terça-feira, agosto 13, 2019

Primeira Etapa: Roma Antiga.

"É necessário fazer outras perguntas, ir atrás das indagações que produzem o novo saber, observar com outros olhares através da história pessoal e coletiva, evitando a empáfia daqueles e daquelas que supõem já estar de posse do conhecimento e da certeza."{Mario Sergio Cortella}

1ª  ETAPA A, B
CE Cruzeiro do Sul
Professor: Gilberto Moura
Disciplina: História Ano: 2019
Etapa: 1ª A, B       Turno: Noturno                        3º Período
Aula
AS ANTIGAS CIVILIZAÇÕES OCIDENTAIS: ROMA ANTIGA
ROMA ANTIGA PARTE I
ü  A herança cultural deixada pelos romanos contribuiu para transformá-los no mais importante e influente povo da civilização ocidental.
ü  Alguns fatores contribuíram para a ocupação da região:
a)  Os aspectos físicos.
b) Roma está localizada na Península Itálica.
c)  O solo fértil: facilitava a produção de alimentos.
d) Ausência de bons portos: isolando relativamente a região.
ü A Roma Antiga conheceu 3 formas de governo: Monarquia, República e Império.

MONARQUIA
ü A forma de governo adotada em Roma até o século VI a.C., foi a Monarquia.
ü Os romanos acreditavam que o rei tinha origem divina.
ü Esse período foi marcado pela invasão de outros povos (etruscos) que durante cerca de 100 anos, dominaram a cidade, impondo-lhe seus reis.
ü Em 509 a.C., os romanos derrubaram o rei etrusco (Tarquínio - o Soberbo), e fundaram uma República.
ü No lugar do rei, elegeram dois magistrados para governar.

REPÚBLICA
ü No início da República, a sociedade romana estava dividida em 4 classes: Patrícios, Clientes, Plebeus e Escravos.
ü A decadência política, social e econômica, fez com que a plebe entrasse em conflito com os patrícios, essa luta durou cerca de 200 anos.
ü Apesar disso, os romanos conseguiram conquistar quase toda a Península Itálica e logo em seguida partiram para o Mediterrâneo.
ü Lutaram mais de 100 anos contra Cartago nas chamadas Guerras Púnicas e em seguida, ocuparam a Península Ibérica (conquista que levou mais de 200 anos), Gália e o Mediterrâneo Oriental.
ü Os territórios ocupados foram transformados em províncias.
ü Essas províncias pagavam impostos ao governo de Roma (em sinal de submissão).
ü As conquistas transformaram exército romano em um grupo imbatível.
ü A comunidade militar era formada por:
a)    Cidadãos de Roma, dos territórios, das colônias e das tribos latina que também tinham cidadania romana.
b)    Comunidades cujos membros não possuíam cidadania romana completam (não podiam votar nem ser votados).
c)     Aliados autônomos (faziam tratados de aliança com Roma).
ü Além do exército, as estradas construídas por toda a península itálica também contribuíram para explicar as conquistas romanas.
ü Os romanos desenvolveram armas e aperfeiçoaram também a técnica de montar acampamentos e construir fortificações.
ü A disciplina militar era severa e a punição consistia em espancamentos e decapitações.
ü Os soldados vencedores recebiam prêmios e honrarias e o general era homenageado, enquanto os perdedores eram decapitados nas prisões.
ü As sucessivas conquistas provocaram, em Roma, grandes transformações sociais, econômicas e políticas.
ü No plano social, o desemprego aumentou por causa do aproveitamento dos prisioneiros de guerra como escravos.
ü A mão-de-obra escrava provocou a concentração das terras nas mãos da aristocracia (provocando a ruína dos pequenos proprietários de terras que foram forçados a migrar para as cidades.
ü Na economia, surgiu uma nova camada de comerciantes e militares (homens novos ou cavaleiros) que enriqueceram com as novas atividades surgidas com as conquistas (cobrança de impostos, fornecimento de alimentos para o exército, construção de pontes e estradas, etc.).
ü Além disso, sociedade romana também sofreu forte influência da cultura grega e helenística:
a)  A alimentação ganhou requintes orientais.
b) A roupa ganhou enfeites.
c)  Homens e mulheres começaram a usar cosméticos.
d) Influência da religião grega.
e)  Escravos vindos do oriente introduziram suas crenças e práticas religiosas.
f)    Influência grega na arte e na arquitetura.
g)  Escravos gregos eram chamados de pedagogos, pois ensinavam para as famílias ricas a língua e a literatura grega.
ü  Essas influências geraram graves conseqüências sobre a moral: multiplicou-se a desunião entre casais e as famílias ricas evitavam ter muitos filhos.
ü  Tais transformações foram exploradas pelos grupos que lutavam pelo poder e esse fato desencadeou uma série de lutas políticas.
ü  A sociedade romana dividiu-se em dois partidos:
a)    O partido popular (formado pelos homens novos e desempregados).
b)    E o partido aristocrático (formado pelos grandes proprietários rurais).
ü  Essas lutas caracterizaram a fase de decadência da República Romana.

