![]() |
"É necessário fazer outras perguntas, ir
atrás das indagações que produzem o novo saber, observar com outros olhares
através da história pessoal e coletiva, evitando a empáfia daqueles e daquelas
que supõem já estar de posse do conhecimento e da certeza."{Mario
Sergio Cortella}
1ª ETAPA A, B
CE Cruzeiro do Sul
Professor: Gilberto Moura
Disciplina: História Ano: 2019
Etapa: 1ª A, B
Turno: Noturno
3º Período
Aula
AS ANTIGAS CIVILIZAÇÕES OCIDENTAIS: ROMA
ANTIGA
ROMA ANTIGA PARTE I
ü A herança cultural deixada pelos romanos contribuiu
para transformá-los no mais importante e influente povo da civilização
ocidental.
ü Alguns fatores contribuíram para a ocupação da região:
a) Os aspectos físicos.
b) Roma está localizada na Península Itálica.
c) O solo fértil: facilitava a produção de alimentos.
d) Ausência de bons portos: isolando relativamente a
região.
ü A Roma Antiga conheceu 3 formas de governo: Monarquia,
República e Império.
MONARQUIA
ü A forma de governo adotada em Roma até o século VI
a.C., foi a Monarquia.
ü Os romanos acreditavam que o rei tinha origem divina.
ü Esse período foi marcado pela invasão de outros povos
(etruscos) que durante cerca de 100 anos, dominaram a cidade, impondo-lhe seus
reis.
ü Em 509 a.C., os romanos derrubaram o rei etrusco
(Tarquínio - o Soberbo), e fundaram uma República.
ü No lugar do rei, elegeram dois magistrados para
governar.
REPÚBLICA
ü No início da República, a sociedade romana estava
dividida em 4 classes: Patrícios, Clientes, Plebeus e Escravos.
ü A decadência política, social e econômica, fez com que
a plebe entrasse em conflito com os patrícios, essa luta durou cerca de 200
anos.
ü Apesar disso, os romanos conseguiram conquistar quase
toda a Península Itálica e logo em
seguida partiram para o Mediterrâneo.
ü Lutaram mais de 100 anos contra Cartago nas chamadas Guerras Púnicas e em seguida, ocuparam a
Península Ibérica (conquista que levou mais de 200 anos), Gália e o
Mediterrâneo Oriental.
ü Os territórios ocupados foram transformados em
províncias.
ü Essas províncias pagavam impostos ao governo de Roma
(em sinal de submissão).
ü As conquistas transformaram exército romano em um
grupo imbatível.
ü A comunidade militar era formada por:
a)
Cidadãos de Roma,
dos territórios, das colônias e das tribos latina que também tinham cidadania
romana.
b)
Comunidades cujos
membros não possuíam cidadania romana completam (não podiam votar nem ser
votados).
c)
Aliados autônomos
(faziam tratados de aliança com Roma).
ü Além do exército, as estradas construídas por toda a
península itálica também contribuíram para explicar as conquistas romanas.
ü Os romanos desenvolveram armas e aperfeiçoaram também
a técnica de montar acampamentos e construir fortificações.
ü A disciplina militar era severa e a punição consistia
em espancamentos e decapitações.
ü Os soldados vencedores recebiam prêmios e honrarias e
o general era homenageado, enquanto os perdedores eram decapitados nas prisões.
ü As sucessivas conquistas provocaram, em Roma, grandes
transformações sociais, econômicas e políticas.
ü No plano social, o desemprego aumentou por causa do
aproveitamento dos prisioneiros de guerra como escravos.
ü A mão-de-obra escrava provocou a concentração das
terras nas mãos da aristocracia (provocando a ruína dos pequenos proprietários
de terras que foram forçados a migrar para as cidades.
ü Na economia, surgiu uma nova camada de comerciantes e
militares (homens novos ou cavaleiros) que enriqueceram com as novas atividades
surgidas com as conquistas (cobrança de impostos, fornecimento de alimentos
para o exército, construção de pontes e estradas, etc.).
