sábado, agosto 24, 2019

2ª Etapa: A ECONOMIA NO BRASIL COLONIAL

Texto: Conhecimento II
Surge no alvorecer dos primeiros dias
(...)
Dentro e fora da academia
Ao seu lado se viaja o mundo inteiro
Sem que precise pegar a estrada
O que seria do mundo sem ti!
A caverna seria ainda a morada
É o grande instrumento de liberdade!
Autor: Gilberto Moura

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Centro Educacional Cruzeiro do  Sul
Professor: Gilberto Moura
Disciplina: História Ano: 2019
Etapa: 2ª A, B,C       Turno: Noturno   
A ECONOMIA  NO BRASIL COLONIAL
ü  O pau-brasil foi a primeira atividade econômica exercida no país, mas com o uso excessivo, a árvore se tornou rara.
ü  Posteriormente, foram introduzidas as culturas de algodão, tabaco, cana-de-açúcar e a mineração. Já a criação de gado ajudou o povoamento no interior do país.
ü  A economia colonial existia no intuito de satisfazer a metrópole e tinha que comprar de Portugal tudo o que era necessário para seu desenvolvimento.

ECONOMIA COLONIAL DO BRASIL – AÇÚCAR, OURO E ESCRAVIDÃO
§  Desde o seu descobrimento, a economia brasileira era comandada por Portugal, que mantinha toda a exclusividade com os negócios feitos com a colônia.
§  Com o aumento do capitalismo mercantil o Brasil começa a avançar economicamente, principalmente com as atividades de subsistência e exportação desenvolvidas no período colonial.
§  Durante algum tempo o único interesse da Coroa Portuguesa era o pau-brasil, mas na segunda metade do século XVI, começaram a ficar claros que outros interesses passavam a existir.

A ECONOMIA COLONIAL TINHA UM ÚNICO INTUITO
§  Satisfazer a metrópole além de comprar de Portugal tudo o que precisava para que fosse possível acontecer algum tipo de desenvolvimento.
§  A princípio a primeira atividade econômica do país foi o pau-brasil, mas a derrubada fora de controle deste tipo de árvore fez com que ele se tornasse raro, fazendo com que novas culturas fossem introduzidas a prática agrícola, como o algodão, tabaco, cana-de-açúcar e a mineração.

PROPRIEDADE DE MONOCULTURA E O CICLO DO AÇÚCAR
§  A Chamamos de monocultura o tipo de exploração agrícola que tem como base a produção de um único tipo de produto.
§  Normalmente ela está associada ao que chamamos de latifundiários, que são os donos de grandes extensões de terras.
§  As grandes propriedades da colônia viviam da prática da monocultura, e se voltavam para a prática do mercado externo, utilizando de mão-de-obra escrava para poder suprir a demanda.
§  Essa mão-de-obra era inicialmente indígena, vindo a ser trocada pelos negros africanos posteriormente.
§  Esses latifúndios realizavam a prática do plantio da cana-de-açúcar, que também poderia ser chamada tanto de latifúndio monocultor quanto de plantation,
§  Além das plantações, esses locais possuíam instalações e equipamentos que já serviam para refinar o açúcar: moendas, caldeira, casa de purgar.
§  Sendo conhecidos como engenhos, muitas famílias passaram a morar neles para acompanhar de perto o processo de trabalho nos canaviais, além disso, os escravos eram praticamente 100% da mão de obra existente, muito pouco era o número de funcionários assalariados.
§  Eles viviam em senzalas, lugares de um só cômodo, sem nenhuma higiene ou conforto, misturados homens, mulheres e crianças, como animais.
§  Além de todo o trabalho braçal eles ainda trabalhavam na casa grande, servindo aos senhores de engenhos.
§  Como os portugueses já conheciam a prática do plantio da cana-de-açúcar, esse produto foi escolhido para ser o principal produzido no Brasil, além do que esse produto era muito aceito na Europa.
§  Como o produto era muito procurado pelos europeus, os holandeses decidiram também investir no país, instalando engenhos.
§  A partir da metade do século XVII o ciclo do açúcar no Brasil colonial começou a declinar, já que agora o país tinha fortes concorrentes, como as Antilhas, por exemplo, que por ironia do destino eram financiadas e comercializadas pelos holandeses.
§  Portugal agora buscava por uma nova forma de explorar as riquezas da colônia, foi quando no século XVIII teve início a exploração de diamantes e ouro, dando início a um novo ciclo econômico.

