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CE Cruzeiro de Santa Bárbara: 2022
terça-feira, agosto 27, 2019
2ª Etapa: Atividade Extra - A Carta de Pero Vaz de Caminha
segunda-feira, agosto 26, 2019
2ª Etapa: Revoltas do Período Colonial Brasileiro (Parte I)
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| Autor: Gilberto Moura |
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Centro Educacional Cruzeiro do Sul
Professor: Gilberto Moura
Professor: Gilberto Moura
Disciplina: História Ano: 2019
Etapa: 2ª A, B,C Turno: Noturno
REVOLTAS DO PERÍODO
COLONIAL BRASILEIRO - PARTE I
OS NATIVISTAS
§ As revoltas nativistas foram aquelas que tiveram como
causa principal o descontentamento dos colonos brasileiros com as medidas
tomadas pela coroa portuguesa.
§ Ocorreram entre o final do século XVII e início do
XVIII.
§ A maior parte destas revoltas foi reprimida com
violência pela coroa portuguesa, como forma de controlar seu domínio sobre a
colônia brasileira.
PRINCIPAIS
CAUSAS
§ Monopólio português do comércio de mercadorias.
§ Preços elevados cobrados pelos produtos
comercializados pelos portugueses
§ Medidas da metrópole que favoreciam os portugueses,
principalmente os comerciantes.
§ Conflitos culturais, políticos e comerciais entre
colonos e portugueses.
§ Altos impostos cobrados pela coroa portuguesa,
principalmente sobre a extração de ouro realizada pelos colonos brasileiros.
§ Exploração colonial praticada por Portugal.
§ Rígido controle, através de leis, imposto pela
metrópole sobre o Brasil.
PRINCIPAIS REVOLTAS NATIVISTAS
a) Aclamação
de Amador Bueno:
§ Ocorreu na Capitania de São Paulo, 1641.
§ Consistiu em uma tentativa dos bandeirantes paulistas
de elegerem o fazendeiro e também bandeirante, Amador Bueno, governador da
referida Capitania à revelia da Coroa.
§ As razões para tanto vinham das restrições que a Coroa
Portuguesa, após o fim da União Ibérica, passou a impor ao tráfico de índios na
colônia (uma das atividades mais lucrativas para os bandeirantes) e, sobretudo
à comercialização com os espanhóis por meio das fronteiras na região Sul.
§ A citação acima refere-se àquela que se configura como
a primeira insurgência a contestar o poder régio na América portuguesa: a
aclamação de Amador Bueno em São Paulo, ocorrida entre a segunda quinzena de
março e o dia 3 de abril de 1641.
§ Tal episódio se caracteriza como uma representação da
situação política gerada pela restauração monárquica lusitana, no que diz
respeito à frágil relação entre a casa de Bragança e os seus súditos, nos dois
lados do atlântico.
§ Os paulistas conservavam a fama de maus vassalos,
possuidores de um ímpeto autonomista, ou seja, uma tendência à rebeldia.
§ A disseminação de tais características, que remonta ao
final do século XVI, ficou a cargo dos jesuítas, viajantes e funcionários
régios.
b)Revolta da Cachaça:
§ Aconteceu no Rio de Janeiro de 1660 a 1661,
§ Quando a população, indignada com os altos impostos e
proibida de vender a bebida, decidiu tomar o poder no Rio de Janeiro.
§ O conflito foi comandado principalmente pelos donos de
alambiques.
§ O início do conflito foi motivado pela posição de
Salvador Correia de Sá e Benevides, capitão-general da Repartição Sul do
Brasil, que aumentou os impostos sobre a cachaça.
§ A revolta contra o imposto foi comandada pelo
fazendeiro Jerônimo Barbalho, um dos principais produtores de cachaça do Rio de
Janeiro.
§ Com o fim da revolta, Jerônimo Barbalho recebeu a pena
de morte, e os demais líderes do movimento foram perdoados.
c) Conjuração de Nosso Pai (Revolta contra
Jerônimo de Mendonça Furtado)
§ Ocorreu em Olinda (Pernambuco, 1666).