ü Além disso, sociedade romana também sofreu forte
influência da cultura grega e helenística:
a) A alimentação ganhou requintes orientais.
b) A roupa ganhou enfeites.
c) Homens e mulheres começaram a usar cosméticos.
d) Influência da religião grega.
e) Escravos vindos do oriente introduziram suas crenças e
práticas religiosas.
f)
Influência grega
na arte e na arquitetura.
g) Escravos gregos eram chamados de pedagogos, pois
ensinavam para as famílias ricas a língua e a literatura grega.
ü Essas influências geraram graves conseqüências sobre a
moral: multiplicou-se a desunião entre casais e as famílias ricas evitavam ter
muitos filhos.
ü Tais transformações foram exploradas pelos grupos que
lutavam pelo poder e esse fato desencadeou uma série de lutas políticas.
ü A sociedade romana dividiu-se em dois partidos:
a)
O partido popular
(formado pelos homens novos e desempregados).
b)
E o partido aristocrático
(formado pelos grandes proprietários rurais).
ü Essas lutas caracterizaram a fase de decadência da
República Romana.
IMPÉRIO
ü Dois nomes sobressaíram durante o Império Romano:
Julio César e Augusto.
ü Após vários conflitos, Julio César tornou-se ditador
(com o apoio do Senado) e apoiado pelo exército e pela plebe urbana, começou a
acumular títulos concedidos pelo Senado.
ü Tornou-se Pontífice Máximo e passou a ser:
a)
Ditador Perpétuo
(podia reformar a Constituição).
b)
Censor vitalício
(podia escolher senadores).
c)
E Cônsul
Vitalício, além de comandar o exército em Roma e nas províncias.
ü Tantos poderes lhe davam vários privilégios: sua
estátua foi colocada nos templos e ele passou a ser venerado como um deus
(Júpiter Julius).
ü Com tanto poder nas mãos, começou a realizar várias
reformas e conquistou enorme apoio popular:
§ Acabou com as guerras civis.
§ Construiu obras públicas.
§ Reorganizou as finanças.
§ Obrigou proprietários a empregar homens livres.
§ Promoveu a fundação de colônias.
§ Reformou o calendário dando seu nome ao sétimo mês.
§ Introduziu o ano bissexto.
§ Estendeu cidadania romana aos habitantes das
províncias.
§ Nomeava os governadores e os fiscalizava para evitar
que espoliassem as províncias.
ü Em compensação, os ricos (que se sentiram
prejudicados) começaram a conspirar.
ü No dia 15 de março de 44 a.C., Julio César foi
assassinado.
ü Seu sucessor (Otávio) recebeu o título de Augusto, que
significava “Escolhido dos Deuses”.
ü O governo de Augusto marcou o início de um longo
período de calma e prosperidade.
ü Principais medidas tomadas por Augusto:
a)
Profissionalizou
o exército;
b)
Criou o correio;
c)
Magistrados e
senadores tiveram seus poderes reduzidos
d)
Criou o conselho
do imperador (que se tornou mais importante que o senado);
e)
Criou novos
cargos.
ü Os cidadãos começaram a ter direitos proporcionais aos
seus bens.
ü Surgiram assim três ordens sociais:
a)
Senatorial
(tinham privilégios políticos);
b)
Eqüestre (podiam
exercer alguns cargos públicos);
c)
E Inferior (não tinha
nenhum direito);
ü Encorajou a formação de famílias numerosas e a volta
da população ao campo.
ü Mandou punir as mulheres adúlteras.
ü Estimulou o culto aos deuses tradicionais (Apolo,
Vênus, César, etc.).
ü Combateu a introdução de práticas religiosas
estrangeiras.
ü Passou a sustentar escritores e poetas sem recursos
(Virgílio autor de “Eneida”, Tito Lívio, Horácio).
ü Quando chegou a hora de deixar um sucessor, Augusto
nomeou Tibério (um de seus principais colaboradores).
ü A História Romana vivia o seu melhor período.
ü A cidade de Roma tornou-se o centro de um império que
crescia e se estendia pela Europa, Ásia e África.
