sábado, junho 06, 2020

2ª ETAPA A& B - A IDADE MODERNA: INÍCIO ATÉ A COLONIZAÇÃO DA AMÉRICA - (REVISÃO)



CE CRUZEIRO DO SUL
Professor: Gilberto Moura 
Disciplina: História                                Ano: 2020                     2º Período
Etapa: 2ª                          Turno: Noturno
Aula:

A IDADE MODERNA: INÍCIO ATÉ A COLONIZAÇÃO  DA AMÉRICA -   (REVISÃO)

1      O INÍCIO DA IDADE MODERNA
§  O início do ano de 1453, quando houve a queda de Constantinopla e sua derrocada pelos turcos otomanos e se estende até o ano de 1789, culminando a Revolução Francesa defendida por personalidades como Napoleão Bonaparte.
§  Teve a abertura de uma fase econômica e social intitulada de Estado moderno.
2      FORMAÇÃO DOS ESTADOS MODERNOS
§  Com a crise feudal começa então o processo de substituição de uma nova forma de governo (para o desespero da nobreza que viu seu poder minguar).
§  Como a época feudal foi marcada por um poder político controlado pelos senhores, depois da crise e com a ascensão das transações comerciais, a burguesia passa a objetivar o estabelecimento de meios que assegurem seu papel de destaque no desenvolvimento político e socioeconômico.
§  A Formação dos Estados Modernos não aconteceu da noite para o dia.
§  Tendo seu início em Portugal, retomando a Península Ibérica dos mouros, foram necessários cerca de 300 anos para que o desenvolvimento estivesse estabelecido.
§   A consolidação do Estado Moderno se desenvolveu no contexto de domínio total da figura do rei, soberano, caracterizando o Estado como absolutista.
§  Para dar poder total a alguém é necessário se utilizar de mecanismos que justifiquem a conversão de tantos poderes a um soberano só, a citar:
2.1    Estado Moderno
ü Surgiu a partir da fragmentação do sistema feudal.
ü É marcado por quatro fases: o estado moderno, estado liberal, crise no estado liberal e estado democrático liberal.
2.2  Características do Estado Moderno
ü Um só poder;
ü Um só exército;
ü Autoridade soberana do rei para todo o território;
ü Administração unificada;
ü Criação do sistema burocrático.
2.3 Distinção dos Estados Modernos:
§  A partir do século XV, com o desenvolvimento do capitalismo mercantil registrado em:
a)    Portugal
ü  O primeiro reino a utilizar o modelo de Estado Moderno foi Portugal. Ali, a centralização política ocorreu como consequência de campanhas militares da Guerra da Reconquista.
ü  O conflito, travado contra os muçulmanos, garantiu ainda a independência de Castela no século XII.
ü  Revolução de Avis garantiu a consolidação do Estado Moderno em Portugal em 1385. Com apoio da burguesia, D. João, o Mestre de Avis, venceu Dona Leonor Teles, que tinha o apoio da nobreza portuguesa e do reino de Castela.
ü  D. João foi coroado rei de Portugal e essa organização está entre os fatores decisivos para a expansão marítima europeia.
b)      Espanha
ü  Na Espanha, a formação do Estado Moderno ocorreu como consequência da Guerra da Reconquista e da união dos reinos de Aragão e Castela em 1469.
ü  A consolidação ocorreu em 1492, com a expulsão dos mouros da região de Granada.
c)      França
ü  Já na França, a vitória sobre a Inglaterra na Guerra dos Cem Anos (1337 - 1453) firmou as bases para a consolidação do Estado Moderno.
d)      Inglaterra
ü Quanto à Inglaterra, passou pelo processo após a Guerra das Duas Rosas (1455 - 1485) que garantiu a supremacia do soberano.
3. ESTADO ABSOLUTISTA ou ABSOLUTISMO
§  Estado absolutista é um regime político surgido no fim da Idade Média.
§  Também chamado de Absolutismo se caracteriza por concentrar o poder e autoridade no rei e de poucos colaboradores.
§  Nesse tipo de governo, o rei está totalmente identificado com o Estado, ou seja, não há diferença entre a pessoa real e o Estado que governa.
