sexta-feira, setembro 13, 2019

HOMENAGEM À ILHA DE SÃO LUÍS DO MARANHÃO

HOMENAGEM À  ILHA DE SÃO  LUÍS DO MARANHÃO
Prof.  Gilberto Moura
******************************************************************************************************************************
**********************************************************************************************************************************
Centro Educacional Cruzeiro do  Sul
Professor: Gilberto Moura
Disciplina: História Ano: 2019
Etapa: 1ª & 2ª Etapa
Turno: Noturno.
Aula Extra:
Homenagem à Ilha de São Luís do Maranhão.

SÃO LUÍS DO MARANHÃO
§  No dia 8 de setembro de 1612 era fundada a cidade de São Luís, uma ilha e também capital do Maranhão.
§  Trata-se da única cidade brasileira fundada por franceses.
§  Depois, ela foi invadida por holandeses e, na sequência, colonizada pelos portugueses.
§  O nome da cidade é uma homenagem dada pelos franceses ao rei da França Luís IX, também chamado de "São Luís".
§  Com aproximadamente um milhão de habitantes, a capital maranhense conta com grandes corporações e empresas de diversas áreas que se instalaram na cidade pela sua privilegiada posição geográfica entre as regiões Norte e Nordeste do país e também pelo fato do seu litoral estar mais próximo de grandes centros importadores como Europa e Estados Unidos.
§  O porto de Itaqui, em São Luís, é o segundo mais profundo do mundo e um dos mais movimentados para o comércio exterior no Brasil.
§  Além disso, a cidade também é a porta de entrada para o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, que atrai turistas do Brasil e do exterior.
§  São Luís também foi a cidade de grandes escritores como: Aluísio de Azevedo,
§   Arthur Azevedo, Gonçalves , Graça Aranha, Bandeira Tribuzzi, ,Josué Montello, Maria Firmina dos  Reis (mulher, negra, professora considerada a primeira romancista brasileira, livro Ursula), Josué Montello – (Os tambores de São Luís)  Carlos  de Lima (poeta e Historiador – Cami hos de São Luís do Maranhão (Ruas, logradouros e prédios históricos)  e tantos outros.
§  Além disso, a capital também é conhecida com diversos ritmos como:
a)      Tambor-de-crioula (é uma forma de expressão de matriz afro-brasileira que envolve dança circular, canto e percussão de tambores - Patrimônio Imaterial).
b)      Reggae: São Luís é considerada também a capital do reggae no Brasil, o que valeu o apelido de Jamaica brasileira (conta com mais de 200 radiolas, nome dado às equipes de sons formadas por DJs e aparelhagens com dezenas de potentes caixas amplificadoras empilhadas). Foi fundado em 18 de janeiro de 2018, o Museu da Jamaica Brasileira -  tem como objetivo materializar as memórias do ritmo jamaicano que conquistou o Maranhão.
c)      Bumba-meu-boi:  A festa é uma tradição que se mantém desde o século XVIII, que arrasta maranhenses e visitantes por todos os cantos de São Luís. É o mais novo patrimônio cultural brasileiro

d)      Vila Nova:  é um dos 302 bairros pertencentes a cidade de São Luís no estado de Maranhão que a CE Cruzeiro do Sul   presente  na homenagem a Ilha do Amor

Viva a Ilha  São Luís do Maranhão
O  encontro de rio e o mar sem fim de problemas. Mas, se acode
Ora noite ora dia
É a Ilha do Upoan-Açu
Assim aponta os indígenas
Pelo local da maresia.

Há igual há diferente.
A Terra das Palmeiras
Que  abarca os  fatos
No desenvolvimento do lugar.

Vez pra cá vez pra lá.
É a Jamaica brasileira.
Num  estilo de ludovicense.
Com passo de alegria

Quer sol quer chuva
É o Tambor de crioula
 Demais ritmos de  danças.
Que eleva cada bairro.

Seja leve seja forte.
É a morada da Serpente encantada
Que vianda o conto
Para alegrar a cidade.