ü Após a morte de Augusto, houve quatro dinastias de
Imperadores:
a)
Dinastia
Julio-Claudiana (14-68):
§ Tibério executou os planos deixados por Augusto.
§ Porém, foi acusado da morte do general Germanicus e
teve o povo e o Senado contra ele.
§ Sua morte (78 anos) foi comemorada nas ruas de Roma.
§ Seus sucessores foram Calígula (filho de Germanicus),
Cláudio (tio de Calígula) e Nero;
§ Essa dinastia caracterizou-se pelos constantes
conflitos entre o Senado e os imperadores.
b)
Dinastia dos Flávios
(69-96):
§ Neste período, os romanos dominaram a Palestina.
§ E houve a dispersão (diáspora) do povo judeu.
c)
Dinastia dos
Antoninos (96-192):
§ Marcou o apogeu do Império Romano.
§ Dentre os imperadores dessa dinastia podem citar:
Marco Aurélio (que cultivava os ideais de justiça e bondade) e Cômodo que por
ser corrupto, acabou sendo assassinado em uma das conspirações que enfrentou.
d)
Dinastia dos
Severos (193-235):
§ Várias crises internas e pressões externas exercidas pelos
bárbaros (os povos que ficavam além das fronteiras).
§ Pronunciaram o fim do Império Romano, a partir do
século III da era cristã.
REFERÊNCIA
Básica:
BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História Geral: Antiga,Medieval,
Moderna e Contemporânea – vol. Único. São Paulo, FTD, 2018.
VAINFAS, Ronaldo; FARIA, Sheila de
Castro; FERREIRA, Jorge; SANTOS, Georgina dos. História – Volume Único (Ensino Médio). Editora Saraiva, Livreiros
Editores, São Paulo, 2010.
Complementar:
GOMBRICH, E.H. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
JANSON, H. W e JANSON, Anthony F.
Iniciação à história da arte, 2ªed. São Paulo, Martins, 1996.
SOUZA, Denice Nunes de, et al. Apostila
História do CEESVO - Ensino Médio.Votorantin, SP, 2016 (1 a 6).
SITES
http://www.suapesquisa.com/imperioromano/sociedade_romana.htm
Resumo de Roma Antiga
https://drive.google.com/file/d/1fr9K8BM6LKGXqDOVYNV33E6xknl6OitW/view?ts=5d532044 Slides: Roma Antiga https://drive.google.com/file/d/1-DO2SpENCuOF1Kd2UoqhU7iprSM-8k-k/view?ts=5d532055
Slides Aula: Vídeo
Vídeo_Aula: You Tube- Roma Antiga.
Atividade:
|
CE Cruzeiro de Santa Bárbara: 2022
terça-feira, agosto 13, 2019
Primeira Etapa: Roma Antiga.
TEXTO CONHECIMENTO II
Texto: Conhecimento II
Surge no alvorecer dos primeiros dias
De forma tão imperceptível
Na juventude, na maturidade, na velhice.
Se não é mais sutil, mas sempre necessário.
Nunca termina
Não se conclui
Só se considera
Usa-se e não se acaba
Quanto mais se usa, mais se adquire
Ao contrário da sede
Nunca se sacia
Mas se amplia
Dentro e fora da academia
Ao seu lado se viaja o mundo inteiro
Sem que precise pegar a estrada
O que seria do mundo sem ti!
A caverna seria ainda a morada
É o grande instrumento de liberdade!
Autor: Gilberto Moura
Surge no alvorecer dos primeiros dias
De forma tão imperceptível
Na juventude, na maturidade, na velhice.
Se não é mais sutil, mas sempre necessário.
Nunca termina
Não se conclui
Só se considera
Usa-se e não se acaba
Quanto mais se usa, mais se adquire
Ao contrário da sede
Nunca se sacia
Mas se amplia
Dentro e fora da academia
Ao seu lado se viaja o mundo inteiro
Sem que precise pegar a estrada
O que seria do mundo sem ti!
A caverna seria ainda a morada
É o grande instrumento de liberdade!