§  Não há nenhuma Constituição ou lei escrita que limite o poder real e tampouco existe um parlamento regular que contrabalance o poder do monarca.
3.1  Origem do Estado Absolutista
§  O Estado Absolutista surgiu no processo de formação do Estado Moderno ao mesmo tempo em que a burguesia se fortalecia.
§  Durante a Idade Média, os nobres detinham mais poder que o rei. O soberano era apenas mais um entre os nobres e deveria buscar o equilíbrio entre a nobreza e seu próprio espaço.
§  Durante a transição do feudalismo para o capitalismo houve a ascensão econômica da burguesia e do Mercantilismo. Era preciso outro regime político na Europa centro-ocidental que garantisse a paz e o cumprimento das leis.
§  Por isso, surge a necessidade de um governo que centralizasse a administração estatal.
§  Desta maneira, o rei era a figura ideal para concentrar o poder político e das armas, e garantir o funcionamento dos negócios.
§  Nesta época, começam a surgir os grandes exércitos nacionais e a proibição de forças armadas particulares.
3.2 Exemplos de Estados Absolutistas
§  Ao longo da história, com a centralização do Estado Moderno várias nações passaram a formar Estados Absolutistas. Eis alguns exemplos:
a)      França
ü  Considera-se a formação do Estado francês sob o reinado dos reis Luís XIII (1610-1643) e do rei Luís XIV (1643-1715) durando até a Revolução Francesa, em 1789.
ü  Luís XIV limitou o poder da nobreza, concentrou as decisões econômicas e de guerra em si e seus colaboradores mais próximos.
ü  Realizou uma política de alianças através de casamentos que garantiu sua influência em boa parte da Europa, fazendo a França ser o reino mais relevante no continente europeu.
ü  Este rei acreditava que somente "um rei, uma lei e uma religião" fariam prosperar a nação. Deste modo, inicia uma perseguição aos protestantes.
b)   Inglaterra
ü  A Inglaterra passou um longo período de disputas internas devido às guerras religiosas, primeiro entre católicos e protestantes e, mais tarde, entre as várias correntes protestantes.
ü  Este fato foi decisivo para que o monarca concentrasse mais poder, em detrimento da nobreza.
ü  O grande exemplo de monarquia absolutista inglesa é o reinado de Henrique VIII (1509-1547) e o de sua filha, a rainha Elizabeth I (1558-1603) quando uma nova religião foi estabelecida e o Parlamento foi enfraquecido.
ü  A fim de limitar o poder do soberano, o país entra em guerra e somente com a Revolução Gloriosa estabelece as bases da monarquia constitucional.
c)    Espanha
ü  Considera-se que a Espanha teve dois períodos de monarquia absoluta.
ü  Primeiro, durante o reinado dos reis católicos, Isabel e Fernando, no final do século XIV, até o reinado de Carlos IV, que durou de 1788 a 1808. Isabel de Castela e Fernando de Aragão governaram sem nenhuma constituição.
ü  De todas as formas, Isabel e Fernando, deviam estar sempre atentos aos pedidos da nobreza tanto de Castela como de Aragão, de onde procediam respectivamente.
ü  O segundo período é o reinado de Fernando VII, de 1815 -1833, que aboliu a Constituição de 1812, restabeleceu a Inquisição e retirou alguns direitos da nobreza.
d)   Portugal
ü  O absolutismo em Portugal começou ao mesmo tempo em que se iniciavam as Grandes Navegações. A prosperidade trazida com os novos produtos e os metais preciosos do Brasil foi fundamental para enriquecer o rei.
ü  O reinado de Dom João V (1706-1750) é considerado o auge do estado absolutista português, pois este monarca centralizou na coroa todas as decisões importantes como a justiça, o exército e a economia.
ü  O absolutismo em Portugal duraria até a Revolução Liberal do Porto, em 1820, quando o rei Dom João VI (1816-1826) foi obrigado aceitar uma Constituição.
3.3  Teóricos Do Estados Absolutista
§  Os pensadores desenvolveram suas teses a respeito do Absolutismo. Destaque de:
a)      Jean Boudin (1530 - 1596).
ü  A doutrina da soberania do Estado foi descrita, a teoria defende que o poder supremo era concedido por Deus ao soberano e os súditos devem somente obedecê-lo.