Ir   mesmo novo chão.
Por aqui por agora.
Vir História da região
N’outra onda de festança.
(Prof. Gilberto Moura)


REFERÊNCIA:
BOULOUS. Alfredo. História, SociedadE
SOUZA, Denice Nunes de, et al. Apostila e e Cidadania. São Paulo: FTD, 2018, Vol.Único. História do CEESVO - Ensino Médio.Votorantin, SP, 2016 (1 a 6).
3 SITES

Conhecimento, ao seu lado se viaja o mundo inteiro!

Conhecimento,  ao seu lado se viaja o mundo inteiro!
Prof. Gilberto  Moura

segunda-feira, setembro 02, 2019

" (...) onde se inclui o conhecimento!"

“Amigo de verdade é aquele que lembra do outro, principalmente nas coisas mais importantes da vida, onde se inclui o conhecimento, que, que diferentemente da sede e da fome, nunca se sacia!”
Autor: Gilberto Moura

segunda-feira, agosto 26, 2019

2ª Etapa: Revoltas do Período Colonial Brasileiro (Parte I)

Autor: Gilberto Moura
******************************************************************************************************************************
**********************************************************************************************************************************

Centro Educacional Cruzeiro do  Sul
Professor: Gilberto Moura
Disciplina: História Ano: 2019
 Etapa: 2ª A, B,C       Turno: Noturno   
REVOLTAS DO PERÍODO COLONIAL BRASILEIRO -  PARTE I
OS NATIVISTAS
§  As revoltas nativistas foram aquelas que tiveram como causa principal o descontentamento dos colonos brasileiros com as medidas tomadas pela coroa portuguesa.
§  Ocorreram entre o final do século XVII e início do XVIII.
§  A maior parte destas revoltas foi reprimida com violência pela coroa portuguesa, como forma de controlar seu domínio sobre a colônia brasileira.
 PRINCIPAIS CAUSAS
§  Monopólio português do comércio de mercadorias.
§  Preços elevados cobrados pelos produtos comercializados pelos portugueses
§  Medidas da metrópole que favoreciam os portugueses, principalmente os comerciantes.
§  Conflitos culturais, políticos e comerciais entre colonos e portugueses.
§  Altos impostos cobrados pela coroa portuguesa, principalmente sobre a extração de ouro realizada pelos colonos brasileiros.
§  Exploração colonial praticada por Portugal.
§  Rígido controle, através de leis, imposto pela metrópole sobre o Brasil.
 PRINCIPAIS REVOLTAS NATIVISTAS
a)      Aclamação de Amador Bueno:
§  Ocorreu na Capitania de São Paulo, 1641.
§  Consistiu em uma tentativa dos bandeirantes paulistas de elegerem o fazendeiro e também bandeirante, Amador Bueno, governador da referida Capitania à revelia da Coroa.
§  As razões para tanto vinham das restrições que a Coroa Portuguesa, após o fim da União Ibérica, passou a impor ao tráfico de índios na colônia (uma das atividades mais lucrativas para os bandeirantes) e, sobretudo à comercialização com os espanhóis por meio das fronteiras na região Sul.
§  A citação acima refere-se àquela que se configura como a primeira insurgência a contestar o poder régio na América portuguesa: a aclamação de Amador Bueno em São Paulo, ocorrida entre a segunda quinzena de março e o dia 3 de abril de 1641.
§  Tal episódio se caracteriza como uma representação da situação política gerada pela restauração monárquica lusitana, no que diz respeito à frágil relação entre a casa de Bragança e os seus súditos, nos dois lados do atlântico.
§  Os paulistas conservavam a fama de maus vassalos, possuidores de um ímpeto autonomista, ou seja, uma tendência à rebeldia.
§  A disseminação de tais características, que remonta ao final do século XVI, ficou a cargo dos jesuítas, viajantes e funcionários régios.
b)Revolta da Cachaça:
§  Aconteceu no Rio de Janeiro de 1660 a 1661,