Autor: Gilberto Moura
segunda-feira, julho 15, 2019
terça-feira, junho 25, 2019
Projeto Alimentação e Sustentabilidade - 1ª Etapa A,Turma 100
Projeto Alimentação e Sustentabilidade - 1ª Etapa A,Turma 100
Slides:https://drive.google.com/file/d/12LsHa3vEHS4gsjRiwc4cdF4bPRsIRfuM/view?ts=5d12850c
Vídeo- Slides:
Profº Gilberto Moura
Slides:https://drive.google.com/file/d/12LsHa3vEHS4gsjRiwc4cdF4bPRsIRfuM/view?ts=5d12850c
Vídeo- Slides:
Vídeo - You Tube:
Projeto Alimentação e Sustentabilidade - Apresentação da Disciplina História
Projeto Alimentação e Sustentabilidade - Apresentação da Disciplina História
Slides:https://drive.google.com/file/d/1gPpHRQdhdX87Pnn5NHmbArx_RFOmeGXp/view?ts=5d12865c
Vídeo_ Slides:
Slides:https://drive.google.com/file/d/1gPpHRQdhdX87Pnn5NHmbArx_RFOmeGXp/view?ts=5d12865c
Vídeo_ Slides:
Projeto Alimentação e Sustentabilidade - Apresentação Geral
Projeto Alimentação e Sustentabilidade - Apresentação Geral
Slides:https://drive.google.com/file/d/1-SrYvPPP18HwT12o76VM6JzPJ1r6x7k0/view?ts=5d1284f7
Slides:https://drive.google.com/file/d/1-SrYvPPP18HwT12o76VM6JzPJ1r6x7k0/view?ts=5d1284f7
Vídeo _ Slides (Geral das Disciplinas):
sexta-feira, junho 21, 2019
Aula de hoje
| Autor: Gilberto Moura **************************************************************************************************************************** |
**********************************************************************************************************************************
https://drive.google.com/file/d/1nBERbzubwBIfIeKYTRssJLPtjsLrGRSl/view?ts=5d0ce8fdquinta-feira, junho 20, 2019
Segunda Etapa: O Século da Razão - Iluminismo e Absolutismo
| Autor: Gilberto Moura |
CE CRUZEIRO DO SUL
Professor: Gilberto Moura
Disciplina: História Ano: 2019
Etapa: 2ª A,B,C Turno: Noturno
Aula:
O SÉCULO DA RAZÃO: ILUMINISMO E LIBERALISMO
SLIDES:
VÍDEOS - SLIDES:
VÍDEOS- YOU TUBE:RESUMO:
RESUMO:
O
ILUMINISMO
· Foi a corrente de pensamento dominante na Europa do
século XVIII e defendeu o predomínio da razão sobre a fé, representando a visão
de mundo da burguesia.
· Seus pensadores negavam as doutrinas absolutistas e
mercantilistas e apoiavam valores liberais, tanto na política quanto na
economia.
ORIGENS
· Os primeiros teóricos do Iluminismo introduziram as
bases do movimento ainda no século XVII, influenciados pelas transformações que
vinham ocorrendo na Europa, como o Renascimento, a Reforma Religiosa, a
expansão marítimo-comercial e a ascensão da burguesia.
· O racionalismo foi fundamentado como método científico
pelo francês René Descartes, que, em 1637, estabeleceu a razão como único
caminho para o conhecimento.
· Descartes partia de verdades básicas - axiomas - para
atingir conhecimentos mais amplos.
· Seu primeiro axioma ficou famoso: "Penso, logo
existo".
· Segundo o pensamento iluminista, o avanço do
conhecimento poderia se dar tanto pela via de racionalismo abstrato de
Descartes como pela via do empirismo inglês.
·
Nas ciências
exatas, o físico inglês Isaac Newton também revolucionou o pensamento da época,
ao afirmar que o universo seria regido por leis próprias, que podem ser
conhecidas pelo homem por meio da ciência.
· O holandês Baruch de Espinosa demonstrou que o
Universo é inteligível, ou seja, pode ser conhecido por meio da razão.
· Ele mostrou que os mistérios, os milagres e as coisas
ocultas são fruto da nossa imaginação, devido ao medo que temos dos males que
podem nos atingir e das necessidades e privações que podemos enfrentar.