IMPÉRIO
ü Dois nomes sobressaíram durante o Império Romano: Julio César e Augusto.
ü Após vários conflitos, Julio César tornou-se ditador (com o apoio do Senado) e apoiado pelo exército e pela plebe urbana, começou a acumular títulos concedidos pelo Senado.
ü Tornou-se Pontífice Máximo e passou a ser:
a)    Ditador Perpétuo (podia reformar a Constituição).
b)    Censor vitalício (podia escolher senadores).
c)     E Cônsul Vitalício, além de comandar o exército em Roma e nas províncias.
ü Tantos poderes lhe davam vários privilégios: sua estátua foi colocada nos templos e ele passou a ser venerado como um deus (Júpiter Julius).
ü Com tanto poder nas mãos, começou a realizar várias reformas e conquistou enorme apoio popular:
§  Acabou com as guerras civis.
§  Construiu obras públicas.
§  Reorganizou as finanças.
§  Obrigou proprietários a empregar homens livres.
§  Promoveu a fundação de colônias.
§  Reformou o calendário dando seu nome ao sétimo mês.
§  Introduziu o ano bissexto.
§  Estendeu cidadania romana aos habitantes das províncias.
§  Nomeava os governadores e os fiscalizava para evitar que espoliassem as províncias.
ü  Em compensação, os ricos (que se sentiram prejudicados) começaram a conspirar.
ü  No dia 15 de março de 44 a.C., Julio César foi assassinado.
ü  Seu sucessor (Otávio) recebeu o título de Augusto, que significava “Escolhido dos Deuses”.
ü O governo de Augusto marcou o início de um longo período de calma e prosperidade.
ü Principais medidas tomadas por Augusto:
a)    Profissionalizou o exército;
b)    Criou o correio;
c)     Magistrados e senadores tiveram seus poderes reduzidos
d)    Criou o conselho do imperador (que se tornou mais importante que o senado);
e)    Criou novos cargos.
ü Os cidadãos começaram a ter direitos proporcionais aos seus bens.
ü Surgiram assim três ordens sociais:
a)    Senatorial (tinham privilégios políticos);
b)    Eqüestre (podiam exercer alguns cargos públicos);
c)     E Inferior (não tinha nenhum direito);
ü Encorajou a formação de famílias numerosas e a volta da população ao campo.
ü Mandou punir as mulheres adúlteras.
ü Estimulou o culto aos deuses tradicionais (Apolo, Vênus, César, etc.).
ü Combateu a introdução de práticas religiosas estrangeiras.
ü Passou a sustentar escritores e poetas sem recursos (Virgílio autor de “Eneida”, Tito Lívio, Horácio).
ü Quando chegou a hora de deixar um sucessor, Augusto nomeou Tibério (um de seus principais colaboradores).
ü A História Romana vivia o seu melhor período.
ü A cidade de Roma tornou-se o centro de um império que crescia e se estendia pela Europa, Ásia e África.
ü Após a morte de Augusto, houve quatro dinastias de Imperadores:
a)      Dinastia Julio-Claudiana (14-68):
§  Tibério executou os planos deixados por Augusto.
§  Porém, foi acusado da morte do general Germanicus e teve o povo e o Senado contra ele.
§  Sua morte (78 anos) foi comemorada nas ruas de Roma.
§  Seus sucessores foram Calígula (filho de Germanicus), Cláudio (tio de Calígula) e Nero;
§  Essa dinastia caracterizou-se pelos constantes conflitos entre o Senado e os imperadores.