O Ciclo do Ouro na economia colonial
§  Logo que o açúcar deixou de ser o principal investimento brasileiro, os portugueses iniciaram pela procura de uma nova forma de exploração colonial, foi quando descobriram as primeiras minas de ouro em solo brasileiro, localizadas nas regiões onde ficam Minas Gerais e Goiás.
§  A importância dessa exploração foi tão grande para Portugal, que o governo decidiu mudar a capital, até então em Salvador, para o Rio de Janeiro, pois desta forma estariam mais próximos das minas de ouro.
§  Eles também criaram as Casas de Fundição, que cobravam impostos altíssimos de quem extraísse o ouro, o que deixava os mineiros completamente irritados.
§  Entre esses impostos se destacavam:
a)      O quinto – 20% de toda a produção do ouro deveria ir para o rei de Portugal;
b)      A derrama – A colônia tinha a obrigação de arrecadar 1.500kg de ouro por ano;
c)      A capitação – Era cobrado imposto sobre cada escravo que trabalhava nas minas.
d)      O Ciclo do ouro seguiu até o ano de 1785. A exploração e os muitos impostos cobrados não agradavam em nada a população, o que levou a muitas revoltas na época.

O Escravismo no Brasil
§  Existe um ponto quando falamos na economia colonial que não podemos deixar de citar: a Escravidão
§  Dois são os tipos de escravidão: a vermelha, que eram a dos índios, e a africana, com os negros trazidos da África.
§  Quando Martim Afonso chegou ao Brasil em sua expedição de colonização no ano de 1531 ele trouxe consigo a prática do escravismo. Ela foi marcada pelo uso de escravos do continente africano, que faziam todo o trabalho pesado e eram tratados como animais.

§  Alguns índios também foram tratados desta forma, mas por já conhecerem o território em que estavam era mais fácil fugir.
§   Eles trabalhavam na agricultura, principalmente na parte da cana-de-açúcar, e na mineração. 
§  Foram grandes contribuintes para o crescimento da economia do país.
§  Os escravos eram maltratados, chicoteados, mas mesmo assim lutavam pela sua liberdade, e essa luta levou a forma os primeiros quilombos, que eram abrigos feitos para os negros fugitivos.
§  A escravidão durou até o ano de 1888, quando a Lei Áurea aboliu todo tipo de escravidão no Brasil.
§  Os negros agora eram livres, mas ainda teriam que lhe dar com o preconceito da sociedade, que insistia em tratá-los com desdém.  
REFERÊNCIA:
BOULOUS. Alfredo. História, Sociedade
SOUZA, Denice Nunes de, et al. Apostila e e Cidadania. São Paulo: FTD, 2018, Vol. Único. História do CEESVO - Ensino Médio. , SP, 2016 (1 a 6).
3 SITES
  Resumo PDF: 
https://drive.google.com/file/d/1KtSu4Jo3pfq3akn2rhh_HwO7J4nxF7-w/view?ts=5d61c8c5
Slides: Áudio:

sábado, agosto 17, 2019

1ª Etapa: Roma Antiga - Parte II

" Surge no  alvorecer dos primeiros dias.
De forma tão imperceptível
na juventude, na maturidade, na velhice.
(...)
É o grande instrumento de liberdade!"
Autor: Gilberto Moura
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Centro Educacional Cruzeiro do  Sul
Professor: Gilberto Moura
Disciplina: História Ano: 2019
Etapa: 1ª A, B       Turno: Noturno   
AS ANTIGAS CIVILIZAÇÕES OCIDENTAIS: ROMA ANTIGA
-PARTE II
§  A criação dos tribunos da plebe está ligada às lutas dos plebeus por uma maior participação e melhores condições de vida.
§  Em política 367 a.C., foi aprovada a Lei Licínia, que garantia a participação dos plebeus no Consulado (dois cônsules eram eleitos: um patrício e um plebeu).
§  Esta lei também acabou com a escravidão por dívidas (válida somente para cidadãos romanos).