· O pensamento de Espinosa é uma crítica radical a todas
as formas de irracionalismo e superstição, seja na religião, na política ou na
filosofia.
· Os princípios da política iluminista - liberalismo -
foram formulados pelo filósofo inglês John Locke, que defendia uma relação
contratual entre o monarca e seus súditos.
· Para Locke, o homem possuía direitos como liberdade e
propriedade privada, e cabia ao Estado proteger esses direitos, o que limitava
seu poder.
SÉCULO DAS LUZES
· No século XVIII, a Europa viveu o ápice das
transformações ideológicas e culturais iniciadas com o Renascimento nos séculos
XV e XVI.
· Voltados para o estudo da sociedade e da natureza, os
filósofos da época acreditavam que o uso da razão era indispensável para
alcançar a verdade, base da compreensão dos fenômenos naturais e do
funcionamento da sociedade.
· Por considerarem a necessidade de "iluminar o
pensamento humano com a razão", esses pensadores foram chamados filósofos
iluministas.
· Os importantes avanços econômicos, culturais e
científicos levaram à crença de que o destino da humanidade era o progresso.
· O auge dessa efervescência se deu no século XVIII - o
"século das luzes".
· Além do racionalismo e do liberalismo, outro princípio
iluminista é o anticlericalismo - posição política contrária ao poder da Igreja.
· Os três nomes mais significativos do Iluminismo
francês foram os filósofos Voltaire, Montesquieu e Jean-Jacques Rousseau.
· O primeiro, ligado à alta burguesia, era um crítico
fervoroso do absolutismo, da nobreza e, principalmente, da Igreja.
· Na política, Voltaire foi um dos inspiradores do
despotismo esclarecido. Rousseau era identificado com a baixa burguesia e com
os trabalhadores miseráveis, posicionando-se a favor do Estado democrático e
republicano.
· Trabalhou com a noção do bom selvagem, segundo a qual
o homem nasce bom, mas depois é corrompido pela sociedade. Foi o maior ideólogo
da Revolução Francesa.
· A fim de divulgar o conhecimento, os iluministas
conceberam a Enciclopédia, obra com 35 volumes contemplando todo o conhecimento
existente até então.
OS
MAIS IMPORTANTES PRINCÍPIOS DO ILUMINISMO
· A laicização do Estado, ou seja, a separação entre
política e religião.
· A laicização do ensino, que tornou a educação
responsabilidade do Estado, sem a interferência do clero.
· O combate à escravidão.
· A liberdade como direito natural e inalienável de todo
ser humano.
· A igualdade jurídica, ou seja, o combate às diferenças
entre as ordens sociais, antes legitimadas pelo Estado absolutista.
· O confisco das propriedades eclesiásticas, a limitação
dos poderes inquisitoriais da Igreja e a concessão de liberdade religiosa aos
súditos.
OS
PRINCIPAIS PRECURSORES DO ILUMINISMO
a)
Francis Bacon
(1561-1626):
ü Propôs o método experimental para a conquista do
conhecimento, que procura analisar detalhadamente as diversas circunstâncias em
que ocorre um fenômeno e a relação entre elas.
b)
René Descartes
(1596-1650):
ü Defendia a razão como o único meio para atingir o
verdadeiro conhecimento científico.
ü Acreditava que a expressão "Penso, logo
existo" era a base para a construção de verdades universais.
c)
John Locke
(1632-1704)
ü Considerado o "pai do liberalismo político"
e o mais importante precursor do iluminismo, opunha-se à concentração de
poderes nas mãos do rei e propunha que o poder legislativo representasse o
verdadeiro poder do Estado.
d)
Isaac Newton
(1642-1727)
ü Com a teoria da gravitação universal, afirmou que o
Universo é dirigido por leis físicas invariáveis.