§ Foi um levante organizado em Olinda, Pernambuco, após
a expulsão dos holandeses da capitania.
§ Sentindo-se desprestigiados pelo governo central, que
não nomeou uma liderança local, parte dos senhores de engenho da região,
padres, vereadores e até o Juiz de Olinda, organizaram uma falsa procissão de
Nosso Pai (evento católico realizado por padres que consiste em levar Jesus
sacramentado aos enfermos), na qual foi preso o governador nomeado.
§ Antecedentes e principais causas após a expulsão dos
holandeses, a capitania de Pernambuco adquiriu um status diferenciado, segundo
o qual seus governadores deveriam ser nomeados diretamente por D. João V entre
os líderes da restauração, e não como nas demais capitanias, onde a escolha era
aleatória e de acordo com o desejo do rei.
§ Quando D. João decidiu nomear o primeiro governador
que não compunha as fileiras dos líderes da batalha de expulsão dos holandeses
(no caso, Jerônimo Mendonça Furtado), a população local resolveu aprisioná-lo e
degredá-lo em 1666, por considerá-lo estrangeiro.
§ A insurreição foi contida com a nomeação de um novo
governador, André Vidal de Negreiros, nascido na colônia e conhecido das elites
locais.
d) Revolta de Beckman:
§ Ocorreu no Maranhão em 1684.
§ Liderada por Manuel Beckman.
§ Teve como causa principal a falta de mão-de-obra
escrava.
§ O desabastecimento e altos preços das mercadorias
comercializadas pela Companhia Geral de Comércio do Estado do Maranhão, criada
pela coroa portuguesa em 1682.
e) Guerra dos Emboabas:
§ Ocorreu em Minas Gerais.
§ Entre os anos de 1708 e 1709.
§ Os bandeirantes paulistas queriam exclusividade na
exploração das minas de ouro descobertas por eles.
§ Porém, portugueses e colonos de outros estados
(chamados de emboabas pelos paulistas) também queriam o direito de exploração.
§ O conflito ocorreu pela disputa de exploração do ouro
entre estes dois grupos.
f) Guerra dos Mascates:
§ Correu em Pernambuco, entre 1710 e 1711.
§ Teve como principal causa a disputa política entre os
senhores de engenho de Olinda e os mascates (comerciantes portugueses) pelo
controle de Pernambuco.
g) Revolta do Sal:
§ Ocorreu nas províncias de Minas Gerais e São Paulo.
§ O ano de 1710.
§ A cidade portuária de Santos foi o foco deste
movimento social de contestação econômica e também política.
§ Deve ser compreendida no contexto do controle que a
metrópole exercia sobre o Brasil (colônia).
§ Os brasileiros, que em sua grande maioria eram de
classe média baixa ou pobres, eram os que mais sofriam com os impostos e preços
altos, controlados por pequenos grupos privilegiados de comerciantes
portugueses, protegidos pela Coroa Portuguesa.
§ Havia um forte sentimento de frustração e abandono
entre os brasileiros mais pobres em relação ao governo metropolitano.
h) Motins do Maneta:
§ Ocorreu em Salvador - Bahia, 1711.
§ Durante o período colonial a administração local e a
coroa tiveram que enfrentar uma série de revoltas, levantes e motins.
§ O desfecho de cada um desses movimentos, dependia da
origem social de quem liderava.
§ Assim se comerciantes, nobres ou militares de alta
patente chefiavam o protesto, quase sempre, se chegava a um acordo.
§ O motim de outubro começou com um protesto contra o
aumento de 10% nos gêneros de primeira necessidade e utilidades importadas,
sobretaxa imposta pelo rei com o pretexto de auxílio para manutenção de navios
de guerra enviados para o litoral do Brasil ameaçado por navios corsários da
França e da Inglaterra.
§ O protesto evoluiu rapidamente para redução do preço
do sal, este sal, importado de Lisboa e monopolizado pelo comerciante Manuel
dias Filgueiras, dono da concessão do estanco do sal na capitania da Bahia e
Sergipe.