ü  Por esse pensamento, o rei é considerado o representante de Deus e só deve obediência a Ele -  sua própria consciência e a religião que deveria pautar suas ações.
ü  Neste modelo de estado absolutista, segundo Bodin, não havia nada de mais sagrado que o rei.
b) Thomas Hobbes (1588-1679).
ü  Defendeu, em sua obra "Leviatã", inicialmente, os seres humanos viviam no estado de natureza, onde havia a "guerra de todos contra todos".
ü  A fim de viver em paz, os homens firmaram uma espécie de contrato social, renunciariam à sua liberdade e se submeteriam à uma autoridade.
ü  Em troca, receberiam a segurança oferecida pelo Estado e a garantia que a propriedade privada seria respeitada.
c)Nicolau Maquiavel (1469-1527)
ü   Resumiu na sua obra "O Príncipe" a separação da moral e da política -  o líder de uma nação deveria usar de todos os meios para manter no poder e governar. Por isso, descreve que monarca pode lançar meios como a violência a fim de assegurar sua permanência no trono.
4 ORIGEM DO MERCANTILISMO
§  Começou a surgir na Baixa Idade Média (X a XV), época em que teve início o processo de formação das monarquias nacionais.
§  Porém, foi somente na Idade Moderna (XV a XVIII) que ele se firmou como política econômica nacional e atingiu o seu desenvolvimento.
§  Ao passo que as monarquias europeias foram se firmando como Estados modernos, os reis recebiam o apoio da burguesia comercial, que buscava a expansão do comércio para fora das fronteiras do país.
§  Além disso, o Estado lhe concedia o monopólio das atividades mercantis e defendia o comércio nacional e colonial da interferência de grupos estrangeiros.
4.1 Principais características do mercantilismo
§  Embora as práticas e ideias não tenham sido aplicadas de maneira homogênea, o mercantilismo apresentou alguns elementos comuns nas diferentes nações europeias:
a)Controle estatal da economia
ü  Os reis com o apoio da burguesia mercantil foram assumindo o controle da economia nacional, visando fortalecer ainda mais o poder central e obter os recursos necessários para expandir o comércio.
ü  Dessa forma o controle estatal da economia tornou-se a base do mercantilismo.
b)       Balança comercial favorável
ü  Consistia na ideia de que a riqueza de uma nação estava associada a sua capacidade de exportar mais do que importar.
ü  Para que as exportações superassem sempre as importações (superávit), era necessário que o Estado se ocupasse com o aumento da produção e com a busca de mercados externos para a venda dos seus produtos.
c)       Monopólio
ü  Controladores da economia, os governos interessados numa rápida acumulação de capital, estabeleceram monopólio sobre as atividades mercantis e manufatureiras, tanto na metrópole como nas colônias.
ü  Donos do monopólio, o estado o transferia para a burguesia metropolitana por pagamento em dinheiro.
ü  Dessa forma, a economia colonial funcionava como um complemento da economia da metrópole.
d)       Protecionismo
ü  Era realizado através de barreiras alfandegárias, com o aumento das tarifas, que elevava os preços dos produtos importados, e também através da proibição de se exportar matérias-primas que favorecessem o crescimento industrial do país concorrente.
e)       Ideal metalista 
ü  Os mercantilistas defendiam a ideia de que a riqueza de um país era medida pela quantidade de ouro e prata que possuíssem.
ü  Na prática essa ideia provou não ser verdadeira.
 4.2 Tipos de Mercantilismos
a)      Espanha:
ü  Adotou o mercantilismo metalista;
ü  Enriqueceu com o ouro e a prata, explorados no continente americano, mas como não desenvolveu o comércio, a agricultura e a indústria, passou a importar produtos pagos com ouro e prata.
b)      França:
ü  O mercantilismo estava voltado para o desenvolvimento de manufaturas de luxo para atender ao mercado espanhol e procurou expandir suas companhias de comércio, bem como a construção naval.
ü  Essa política econômica ficou conhecida como mercantilismo industrial ou colbertismo, referência ao ministro Colbert, quem mais a incentivou.
c)      Portugal:
ü  Foi o país que demonstrou maior flexibilidade na aplicação do mercantilismo.