§  Quando a população, indignada com os altos impostos e proibida de vender a bebida, decidiu tomar o poder no Rio de Janeiro.
§  O conflito foi comandado principalmente pelos donos de alambiques.
§  O início do conflito foi motivado pela posição de Salvador Correia de Sá e Benevides, capitão-general da Repartição Sul do Brasil, que aumentou os impostos sobre a cachaça.
§  A revolta contra o imposto foi comandada pelo fazendeiro Jerônimo Barbalho, um dos principais produtores de cachaça do Rio de Janeiro.
§  Com o fim da revolta, Jerônimo Barbalho recebeu a pena de morte, e os demais líderes do movimento foram perdoados.
c) Conjuração de Nosso Pai (Revolta contra Jerônimo de Mendonça Furtado)
§  Ocorreu em Olinda (Pernambuco, 1666).
§  Foi um levante organizado em Olinda, Pernambuco, após a expulsão dos holandeses da capitania.
§  Sentindo-se desprestigiados pelo governo central, que não nomeou uma liderança local, parte dos senhores de engenho da região, padres, vereadores e até o Juiz de Olinda, organizaram uma falsa procissão de Nosso Pai (evento católico realizado por padres que consiste em levar Jesus sacramentado aos enfermos), na qual foi preso o governador nomeado.
§  Antecedentes e principais causas após a expulsão dos holandeses, a capitania de Pernambuco adquiriu um status diferenciado, segundo o qual seus governadores deveriam ser nomeados diretamente por D. João V entre os líderes da restauração, e não como nas demais capitanias, onde a escolha era aleatória e de acordo com o desejo do rei.
§  Quando D. João decidiu nomear o primeiro governador que não compunha as fileiras dos líderes da batalha de expulsão dos holandeses (no caso, Jerônimo Mendonça Furtado), a população local resolveu aprisioná-lo e degredá-lo em 1666, por considerá-lo estrangeiro.
§  A insurreição foi contida com a nomeação de um novo governador, André Vidal de Negreiros, nascido na colônia e conhecido das elites locais.
d) Revolta de Beckman:
§  Ocorreu no Maranhão em 1684.
§  Liderada por Manuel Beckman.
§  Teve como causa principal a falta de mão-de-obra escrava.
§  O desabastecimento e altos preços das mercadorias comercializadas pela Companhia Geral de Comércio do Estado do Maranhão, criada pela coroa portuguesa em 1682.
e) Guerra dos Emboabas:
§  Ocorreu em Minas Gerais.
§  Entre os anos de 1708 e 1709.
§  Os bandeirantes paulistas queriam exclusividade na exploração das minas de ouro descobertas por eles.
§  Porém, portugueses e colonos de outros estados (chamados de emboabas pelos paulistas) também queriam o direito de exploração.
§  O conflito ocorreu pela disputa de exploração do ouro entre estes dois grupos.
f) Guerra dos Mascates:
§  Correu em Pernambuco, entre 1710 e 1711.
§  Teve como principal causa a disputa política entre os senhores de engenho de Olinda e os mascates (comerciantes portugueses) pelo controle de Pernambuco.
g) Revolta do Sal:
§  Ocorreu nas províncias de Minas Gerais e São Paulo.
§  O ano de 1710.
§  A cidade portuária de Santos foi o foco deste movimento social de contestação econômica e também política.
§  Deve ser compreendida no contexto do controle que a metrópole exercia sobre o Brasil (colônia).
§  Os brasileiros, que em sua grande maioria eram de classe média baixa ou pobres, eram os que mais sofriam com os impostos e preços altos, controlados por pequenos grupos privilegiados de comerciantes portugueses, protegidos pela Coroa Portuguesa.
§  Havia um forte sentimento de frustração e abandono entre os brasileiros mais pobres em relação ao governo metropolitano.
h) Motins do Maneta:
§  Ocorreu em Salvador - Bahia, 1711.