§ O governador era Pedro de Vasconcelos e Sousa, 3º
conde de Castelo Melhor.
§ O juiz do povo, Cristóvão de Sá, na manhã de 19 de
outubro, conduziu a sua presença um pequeno grupo de comerciantes varejistas
que solicitava a dispensa do pagamento sobre artigos importados e a manutenção
do preço do sal 480 reis o arrátel.
§ O Governador ordenou que primeiros se recolhessem às
suas casas e depois apresentassem suas petições.
§ Cristóvão de Sá desobedeceu e fez o sino da vereança.
§ Apareceram na praça dezenas de pequenos comerciantes.
§ Um deles João Figueiredo Costa, apelidado Maneta,
chefiou a invasão do deposito de sal de Manuel Dias Filgueiras, localizado na
parte térrea da sua residência, um sobrado na antiga Rua do Pão- de- Ló (atrás
da velha Igreja da Ajuda).
§ O depósito foi destruído.
§ João de Figueiredo Costa dirigiu-se com os
manifestantes até outro depósito de sal no Cruzeiro de São Francisco,
propriedade do sócio de Filgueiras & T, Manuel Gomes Lisboa.
§ O governador Pedro de Vasconcelos e Sousa aceitou que
o bispo dom Sebastião Monteiro da Vide se dirigisse para o Terreiro de Jesus à
frente de uma procissão formada de Cônegos da Igreja da Sé e irmãos da
Irmandade do Santíssimo Sacramento.
§ Assim deteve Maneta e seus companheiros.
§ O governador concordou em manter o preço do sal, como
exigiam, e declarou amplo perdão para todos os que tinham atendido à convocação
do juiz Cristóvão de Sá e acompanhado João Figueiredo Costa.
i) Revolta de Filipe dos Santos (também
conhecida como Revolta de Vila Rica).
§
Ocorreu em Vila
Rica (Minas Gerais), atual Ouro Preto.
§
No ano de 1720.
§
Liderada por
Filipe dos Santos.
§
Teve como causas:
I.
A cobrança de
altos impostos e taxas pela coroa portuguesa sobre a exploração de ouro no
Brasil.
II.
A criação das
Casas de Fundição, criada para controlar e arrecadar impostos sobre o ouro
encontrado na colônia.
III.
Proibição da
circulação do ouro em pó, com punições severas para quem fosse pego com o ouro
nesta condição.
IV.
Monopólio das
principais mercadorias pelos comerciantes portugueses.
REFERÊNCIA:
BOULOUS. Alfredo. História, Sociedade
SOUZA, Denice Nunes de, et al. Apostila
e e Cidadania. São Paulo: FTD, 2018, Vol. Único. História do
CEESVO - Ensino
Médio. , SP, 2016 (1 a 6).
3 SITES
Resumo PDF:
Vídeo- Aula: You Tube1 - Aclamação de Amador Bueno
Vídeo- Aula: You Tube 2 -Revolta da Cachaça
Vídeo- Aula: You Tube 3 - Conjuração de Nosso Pai
Vídeo- Aula: You Tube 4 - Revolta de Beckman:
Vídeo- Aula: You Tube 5 - Guerra dos Emboabas
Vídeo- Aula: You Tube 6 - Guerra dos Mascates
Vídeo- Aula: You Tube 7 - Revolta do Sal
Vídeo- Aula: You Tube 8 - Motins do Maneta
Vídeo- Aula: You Tube 9 - Revolta de Filipe dos Santos
Vídeo- Aula: You Tube 10 - ENEM
1ª Etapa: Império Bizantino - Reinos Bárbaros
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| Autor: Gilberto Moura |
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Centro Educacional Cruzeiro do Sul
Professor: Gilberto Moura
Professor: Gilberto Moura
Disciplina: História Ano: 2019
Etapa: 1ª A, B Turno: Noturno 3º Período.