OS PRINCIPAIS ILUMINISTAS DO SÉCULO XVIII
a)
Barão de
Montesquieu (1689-1775):
ü Apoiava a limitação da soberania dos reis e propunha a
divisão dos poderes do Estado em legislativo, executivo e judiciário.
b)
Voltaire
(1694-1778):
ü Notabilizou-se como defensor da liberdade de expressão
e combateu o absolutismo e a intolerância.
c)
Jean-Jacques
Rousseau (1712-1778):
ü É considerado o pai da democracia.
ü Defendia a ideia de que o homem é naturalmente bom,
porém a sociedade o corrompe.
ü Segundo Rousseau, as desavenças e as desigualdades
entre os homens se iniciaram com a propriedade privada.
ü Em 1762, escreveu O
contrato social, no qual afirmava que somente os pactos sociais poderiam
legitimar a autoridade.
d) Denis Diderot
(1713-1784) e Jean d'Alembert (1717-1783):
ü Diderot dirigiu a elaboração e a publicação da
Enciclopédia das ciências, artes e ofícios - ou apenas Enciclopédia - com a
colaboração do matemático D'Alembert.
ü Contanto com o trabalho de 120 autores, os
enciclopedistas pretendiam agrupar na obra todo o conhecimento da época.
ü Iniciada em 1751, foi concluída em 1772, mas sua
divulgação foi proibida pelo governo francês e pela Igreja católica, que a
incluiu no Índex (lista de livros proibidos).
DESPOTISMO ESCLARECIDO
· O Iluminismo aterrorizava os soberanos.
· No entanto, alguns viram que, para se manter no poder,
era preciso adotar reformas de cunho iluminista.
· Essa tentativa de modernização ficou conhecida como
despotismo esclarecido.
· Seu objetivo era aliviar as tensões entre a nobreza e
a burguesia e preservar as monarquias absolutistas europeias.
· Algumas das medidas adotadas por esses governantes
foram a limitação do poder da Igreja Católica e a redução dos privilégios da
aristocracia e do clero.
· Os principais déspotas esclarecidos foram Frederico
II, da Prússia; o marquês de Pombal, ministro de dom José I, de Portugal;
Catarina II, da Rússia; e José II, da Áustria.
· Apesar das mudanças, a participação política da
burguesia e do povo continuava limitada, o que levaria a revoltas, entre elas a
Revolução Francesa, em 1789.
LIBERALISMO ECONÔMICO
· Os iluministas também condenavam o sistema econômico
do Antigo Regime, o mercantilismo.
· Os primeiros contestadores foram os fisiocratas, como
os franceses Jacques Turgot e François Quesnay.
· Eles consideravam a terra a única fonte de riqueza de
uma nação - em oposição ao comércio, em que não há produção, apenas troca.
· O também francês Vincent de Gournay, discípulo de
Quesnay, cunhou a expressão que depois se tornaria símbolo do liberalismo
econômico: "Laissez faire, laissez passer, le monde va de lui même"
("Deixe fazer, deixe acontecer, o mundo vai por si mesmo").
· Em sua obra A Riqueza das Nações (1776), o pensador
escocês Adam Smith aprofundou ainda mais esses ideais, ao afirmar que a
economia funcionava por si mesma, como uma "mão invisível" a
dirigisse.
· Ele condenava o mercantilismo, via o trabalho como
única fonte de riqueza e pregava a livre concorrência e a não intervenção do
Estado na economia, fundamentando, assim, o liberalismo econômico.
REFERÊNCIA:
ATIVIDADE:
Profº Gilberto Moura, História, Aula: Século das Luzes – Iluminismo e Liberalismo, 2ª Etapa, 2º Período, 2019.
Primeira Etapa: Antigas Civilizações Ocidentais: Roma Antiga
Prof. Gilberto Moura
***************************************************************************************************************************************************************************************************************************************************************
*******************1ª ETAPA A & B *********************************************************************************************************************************************************************************************************************************************************************************
Professor: Gilberto Moura
Disciplina: História Ano: 2019 Turno: Noturno
2º Período
Aula
AS ANTIGAS CIVILIZAÇÕES OCIDENTAIS: ROMA
ANTIGA
ROMA ANTIGA PARTE I
SLIDES:
VÍDEO-SLIDES:
Assinar:
Postagens (Atom)