b)          Dinastia dos Flávios (69-96):
§  Neste período, os romanos dominaram a Palestina.
§  E houve a dispersão (diáspora) do povo judeu.

c)            Dinastia dos Antoninos (96-192):
§  Marcou o apogeu do Império Romano.
§  Dentre os imperadores dessa dinastia podem citar: Marco Aurélio (que cultivava os ideais de justiça e bondade) e Cômodo que por ser corrupto, acabou sendo assassinado em uma das conspirações que enfrentou.

d)           Dinastia dos Severos (193-235):
§  Várias crises internas e pressões externas exercidas pelos bárbaros (os povos que ficavam além das fronteiras).
§  Pronunciaram o fim do Império Romano, a partir do século III da era cristã.

REFERÊNCIA
Básica:
BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História Geral: Antiga,Medieval, Moderna e Contemporânea – vol. Único. São Paulo, FTD, 2018.
VAINFAS, Ronaldo; FARIA, Sheila de Castro; FERREIRA, Jorge; SANTOS, Georgina dos. História – Volume Único (Ensino Médio). Editora Saraiva, Livreiros Editores, São Paulo, 2010.
Complementar:
GOMBRICH, E.H. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
JANSON, H. W e JANSON, Anthony F. Iniciação à história da arte, 2ªed. São Paulo, Martins, 1996.
SOUZA, Denice Nunes de, et al. Apostila História do CEESVO - Ensino Médio.Votorantin, SP, 2016 (1 a 6).
SITES
http://www.suapesquisa.com/imperioromano/sociedade_romana.htm
Slides Aula: Vídeo

Vídeo_Aula: You Tube- Roma Antiga. 


Atividade:

TERCEIRO PERÍODO /2019

Terceiro Período/ 2019
1ª & 2ª Etapa
A educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces.
[Aristóteles]Prof. Gilberto Moura

TEXTO CONHECIMENTO II

Texto: Conhecimento II
Surge no alvorecer dos primeiros dias
De forma tão imperceptível
Na juventude, na maturidade, na velhice. 
Se não é mais sutil, mas sempre necessário. 
Nunca termina
Não se conclui
Só se considera
Usa-se e não se acaba
Quanto mais se usa, mais se adquire
Ao contrário da sede
Nunca se sacia
Mas se amplia
Dentro e fora da academia
Ao seu lado se viaja o mundo inteiro
Sem que precise pegar a estrada
O que seria do mundo sem ti!
A caverna seria ainda a morada
É o grande instrumento de liberdade!
Autor: Gilberto Moura

terça-feira, junho 25, 2019

sexta-feira, junho 21, 2019

Aula de hoje

Autor: Gilberto Moura
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https://drive.google.com/file/d/1nBERbzubwBIfIeKYTRssJLPtjsLrGRSl/view?ts=5d0ce8fd

quinta-feira, junho 20, 2019

Segunda Etapa: O Século da Razão - Iluminismo e Absolutismo

Autor: Gilberto Moura
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CE CRUZEIRO DO SUL
Professor: Gilberto Moura 
Disciplina: História                                Ano: 2019
Etapa: 2ª   A,B,C                       Turno: Noturno
Aula:
O SÉCULO DA RAZÃO: ILUMINISMO E LIBERALISMO
SLIDES:
VÍDEOS - SLIDES:
VÍDEOS- YOU TUBE:RESUMO:
RESUMO:
O ILUMINISMO
·       Foi a corrente de pensamento dominante na Europa do século XVIII e defendeu o predomínio da razão sobre a fé, representando a visão de mundo da burguesia.
·       Seus pensadores negavam as doutrinas absolutistas e mercantilistas e apoiavam valores liberais, tanto na política quanto na economia.