§  Durante o período colonial a administração local e a coroa tiveram que enfrentar uma série de revoltas, levantes e motins.
§  O desfecho de cada um desses movimentos, dependia da origem social de quem liderava.
§  Assim se comerciantes, nobres ou militares de alta patente chefiavam o protesto, quase sempre, se chegava a um acordo.
§  O motim de outubro começou com um protesto contra o aumento de 10% nos gêneros de primeira necessidade e utilidades importadas, sobretaxa imposta pelo rei com o pretexto de auxílio para manutenção de navios de guerra enviados para o litoral do Brasil ameaçado por navios corsários da França e da Inglaterra.
§  O protesto evoluiu rapidamente para redução do preço do sal, este sal, importado de Lisboa e monopolizado pelo comerciante Manuel dias Filgueiras, dono da concessão do estanco do sal na capitania da Bahia e Sergipe.
§  O governador era Pedro de Vasconcelos e Sousa, 3º conde de Castelo Melhor.
§  O juiz do povo, Cristóvão de Sá, na manhã de 19 de outubro, conduziu a sua presença um pequeno grupo de comerciantes varejistas que solicitava a dispensa do pagamento sobre artigos importados e a manutenção do preço do sal 480 reis o arrátel.
§  O Governador ordenou que primeiros se recolhessem às suas casas e depois apresentassem suas petições.
§  Cristóvão de Sá desobedeceu e fez o sino da vereança.
§  Apareceram na praça dezenas de pequenos comerciantes.
§  Um deles João Figueiredo Costa, apelidado Maneta, chefiou a invasão do deposito de sal de Manuel Dias Filgueiras, localizado na parte térrea da sua residência, um sobrado na antiga Rua do Pão- de- Ló (atrás da velha Igreja da Ajuda).
§  O depósito foi destruído.
§  João de Figueiredo Costa dirigiu-se com os manifestantes até outro depósito de sal no Cruzeiro de São Francisco, propriedade do sócio de Filgueiras & T, Manuel Gomes Lisboa.
§  O governador Pedro de Vasconcelos e Sousa aceitou que o bispo dom Sebastião Monteiro da Vide se dirigisse para o Terreiro de Jesus à frente de uma procissão formada de Cônegos da Igreja da Sé e irmãos da Irmandade do Santíssimo Sacramento.
§  Assim deteve Maneta e seus companheiros.
§  O governador concordou em manter o preço do sal, como exigiam, e declarou amplo perdão para todos os que tinham atendido à convocação do juiz Cristóvão de Sá e acompanhado João Figueiredo Costa.
i) Revolta de Filipe dos Santos (também conhecida como Revolta de Vila Rica).
§  Ocorreu em Vila Rica (Minas Gerais), atual Ouro Preto.
§  No ano de 1720.
§  Liderada por Filipe dos Santos.
§  Teve como causas:
I.   A cobrança de altos impostos e taxas pela coroa portuguesa sobre a exploração de ouro no Brasil.
II.   A criação das Casas de Fundição, criada para controlar e arrecadar impostos sobre o ouro encontrado na colônia.
III.   Proibição da circulação do ouro em pó, com punições severas para quem fosse pego com o ouro nesta condição.
IV.   Monopólio das principais mercadorias pelos comerciantes portugueses.
REFERÊNCIA:
BOULOUS. Alfredo. História, Sociedade
SOUZA, Denice Nunes de, et al. Apostila e e Cidadania. São Paulo: FTD, 2018, Vol. Único. História do
CEESVO - Ensino Médio. , SP, 2016 (1 a 6).
3 SITES
Resumo PDF: 
Slides: Áudio:
Vídeo- Aula: You Tube1 Aclamação de Amador Bueno
Vídeo- Aula: You Tube 2 -Revolta da Cachaça
Vídeo- Aula: You Tube 3Conjuração de Nosso Pai 
Vídeo- Aula: You Tube 4 Revolta de Beckman:
Vídeo- Aula: You Tube 5 Guerra dos Emboabas
Vídeo- Aula: You Tube 6 - Guerra dos Mascates
Vídeo- Aula: You Tube 7Revolta do Sal
Vídeo- Aula: You Tube 8Motins do Maneta
Vídeo- Aula: You Tube 9Revolta de Filipe dos Santos