Slides: Áudio:
Slides: PDF:
https://drive.google.com/file/d/1WYKls_a-0go-_4fUy3PgDYMvNusp9S-s/view?ts=5d643fea
Vídeo- Aula: You Tube1- Império Bizantino
IMPÉRIO
BIZANTINO - REINOS BÁRBAROS
A IDADE MÉDIA
§
A Idade Média
abrange o período histórico entre a queda ao Império Romano do Ocidente no ano
de 476 – séc. V – e a tomada de Constantinopla pelos turcos (muçulmanos) no ano
de 1453 – séc. XV.
§
A Idade Média é o
segundo grande período da História e para facilitar o estudo dessa fase, os
historiadores costumam dividir esse longo período – mil anos – em duas
fases: Alta Idade Média e Baixa Idade
Média.
§
Saiba que o
símbolo desse período é o castelo medieval.
§
Ele representa
segurança e proteção para uma população basicamente rural, em estreita
dependência dos poderosos senhores de terras.
§
A primeira parte
da Idade Média - A Alta Idade Média, que
vai do ano de 476 – século V até o século X.
§
A Alta Idade
Média são os árabes.
§
Sobre esse povo
do deserto:
1.
IMPÉRIO ISLÂMICO
§
A localização da
península Arábica – saiba que essa região fica no Oriente.
§
Costuma-se
denominar Oriente à todas as terras que ficam à leste - direita da Europa.
§
O clima da
península Arábica é quente e seco.
§
Quase todo o
território é deserto, principalmente no interior. Somente próximo ao litoral é
que existem áreas férteis – os árabes que habitavam essa região, dedicavam-se à
agricultura e, principalmente, ao pastoreio.
§
Os árabes do
deserto eram nômades, viviam do pastoreio e lutavam entre si pela posse dos
oásis (pequenas áreas do deserto com um poço natural e alguma vegetação, com o
que garantiam sua sobrevivência e a de seus rebanhos)
§
Até o século VI
os árabes foram politeístas (tinham vários deuses). Não tinham unidade política
nem religiosa.
MAOMÉ E O ISLAMISMO
§
Maomé (570-632)
vivia em Meca e trabalhava como caravanas pelo deserto.
§
Essa submissão é
chamada de islão, e aquele que a sua profissão, entrou em tem fé em Alá é
denominado muçulmano (do árabe contato com diferentes povos e muslim, aquele
que se subordina a deus) religiões.
§
Chamou sua
atenção, sobretudo, o monoteísmo (um só Deus) dos judeus e dos cristãos.
§
Dizendo ter tido
visões do anjo Gabriel, onde Deus o escolhera para criar uma nova religião
monoteísta, Maomé, conseguiu difundir o
islamismo por toda a Arábia, unificando as diversas tribos em torno da
religião.
§
Através da
identidade religiosa, essas tribos uniram-se a religião monoteísta fundada por
Maomé - o islamismo ou religião muçulmana.
§
Da antiga
religião politeísta, conservou-se o costume de fazer peregrinação ao centro
religioso dos muçulmanos em Meca e, ainda hoje, o culto à Pedra Negra é um
importante símbolo da religião muçulmana.
ENTRE OS PRINCIPAIS PRECEITOS DO ISLAMISMO TEMOS:
§
Crer em Alá, o
deus único, e em Maomé, o seu grande profeta.
§
Fazer cinco
orações diárias, curvado na direção de Meca.
§
Ir, em
peregrinação a Meca, pelo menos uma vez na vida.
§
Promover a guerra
santa aos infiéis.
EXPANSÃO: A GUERRA SANTA
EXPANSÃO: A GUERRA SANTA
§
Após a morte de
Maomé, o povo árabe passou a ser governado pelos califas (em árabe significa
sucessor).
§
Os califas
concentravam poderes religioso, político e militar.
·
O dever de
espalhar a religião, justificaria a guerra santa islâmica, o Jihad.
§
Assim, os
islamitas passaram a acreditar que “a espada é a chave do paraíso”, ou seja, se
uma pessoa morre lutando para impor sua religião, tem garantido seu lugar no
paraíso.
