio. Votorantin, SP, 2016 (1 a 6).
SITES
http://www.suapesquisa.com/imperioromano/sociedade_romana.ht
Resumo PDF:
https://drive.google.com/file/d/1ECavM0zJJhDIQivyKNbdRikVjomg8mti/view?ts=5d643fdcResumo PDF:
Slides: Áudio:
Slides: PDF:
https://drive.google.com/file/d/1WYKls_a-0go-_4fUy3PgDYMvNusp9S-s/view?ts=5d643fea
Vídeo- Aula: You Tube1- Império Bizantino
Vídeo- Aula: You Tube2 - Reinos Bárbaros
Vídeo- Aula: You Tube 3: Império Bizantino - ENEM
Vídeo- Aula: You Tube 4: Bárbaros - ENEM
Tarefas:
Tarefas:
b) Questões.
https://drive.google.com/file/d/1sIpYU_BYGCgP9_C2Lryccj5EoxwtAf1z/view?ts=5d644006Professor Gilberto Moura.
***************************************************************************************************************************************************************************************************************************************************