Vídeo- Aula: You Tube 10 - ENEM

1ª Etapa: Império Bizantino - Reinos Bárbaros

Autor: Gilberto Moura
******************************************************************************************************************************
**********************************************************************************************************************************
Centro Educacional Cruzeiro do  Sul
Professor: Gilberto Moura
Disciplina: História Ano: 2019
Etapa: 1ª A, B       Turno: Noturno  3º Período.
IMPÉRIO BIZANTINO - REINOS BÁRBAROS
A IDADE MÉDIA
§  A Idade Média abrange o período histórico entre a queda ao Império Romano do Ocidente no ano de 476 – séc. V – e a tomada de Constantinopla pelos turcos (muçulmanos) no ano de 1453 – séc. XV. 
§  A Idade Média é o segundo grande período da História e para facilitar o estudo dessa fase, os historiadores costumam dividir esse longo período – mil anos – em duas fases:  Alta Idade Média e Baixa Idade Média.
§  Saiba que o símbolo desse período é o castelo medieval.
§  Ele representa segurança e proteção para uma população basicamente rural, em estreita dependência dos poderosos senhores de terras. 
§  A primeira parte da Idade Média -  A Alta Idade Média, que vai do ano de 476 – século V até o século X.
§  A Alta Idade Média são os árabes.
§  Sobre esse povo do deserto:
1.    IMPÉRIO ISLÂMICO
§  A localização da península Arábica – saiba que essa região fica no Oriente.
§  Costuma-se denominar Oriente à todas as terras que ficam à leste - direita da Europa.
§  O clima da península Arábica é quente e seco.
§  Quase todo o território é deserto, principalmente no interior. Somente próximo ao litoral é que existem áreas férteis – os árabes que habitavam essa região, dedicavam-se à agricultura e, principalmente, ao pastoreio.
§  Os árabes do deserto eram nômades, viviam do pastoreio e lutavam entre si pela posse dos oásis (pequenas áreas do deserto com um poço natural e alguma vegetação, com o que garantiam sua sobrevivência e a de seus rebanhos)
§  Até o século VI os árabes foram politeístas (tinham vários deuses). Não tinham unidade política nem religiosa. 
MAOMÉ E O ISLAMISMO
§  Maomé (570-632) vivia em Meca e trabalhava como caravanas pelo deserto.
§  Essa submissão é chamada de islão, e aquele que a sua profissão, entrou em tem fé em Alá é denominado muçulmano (do árabe contato com diferentes povos e muslim, aquele que se subordina a deus) religiões.
§  Chamou sua atenção, sobretudo, o monoteísmo (um só Deus) dos judeus e dos cristãos.
§  Dizendo ter tido visões do anjo Gabriel, onde Deus o escolhera para criar uma    nova       religião monoteísta,    Maomé, conseguiu difundir o islamismo por toda a Arábia, unificando as diversas tribos em torno da religião.
§  Através da identidade religiosa, essas tribos uniram-se a religião monoteísta fundada por Maomé - o islamismo ou religião muçulmana.
§  Da antiga religião politeísta, conservou-se o costume de fazer peregrinação ao centro religioso dos muçulmanos em Meca e, ainda hoje, o culto à Pedra Negra é um importante símbolo da religião muçulmana.
ENTRE OS PRINCIPAIS PRECEITOS DO ISLAMISMO TEMOS
§  Crer em Alá, o deus único, e em Maomé, o seu grande profeta. 
§  Fazer cinco orações diárias, curvado na direção de Meca.
§  Ir, em peregrinação a Meca, pelo menos uma vez na vida.
§  Promover a guerra santa aos infiéis.
EXPANSÃO: A GUERRA SANTA
§  Após a morte de Maomé, o povo árabe passou a ser governado pelos califas (em árabe significa sucessor).
§  Os califas concentravam poderes religioso, político e militar.
·       O dever de espalhar a religião, justificaria a guerra santa islâmica, o Jihad.