§
Com a guerra
santa contra os infiéis (aqueles que não acreditaram nas revelações de Maomé),
os califas expandiram os territórios muçulmanos para muito além da península
Arábica.
§
No final do século
VII, rapidamente dominaram a Palestina (chamada de A Terra Santa pelos
cristãos), o Egito e todo o norte da África.
§
Em 711 – século
VIII – avançaram para a Europa atravessando o estreito de Gibraltar e
penetraram na península Ibérica (Portugal e Espanha).
CONTROLANDO TODO O MAR
§
Mediterrâneo e
tendo livre navegação pela região, os Árabes impediram o comércio marítimo da
Europa com o Império século XIV.
§
Na península
Ibérica, os árabes permaneceram até 1492, precisamente o ano da descoberta da
América.
§
Tire da cabeça a
ideia preconceituosa de que os árabes são povos ignorantes, sujos ou
terroristas.
§
Na Idade Média,
os europeus “babavam” de admiração, medo e inveja dos árabes.
§
Afinal, eles eram
muito mais ricos, organizados e instruídos.
§
O Ocidente
aprendeu muito com a astronomia, a medicina e a matemática dos árabes.
§
Basta lembrar que
os nossos algarismos (0, 1, 2, 3, 4, 5...) foram inventados por eles –
algarismos arábicos.
§
Nas trocas
comerciais, os árabes introduziram cheques, recibos, cartas de créditos e etc.
§
Os árabes
difundiram na Europa inventos chineses
tais como: o papel, a bússola, a
pólvora, o cultivo do arroz, do algodão e o cultivo da cana-de-açúcar.
§
Fabricaram tecidos, tapetes, joias, cerâmicas e
vidro.
§
Na literatura -
suas lendas e contos são apreciados ainda hoje.
§
Um dos mais
populares são As mil e uma noites.
§
Nas artes –
produziram uma arquitetura admirável: uso do arco com ornamentos geométricos -
o arabesco, presente em mesquitas e palácios.
§
Com a Segunda
Guerra Mundial e a perseguição de Hitler aos judeus, milhares deles migraram da
Europa para a Palestina.
§
Após a guerra, o
mundo encontrou-se abalado diante do extermínio do povo judeu nos “campos de
concentração nazistas”.
§
Esse clima
favoreceu a decisão da ONU em aprovar um plano de divisão da Palestina.
§
Num pedaço dele
seria criado um Estado para o povo judeu; noutro, um Estado para os palestinos.
§
Os países árabes
ficaram furiosos.
§
Para eles havia uma grande
injustiça: os palestinos, maioria na
região, ficariam com um território menor – veja o quadro na página seguinte.
§
Apesar de tudo,
foi desse modo que se fundou o Estado de Israel.
§
A partir da
criação do Estado de Israel em maio de 1948, milhares de judeus começaram a
migrar para Israel.
§
No entanto, a
grande massa de judeus que chegou à região, despertou a revolta das populações
árabes que viviam na Palestina.
§
Não se esqueça
que Jerusalém é a cidade sagrada para judeus porque é a “terra prometida”, para
os cristãos porque é onde nasceu Jesus Cristo e para os muçulmanos porque é o
local onde Maomé subiu aos céus.
§
Nas conversações
de paz no Oriente Médio, nenhuma outra questão – com exceção do controle sobre
os territórios ocupados por Israel é tão discutida como a do uso da água,
escassa na região e insuficiente para as populações locais, em constante
crescimento.
§
Deixadas sem
solução, as disputas pela água podem se tornar a causa da próxima guerra na
região.
§
Uma das primeiras
medidas tomadas pelos israelenses depois da vitória na guerra de 1967, foi
decretar que a água na Cisjordânia e na faixa de Gaza era um recurso
estratégico e estava sob controle militar.
2 - INVASÕES BÁRBARAS
§
A decadência do
Império Romano do Ocidente (Roma) no ano de 476 – século V, foi acelerada pela
invasão de povos bárbaros que, após sucessivos ataques, conquistaram e ocuparam
a Europa.