FORMAÇÃO E EXPANSÃO DO IMPÉRIO ROMANO
§  Após dominar toda a península itálica, os romanos partiram para as conquistas de outros territórios.
§  Com um exército bem preparado e muitos recursos, venceram os cartagineses, liderados pelo general Aníbal, nas Guerras Púnicas (século III a.C.).
§  Esta vitória foi muito importante, pois garantiu a supremacia romana no Mar Mediterrâneo. Os romanos passaram a chamar o Mediterrâneo de Mare Nostrum.
§  Após dominar Cartago, Roma ampliou suas conquistas, dominando a Grécia, o Egito, a Macedônia, a Gália, a Germânia, a Trácia, a Síria e a Palestina.
§  Com as conquistas, a vida e a estrutura de Roma passaram por significativas mudanças.
§  O império romano passou a ser muito mais comercial do que agrário.
§  Povos conquistados foram escravizados ou passaram a pagar impostos para o império.
§  As províncias (regiões controladas por Roma) renderam grandes recursos para Roma.
§  A capital do Império Romano enriqueceu e a vida dos romanos mudou.
§  Principais imperadores romanos: Augusto (27 a.C. - 14 d.C.), Tibério (14-37), Calígula (37-41), Nero (54-68), Marco Aurélio (161-180), Comodus (180-192).

PÃO E CIRCO
§  Com o crescimento urbano vieram também os problemas sociais para Roma.
§  A escravidão gerou muito desemprego na zona rural, pois muitos camponeses perderam seus empregos.
§  Esta massa de desempregados migrou para as cidades romanas em busca de empregos e melhores condições de vida.
§  Receoso de que pudesse acontecer alguma revolta de desempregados, o imperador criou a política do Pão e Circo.
§  Esta consistia em oferecer aos romanos alimentação e diversão.
§  Quase todos os dias ocorriam lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu de Roma), onde eram distribuídos alimentos.
§  Desta forma, a população carente acabava esquecendo os problemas da vida, diminuindo as chances de revolta.

CULTURA ROMANA      
§  A cultura romana foi muito influenciada pela cultura grega.
§  Os romanos "copiaram" muitos aspectos da arte, pintura e arquitetura grega.
§  Os balneários romanos espalharam-se pelas grandes cidades.
§  Eram locais onde os senadores e membros da aristocracia romana iam para discutirem política e ampliar seus relacionamentos pessoais.
§  A língua romana era o latim, que depois de um tempo espalhou-se pelos quatro cantos do império, dando origem na Idade Média, ao português, francês, italiano e espanhol.
§  A mitologia romana representava formas de explicação da realidade que os romanos não conseguiam explicar de forma científica.
§  Trata também da origem de seu povo e da cidade que deu origem ao império.
§  Entre os principais mitos romanos, podemos destacar: Rômulo e Remo e O rapto de Proserpina.
                                            
RELIGIÃO ROMANA                                           
§  Os romanos eram politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses.
§  A grande parte dos deuses romanos foram retirados do panteão grego, porém os nomes originais foram mudados.
§  Muitos deuses de regiões conquistadas também foram incorporados aos cultos romanos.
§  Os deuses eram antropomórficos, ou seja, possuíam características (qualidades e defeitos) de seres humanos, além de serem representados em forma humana.
§  Além dos deuses principais, os romanos cultuavam também os deuses lares e penates.
§  Estes deuses eram cultuados dentro das casas e protegiam a família.
§  Principais deuses romanos: Júpiter, Juno, Apolo, Marte, Diana, Vênus, Ceres e Baco.