§  Assim, os islamitas passaram a acreditar que “a espada é a chave do paraíso”, ou seja, se uma pessoa morre lutando para impor sua religião, tem garantido seu lugar no paraíso.
§  Com a guerra santa contra os infiéis (aqueles que não acreditaram nas revelações de Maomé), os califas expandiram os territórios muçulmanos para muito além da península Arábica.
§  No final do século VII, rapidamente dominaram a Palestina (chamada de A Terra Santa pelos cristãos), o Egito e todo o norte da África.
§  Em 711 – século VIII – avançaram para a Europa atravessando o estreito de Gibraltar e penetraram na península Ibérica (Portugal e Espanha). 
CONTROLANDO TODO O MAR
§  Mediterrâneo e tendo livre navegação pela região, os Árabes impediram o comércio marítimo da Europa com o Império século XIV.
§  Na península Ibérica, os árabes permaneceram até 1492, precisamente o ano da descoberta da América.
§  Tire da cabeça a ideia preconceituosa de que os árabes são povos ignorantes, sujos ou terroristas.
§  Na Idade Média, os europeus “babavam” de admiração, medo e inveja dos árabes.
§  Afinal, eles eram muito mais ricos, organizados e instruídos.
§  O Ocidente aprendeu muito com a astronomia, a medicina e a matemática dos árabes.
§  Basta lembrar que os nossos algarismos (0, 1, 2, 3, 4, 5...) foram inventados por eles – algarismos arábicos.
§  Nas trocas comerciais, os árabes introduziram cheques, recibos, cartas de créditos e etc.
§  Os árabes difundiram na Europa inventos    chineses tais como:  o papel, a bússola, a pólvora, o cultivo do arroz, do algodão e o cultivo da    cana-de-açúcar.
§  Fabricaram        tecidos, tapetes, joias, cerâmicas e vidro. 
§  Na literatura - suas lendas e contos são apreciados ainda hoje.
§  Um dos mais populares são As mil e uma noites.
§  Nas artes – produziram uma arquitetura admirável: uso do arco com ornamentos geométricos - o arabesco, presente em mesquitas e palácios.   
§  Com a Segunda Guerra Mundial e a perseguição de Hitler aos judeus, milhares deles migraram da Europa para a Palestina.
§  Após a guerra, o mundo encontrou-se abalado diante do extermínio do povo judeu nos “campos de concentração nazistas”.
§  Esse clima favoreceu a decisão da ONU em aprovar um plano de divisão da Palestina. 
§  Num pedaço dele seria criado um Estado para o povo judeu; noutro, um Estado para os     palestinos.         
§  Os países árabes ficaram furiosos.
§  Para eles   havia uma          grande injustiça: os     palestinos, maioria na região, ficariam com um território menor – veja o quadro na página seguinte.
§  Apesar de tudo, foi desse modo que se fundou o Estado de Israel.
§  A partir da criação do Estado de Israel em maio de 1948, milhares de judeus começaram a migrar para Israel.
§  No entanto, a grande massa de judeus que chegou à região, despertou a revolta das populações árabes que viviam na Palestina.
§  Não se esqueça que Jerusalém é a cidade sagrada para judeus porque é a “terra prometida”, para os cristãos porque é onde nasceu Jesus Cristo e para os muçulmanos porque é o local onde Maomé subiu aos céus.
§  Nas conversações de paz no Oriente Médio, nenhuma outra questão – com exceção do controle sobre os territórios ocupados por Israel é tão discutida como a do uso da água, escassa na região e insuficiente para as populações locais, em constante crescimento.
§  Deixadas sem solução, as disputas pela água podem se tornar a causa da próxima guerra na região.
§  Uma das primeiras medidas tomadas pelos israelenses depois da vitória na guerra de 1967, foi decretar que a água na Cisjordânia e na faixa de Gaza era um recurso estratégico e estava sob controle militar.
      2 - INVASÕES BÁRBARAS