 ORIGENS
·       Os primeiros teóricos do Iluminismo introduziram as bases do movimento ainda no século XVII, influenciados pelas transformações que vinham ocorrendo na Europa, como o Renascimento, a Reforma Religiosa, a expansão marítimo-comercial e a ascensão da burguesia.
·       O racionalismo foi fundamentado como método científico pelo francês René Descartes, que, em 1637, estabeleceu a razão como único caminho para o conhecimento.
·       Descartes partia de verdades básicas - axiomas - para atingir conhecimentos mais amplos.
·       Seu primeiro axioma ficou famoso: "Penso, logo existo".
·       Segundo o pensamento iluminista, o avanço do conhecimento poderia se dar tanto pela via de racionalismo abstrato de Descartes como pela via do empirismo inglês.
·       Nas ciências exatas, o físico inglês Isaac Newton também revolucionou o pensamento da época, ao afirmar que o universo seria regido por leis próprias, que podem ser conhecidas pelo homem por meio da ciência.        
·       O holandês Baruch de Espinosa demonstrou que o Universo é inteligível, ou seja, pode ser conhecido por meio da razão.
·       Ele mostrou que os mistérios, os milagres e as coisas ocultas são fruto da nossa imaginação, devido ao medo que temos dos males que podem nos atingir e das necessidades e privações que podemos enfrentar.
·       O pensamento de Espinosa é uma crítica radical a todas as formas de irracionalismo e superstição, seja na religião, na política ou na filosofia.
·       Os princípios da política iluminista - liberalismo - foram formulados pelo filósofo inglês John Locke, que defendia uma relação contratual entre o monarca e seus súditos.
·       Para Locke, o homem possuía direitos como liberdade e propriedade privada, e cabia ao Estado proteger esses direitos, o que limitava seu poder.

SÉCULO DAS LUZES
·       No século XVIII, a Europa viveu o ápice das transformações ideológicas e culturais iniciadas com o Renascimento nos séculos XV e XVI.
·       Voltados para o estudo da sociedade e da natureza, os filósofos da época acreditavam que o uso da razão era indispensável para alcançar a verdade, base da compreensão dos fenômenos naturais e do funcionamento da sociedade.
·       Por considerarem a necessidade de "iluminar o pensamento humano com a razão", esses pensadores foram chamados filósofos iluministas.
·       Os importantes avanços econômicos, culturais e científicos levaram à crença de que o destino da humanidade era o progresso.
·       O auge dessa efervescência se deu no século XVIII - o "século das luzes".
·       Além do racionalismo e do liberalismo, outro princípio iluminista é o anticlericalismo - posição política contrária ao poder da Igreja.
·       Os três nomes mais significativos do Iluminismo francês foram os filósofos Voltaire, Montesquieu e Jean-Jacques Rousseau.
·       O primeiro, ligado à alta burguesia, era um crítico fervoroso do absolutismo, da nobreza e, principalmente, da Igreja.
·       Na política, Voltaire foi um dos inspiradores do despotismo esclarecido. Rousseau era identificado com a baixa burguesia e com os trabalhadores miseráveis, posicionando-se a favor do Estado democrático e republicano.
·       Trabalhou com a noção do bom selvagem, segundo a qual o homem nasce bom, mas depois é corrompido pela sociedade. Foi o maior ideólogo da Revolução Francesa.
·       A fim de divulgar o conhecimento, os iluministas conceberam a Enciclopédia, obra com 35 volumes contemplando todo o conhecimento existente até então.

OS MAIS IMPORTANTES PRINCÍPIOS DO ILUMINISMO
·       A laicização do Estado, ou seja, a separação entre política e religião.
·       A laicização do ensino, que tornou a educação responsabilidade do Estado, sem a interferência do clero.
·       O combate à escravidão.
·       A liberdade como direito natural e inalienável de todo ser humano.
·       A igualdade jurídica, ou seja, o combate às diferenças entre as ordens sociais, antes legitimadas pelo Estado absolutista.
·       O confisco das propriedades eclesiásticas, a limitação dos poderes inquisitoriais da Igreja e a concessão de liberdade religiosa aos súditos.

OS PRINCIPAIS PRECURSORES DO ILUMINISMO
a)    Francis Bacon (1561-1626):
ü Propôs o método experimental para a conquista do conhecimento, que procura analisar detalhadamente as diversas circunstâncias em que ocorre um fenômeno e a relação entre elas.

b)    René Descartes (1596-1650):
ü Defendia a razão como o único meio para atingir o verdadeiro conhecimento científico.
ü Acreditava que a expressão "Penso, logo existo" era a base para a construção de verdades universais.

c)     John Locke (1632-1704)
ü Considerado o "pai do liberalismo político" e o mais importante precursor do iluminismo, opunha-se à concentração de poderes nas mãos do rei e propunha que o poder legislativo representasse o verdadeiro poder do Estado.

d)    Isaac Newton (1642-1727)
ü Com a teoria da gravitação universal, afirmou que o Universo é dirigido por leis físicas invariáveis.