CRISE E DECADÊNCIA DO IMPÉRIO ROMANO
§  Por volta do século III, o império romano passava por uma enorme crise econômica e política.
§  A corrupção dentro do governo e os gastos com luxo retiraram recursos para o investimento no exército romano.
§  Com o fim das conquistas territoriais, diminuiu o número de escravos, provocando uma queda na produção agrícola.
§  Na mesma proporção, caia o pagamento de tributos originados das províncias.
§  Em crise e com o exército enfraquecido, as fronteiras ficavam a cada dia mais desprotegidas. Muitos soldados, sem receber salário, deixavam suas obrigações militares.
§  Os povos germânicos, tratados como bárbaros pelos romanos, estavam forçando a penetração pelas fronteiras do norte do império.
§  No ano de 395, o imperador Teodósio resolve dividir o império em: Império Romano do Ocidente, com capital em Roma e Império Romano do Oriente (Império Bizantino), com capital em Constantinopla.
§  Em 476, chega ao fim o Império Romano do Ocidente, após a invasão de diversos povos bárbaros, entre eles, visigodos, vândalos, burgúndios, suevos, saxões, ostrogodos, hunos etc.
§  Era o fim da Antiguidade e início de uma nova época chamada de Idade Média.

LEGADO ROMANO
§  Muitos aspectos culturais, científicos, artísticos e linguísticos romanos chegaram até os dias de hoje, enriquecendo a cultura ocidental.
§  Podemos destacar como exemplos deste legado: o Direito Romano, técnicas de arquitetura, línguas latinas originárias do Latim (Português, Francês, Espanhol e Italiano), técnicas de artes plásticas, filosofia e literatura.

REFERÊNCIA
Básica:
BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História Geral: Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea – vol. Único. São Paulo, FTD, 2018.
VAINFAS, Ronaldo; FARIA, Sheila de Castro; FERREIRA, Jorge; SANTOS, Georgina dos. História – Volume Único (Ensino Médio). Editora Saraiva, Livreiros Editores, São Paulo, 2010.
Complementar:
GOMBRICH, E.H. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
JANSON, H. W e JANSON, Anthony F. Iniciação à história da arte, 2ªed. São Paulo, Martins, 1996.
SOUZA, Denice Nunes de, et al. Apostila História do CEESVO - Ensino Médio. Votorantin, SP, 2016 (1 a 6).
SITES
http://www.suapesquisa.com/imperioromano/sociedade_romana.htm

Resumo PDF: 

Slides: PDF:
Vídeo- Aula: You Tube1: Pão e Circo.

Vídeo_ Aula: You Tube 2, A sociedade na Roma Antiga.
Vídeo_ Aula: You Tube 3, A  Cultura na Roma Antiga.
Vídeo_ Aula: You Tube 4, Religião na Roma Antiga.
Vídeo _Aula: You  Tube 5, A Queda do Império Romano.
Vídeo_ Aula: You Tube 6, O Legado Romano.
Vídeo_Aula: You Tube 7, Roma Antiga  (Resumo ENEM).
Tarefas:
a) Cópia.
b) Questões.

quarta-feira, agosto 14, 2019

Segunda Etapa - A,B, C: Período Pré-Colonial no Brasil

"Faça o teu melhor, na condição que você tem, enquanto você não tem condições melhores, para fazer melhor ainda!" [Mario Sergio Cortella]
                                            (Prof. Gilberto Moura)
CE CRUZEIRO DO SUL

Professor: Gilberto Moura
Período.

Disciplina: História
Ano: 2019

Etapa: 2ª A, B, C                  Turno: Noturno

Aula:

O PERÍODO PRÉ-COLONIAL NO BRASIL

§  A primeira fase da história brasileira, após a chegada dos portugueses no ano de 1500, foi assinalada pelo grande desinteresse do governo de Lisboa pela nova terra recém- descoberta, na medida em que as atenções do Estado estavam voltadas para a formação do Império Colonial português nas índias Orientais (Ásia).
§  Em termos econômicos, procurando tirar proveito da terra brasileira, os portugueses estabeleceram a exploração do pau‑brasil, que foi desenvolvida basicamente por companhias particulares.
§  Essas empresas coloniais, com a permissão do rei português, estabeleceram apenas feitorias ao longo do nosso litoral.
§  Essas feitorias eram entrepostos comerciais improvisados, que se situaram em algumas localidades do litoral, onde ficavam alguns portugueses responsáveis por adquirir e comercializar o pau-brasil.
§  Também, interessados nesta prática extrativista, houve a penetração de contrabandistas franceses, que tentaram se estabelecer em localidades da costa brasileira.
§  Chegaram também a instalar diversas feitorias, notadamente no litoral do Nordeste e Rio de Janeiro.
§  O abandono da nova terra do Brasil só não foi maior devido a presença de expedições exploradoras (ou de reconhecimento) e guarda‑costas (militares).
§  Entre as expedições exploradoras destaca‑se a de 1501, comandada por Gaspar de Lemos e contando com a participação do piloto italiano Américo Vespúcio, que foi o primeiro europeu a traçar um mapa de uma porção do continente americano, que acabou sendo batizado com o seu nome, "América".
§  A expedição fez o reconhecimento do litoral, traçando mapas e dando denominações aos acidentes geográficos.
§  A outra expedição foi a de Gonçalo Coelho, que aqui esteve em 1503, já interessado na extração e exportação do pau-brasil para a Europa.
§  Entre as expedições guarda‑costas destacaram‑se a de 1516, que aqui permaneceu até 1519, e a de 1526, que se prolongaram até 1528, ambas comandadas por Cristóvão Jacques, que fez tentativas de afastar a presença francesa inimiga.
§  Em face do relativo fracasso de tal intenção e diante da ameaça de Portugal vir a perder a terra para outras nações concorrentes, o rei D. João III, também conhecido como "o colonizador", iniciou na década de 1530 o início da colonização do Brasil, organizando expedições com o propósito de assegurar as novas posses territoriais de Portugal.
§  A fase mais intensa de exploração do pau‑brasil foi a do Período Pré‑Colonial, ou seja, o período anterior ao início da colonização do Brasil pelos portugueses, entre 1500 e 1530, até meados do século XVI.
§  O pau‑brasil parecia ser a única riqueza importante oferecida pelas descobertas americanas de Portugal.
§  A árvore, que fornecia a procurada madeira, abundava nas ricas florestas atlânticas, do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Norte.
§  Essa madeira, com alto valor no mercado europeu, servia como matéria-prima para a fabricação de tinta vermelha para tingir tecidos, para fazer móveis, navios, etc...
§  O pau‑brasil era considerado um monopólio da Coroa (estan­co).
§  A exploração foi basicamente realizada pelo sistema de ar­rendamento, através de contratos entre o Estado português e companhias particulares, que pagavam ao primeiro o quinto (um imposto equivalente a quinta parte das riquezas adquiridas).
§  Posteriormente a exploração pas­sou a ser feita mediante a prévia autorização fornecida pelo go­vernador‑geral, que representava a Coroa portuguesa no Brasil.
§  O primeiro con­trato foi assinado em 1502 pela Companhia de Fernando de Noronha.
§  Nesta atividade extrativista, extremamente predatória e itinerante, a mão-de-obra utilizada era livre e se limitava aos elementos indígenas, com os quais as companhias faziam o escambo (comércio de troca), onde eram oferecidos pelos portugueses aos nativos diversos produtos manufaturados, trazidos da Europa, como espelhos, tecidos, contas de colares, anzóis, ferramentas, facões, machados e outros artigos mais, em troca da madeira que os índios cortavam no meio da mata.
§  Os portugueses, que viviam nas feitorias, e que participavam do comércio do pau‑brasil passaram a ser conhecidos pelo nome de "brasileiros".
§  A exploração econômica do pau‑brasil, portanto, não chegou a provocar o povoamento da terra.Famílias europeias não migraram para o Brasil, durante o período pré-colonial.
§  A colonização portuguesa só foi iniciada a partir de 1530 com a divisão do Brasil em "capitanias hereditárias".
§  E esse fato só se deu em função do desenvolvimento da atividade agrícola vinculada à cana‑de‑açúcar, que naquele momento era um produto de alto valor no mercado europeu.

REFERÊNCIA:
BOULOUS. Alfredo. História, Sociedad
SOUZA, Denice Nunes de, et al. Apostila e e Cidadania. São Paulo: FTD, 2018, Vol.Único. História do CEESVO - Ensino Médio.Votorantin, SP, 2016 (1 a 6).
3 SITES

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Slides:Aula (PDF)
Slides: Aula - Vídeo
Vídeo: Aula - You Tube 1

Vídeo: Aula - You Tube 2 - Música

Vídeo: Aula - You Tube 3