QUEM ERAM OS BÁRBAROS?
§
Os romanos
chamavam de bárbaros todos os povos que viviam fora de seu território e não
tinham cultura romana (não falavam a língua romana – latim – nem possuíam os mesmos costumes e
tradições que os romanos).
§
Os diversos povos
bárbaros tinham um modo de vida bem parecido entre eles.
§
Eram pastores e
agricultores.
§
Não viviam em
cidades, não usavam moeda, não tinham um governo organizado e não conheciam a
escrita.
§
Alguns desses
povos eram nômades e pouco comercializavam.
§
Francos
conseguiram se estruturar e expandir seus domínios. Localize no mapa esse reino
– é a França atual.
§
O apogeu desse
poderoso reino foi durante o Império Carolíngio – de Carlos Magno (768-814).
CARLOS MAGNO –
UM REI BÁRBARO
§
Suas realizações
lhe valeram o apelido de Magno que, em latim, quer dizer “grande”.
§
Ao lado – o papa
está coroando Carlos Magno - ano 800.
§
Carlos Magno, que
era convertido ao cristianismo, tinha um sonho: reconstruir a unidade do Antigo
Império Romano e, para isso, realizou uma série de conquistas militares.
§
Submeteu diversos
povos bárbaros e apoderou-se de um vasto território, ampliando o domínio dos
francos.
§
As conquistas
trouxeram-lhe fama, poder e estabilidade ao cotidiano dos europeus.
§
Carlos Magno
procurou elevar a cultura do povo franco.
§
Ele mesmo aprendeu a ler com 35 anos de idade.
§
Fundou escolas
nos mosteiros e no próprio palácio real.
§
Isso contribuiu
para a preservação e a transmissão da cultura Grega e Romana, pois grande parte
do conhecimento que temos hoje da literatura da Antiguidade deve-se ao trabalho
de coleta e cópia desenvolvidos nessa época.
§
As bibliotecas
geralmente ficavam nos mosteiros.
§
Os livros eram
copiados manualmente pelos monges chamados de copistas.
§
Muitas obras da
Antiguidade só chegaram até nós devido ao trabalho desses monges.
§
Os membros do
clero, formava a elite cultural da Idade Média.
§
Além de seus
membros serem os poucos que sabiam ler e escrever, eram praticamente os únicos
a ter acesso aos livros existentes.
§
Após a morte de
Carlos Magno, o Reino Franco foi dividido entre seus netos, mas entrou em
decadência.
§
As principais
causas foram as novas invasões dos séculos IX e X, contra a Europa.
§
A decadência da
vida urbana é uma das principais marcas desse período que se inicia.
§
A economia
tornou-se estritamente agrícola: a
produção dos campos apenas dava para alimentar os servos e sustentar os
senhores feudais.
REFERÊNCIA
Básica:
BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História Geral: Antiga, Medieval,
Moderna e Contemporânea – vol. Único. São Paulo, FTD, 2018.
VAINFAS, Ronaldo; FARIA, Sheila de
Castro; FERREIRA, Jorge; SANTOS, Georgina dos. História – Volume Único (Ensino Médio). Editora Saraiva, Livreiros
Editores, São Paulo, 2010.
Complementar:
GOMBRICH, E.H. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
JANSON, H. W e JANSON, Anthony F.
Iniciação à história da arte, 2ªed. São Paulo, Martins, 1996.
SOUZA, Denice Nunes de, et al. Apostila
História do CEESVO - Ensino Médio. Votorantin, SP, 2016 (1 a 6).
SITES
http://www.suapesquisa.com/imperioromano/sociedade_romana.ht
Resumo PDF:
https://drive.google.com/file/d/1ECavM0zJJhDIQivyKNbdRikVjomg8mti/view?ts=5d643fdcResumo PDF:
Slides: Áudio:
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Vídeo- Aula: You Tube2 - Reinos Bárbaros
Vídeo- Aula: You Tube 3: Império Bizantino - ENEM
Vídeo- Aula: You Tube 4: Bárbaros - ENEM
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