§  A decadência do Império Romano do Ocidente (Roma) no ano de 476 – século V, foi acelerada pela invasão de povos bárbaros que, após sucessivos ataques, conquistaram e ocuparam a Europa.   
QUEM ERAM OS BÁRBAROS?
§  Os romanos chamavam de bárbaros todos os povos que viviam fora de seu território e não tinham cultura romana (não falavam a língua romana – latim –     nem possuíam os mesmos costumes e tradições que os romanos).
§  Os diversos povos bárbaros tinham um modo de vida bem parecido entre eles.
§  Eram pastores e agricultores.
§  Não viviam em cidades, não usavam moeda, não tinham um governo organizado e não conheciam a escrita.
§  Alguns desses povos eram nômades e pouco comercializavam.
§  Francos conseguiram se estruturar e expandir seus domínios. Localize no mapa esse reino – é a França atual.
§  O apogeu desse poderoso reino foi durante o Império Carolíngio – de Carlos Magno (768-814).
 CARLOS MAGNO – UM REI BÁRBARO
§  Suas realizações lhe valeram o apelido de Magno que, em latim, quer dizer “grande”. 
§  Ao lado – o papa está coroando Carlos Magno - ano 800.
§  Carlos Magno, que era convertido ao cristianismo, tinha um sonho: reconstruir a unidade do Antigo Império Romano e, para isso, realizou uma série de conquistas militares. 
§  Submeteu diversos povos bárbaros e apoderou-se de um vasto território, ampliando o domínio dos francos.
§  As conquistas trouxeram-lhe fama, poder e estabilidade ao cotidiano dos europeus.
§  Carlos Magno procurou elevar a cultura do povo franco.
§   Ele mesmo aprendeu a ler com 35 anos de idade.
§  Fundou escolas nos mosteiros e no próprio palácio real.
§  Isso contribuiu para a preservação e a transmissão da cultura Grega e Romana, pois grande parte do conhecimento que temos hoje da literatura da Antiguidade deve-se ao trabalho de coleta e cópia desenvolvidos nessa época.
§  As bibliotecas geralmente ficavam nos mosteiros.
§  Os livros eram copiados manualmente pelos monges chamados de copistas.
§  Muitas obras da Antiguidade só chegaram até nós devido ao trabalho desses monges.
§  Os membros do clero, formava a elite cultural da Idade Média.
§  Além de seus membros serem os poucos que sabiam ler e escrever, eram praticamente os únicos a ter acesso aos livros existentes.
§  Após a morte de Carlos Magno, o Reino Franco foi dividido entre seus netos, mas entrou em decadência.
§  As principais causas foram as novas invasões dos séculos IX e X, contra a Europa.
§  A decadência da vida urbana é uma das principais marcas desse período que se inicia. 
§  A economia tornou-se estritamente agrícola:  a produção dos campos apenas dava para alimentar os servos e sustentar os senhores feudais.
  REFERÊNCIA
Básica:
BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História Geral: Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea – vol. Único. São Paulo, FTD, 2018.
VAINFAS, Ronaldo; FARIA, Sheila de Castro; FERREIRA, Jorge; SANTOS, Georgina dos. História – Volume Único (Ensino Médio). Editora Saraiva, Livreiros Editores, São Paulo, 2010.
Complementar:
GOMBRICH, E.H. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
JANSON, H. W e JANSON, Anthony F. Iniciação à história da arte, 2ªed. São Paulo, Martins, 1996.
SOUZA, Denice Nunes de, et al. Apostila História do CEESVO - Ensino Médio. Votorantin, SP, 2016 (1 a 6).
SITES

http://www.suapesquisa.com/imperioromano/sociedade_romana.ht
Resumo PDF: 
https://drive.google.com/file/d/1ECavM0zJJhDIQivyKNbdRikVjomg8mti/view?ts=5d643fdc
Slides: Áudio:

Slides: PDF:
https://drive.google.com/file/d/1WYKls_a-0go-_4fUy3PgDYMvNusp9S-s/view?ts=5d643fea
Vídeo- Aula: You Tube1- Império Bizantino
Vídeo- Aula: You Tube2 - Reinos Bárbaros
Vídeo- Aula: You Tube 3: Império Bizantino - ENEM
Vídeo- Aula: You Tube 4: Bárbaros - ENEM