 OS PRINCIPAIS ILUMINISTAS DO SÉCULO XVIII
a)    Barão de Montesquieu (1689-1775):
ü Apoiava a limitação da soberania dos reis e propunha a divisão dos poderes do Estado em legislativo, executivo e judiciário.

b)    Voltaire (1694-1778):
ü Notabilizou-se como defensor da liberdade de expressão e combateu o absolutismo e a intolerância.

c)     Jean-Jacques Rousseau (1712-1778):
ü É considerado o pai da democracia.
ü Defendia a ideia de que o homem é naturalmente bom, porém a sociedade o corrompe.
ü Segundo Rousseau, as desavenças e as desigualdades entre os homens se iniciaram com a propriedade privada.
ü Em 1762, escreveu O contrato social, no qual afirmava que somente os pactos sociais poderiam legitimar a autoridade.
                  
d)    Denis Diderot (1713-1784) e Jean d'Alembert (1717-1783):
ü Diderot dirigiu a elaboração e a publicação da Enciclopédia das ciências, artes e ofícios - ou apenas Enciclopédia - com a colaboração do matemático D'Alembert.
ü Contanto com o trabalho de 120 autores, os enciclopedistas pretendiam agrupar na obra todo o conhecimento da época.
ü Iniciada em 1751, foi concluída em 1772, mas sua divulgação foi proibida pelo governo francês e pela Igreja católica, que a incluiu no Índex (lista de livros proibidos).

 DESPOTISMO ESCLARECIDO
·       O Iluminismo aterrorizava os soberanos.
·       No entanto, alguns viram que, para se manter no poder, era preciso adotar reformas de cunho iluminista.
·       Essa tentativa de modernização ficou conhecida como despotismo esclarecido.
·       Seu objetivo era aliviar as tensões entre a nobreza e a burguesia e preservar as monarquias absolutistas europeias.
·       Algumas das medidas adotadas por esses governantes foram a limitação do poder da Igreja Católica e a redução dos privilégios da aristocracia e do clero.
·       Os principais déspotas esclarecidos foram Frederico II, da Prússia; o marquês de Pombal, ministro de dom José I, de Portugal; Catarina II, da Rússia; e José II, da Áustria.
·       Apesar das mudanças, a participação política da burguesia e do povo continuava limitada, o que levaria a revoltas, entre elas a Revolução Francesa, em 1789.

 LIBERALISMO ECONÔMICO
·       Os iluministas também condenavam o sistema econômico do Antigo Regime, o mercantilismo.
·       Os primeiros contestadores foram os fisiocratas, como os franceses Jacques Turgot e François Quesnay.
·       Eles consideravam a terra a única fonte de riqueza de uma nação - em oposição ao comércio, em que não há produção, apenas troca.
·       O também francês Vincent de Gournay, discípulo de Quesnay, cunhou a expressão que depois se tornaria símbolo do liberalismo econômico: "Laissez faire, laissez passer, le monde va de lui même" ("Deixe fazer, deixe acontecer, o mundo vai por si mesmo").
·       Em sua obra A Riqueza das Nações (1776), o pensador escocês Adam Smith aprofundou ainda mais esses ideais, ao afirmar que a economia funcionava por si mesma, como uma "mão invisível" a dirigisse.
·       Ele condenava o mercantilismo, via o trabalho como única fonte de riqueza e pregava a livre concorrência e a não intervenção do Estado na economia, fundamentando, assim, o liberalismo econômico.

 REFERÊNCIA:
ATIVIDADE:
TAREFA:
1. CÓPIA
2. QUESTÕES



 Profº Gilberto Moura, História, Aula: Século das Luzes – Iluminismo e Liberalismo, 2ª Etapa, 2º Período, 2019.

Primeira Etapa: Antigas Civilizações Ocidentais: Roma Antiga

Prof. Gilberto Moura
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*******************1ª ETAPA  A & B ******************
Cruzeiro do Sul
Professor: Gilberto Moura 
Disciplina: História                       Ano: 2019       Turno: Noturno                
2º Período
Aula

AS ANTIGAS CIVILIZAÇÕES OCIDENTAIS: ROMA ANTIGA