ü  No século XVI, com a descoberta do caminho marítimo para as Índias, pois em prática o mercantilismo comercial, comprando e revendendo mercadorias do Oriente.
ü  Com a exploração das terras americanas, se tornou o pioneiro do mercantilismo de plantagem, baseado na produção destinada ao mercado internacional.
5 EXPANSÃO MARÍTIMA EUROPEIA
§  Foi o período compreendido entre os séculos XV e XVIII quando alguns povos europeus partiram para explorar o oceano que os rodeava, como.
a)   Portugal
ü  No ano de 1498, Portugal realiza uma das mais importantes navegações - é a chegada das caravelas, comandadas por Vasco da Gama às Índias. Navegando ao redor do continente africano, Vasco da Gama chegou à Calicute e pôde desfrutar de todos os benefícios do comércio direto com o oriente. Ao retornar para Portugal, as caravelas portuguesas, carregadas de especiarias, renderam lucros fabulosos aos lusitanos.
ü  Outro importante feito foi a chegada das caravelas de Cabral ao litoral brasileiro, em abril de 1500. Após fazer um reconhecimento da terra "descoberta", Cabral continuou o percurso em direção às Índias.
ü  Em função destes acontecimentos, Portugal tornou-se a principal potência econômica da época.
b)   Espanha
ü  A Espanha unificou grande parte do seu território com a queda de Granada, em 1492, com a derrota do último reino árabe. A primeira incursão espanhola ao mar resultou na descoberta da América, pelo navegador italiano Cristóvão Colombo (1452-1516).
ü  Apoiado pelos reis Fernando de Aragão e Isabel de Castela, Colombo partiu em agosto de 1492 com as caravelas Nina e Pinta e com a nau Santa Maria rumo a oeste, chegando à América em outubro do mesmo ano.
ü  Dois anos depois, o Papa Alexandre V I aprovou o Tratado de Tordesilhas, que dividia as terras descobertas e por descobrir entre espanhóis e portugueses.
c)    França
ü  Através de uma crítica ao Tratado de Tordesilhas feita pelo rei Francisco I, os franceses se lançaram em busca de territórios ultramarinos. A França saía da Guerra dos Cem Anos (1337-1453), das lutas do rei Luís XI (1461-1483) contra os senhores feudais.
ü  A partir de 1520, os franceses passaram a fazer expedições, chegando ao Rio de Janeiro e Maranhão, de onde foram expulsos. Na América do Norte, chegaram à região hoje ocupada pelo Canadá e o estado da Louisiana, nos Estados Unidos.
ü  No Caribe, se estabeleceram no Haiti e na América do Sul, na Guiana.
d)   Inglaterra
ü  Os ingleses, que também estavam envolvidos na Guerra dos Cem Anos, Guerra das Duas Rosas (1455-1485) e conflitos com senhores feudais, também queriam buscar uma nova rota para as Índias passando pela América do Norte.
ü  Assim, ocuparam o que hoje seria os Estados Unidos e o Canadá. Igualmente, ocuparam ilhas no Caribe como a Jamaica e Bahamas. Na América do Sul, se estabeleceram na atual Guiana.
ü  Os métodos empregados pelo país eram bastante agressivos e incluía o estímulo à pirataria contra a Espanha, com a anuência rainha Elizabeth I (1558-1603).
ü  Os ingleses dominaram o tráfico de escravos para a América Espanhola e também ocuparam várias ilhas no Pacífico, colonizando as atuais Austrália e Nova Zelândia.
e)   Holanda
ü A Holanda se lançou na conquista por novos territórios a fim de melhorar o próspero comércio que dominavam. Conseguiram ocupar vários territórios na América estabelecendo-se no atual Suriname e em ilhas no Caribe, como Curaçao.
ü Na América do Norte, chegaram a fundar a cidade de Nova Amsterdã, mas foram expulsos pelos ingleses que a rebatizaram de Nova Iorque.
ü Igualmente, tentaram arrebatar o nordeste do Brasil durante a União Ibérica, mas foram repelidos pelos espanhóis e portugueses. No Pacífico, ocuparam o arquipélago da Indonésia e ali permaneceriam por três séculos e meio.
6. COLONIZAÇÃO DA AMÉRICA
ü  Em 1492, ano da própria descoberta da América, foi estabelecida a primeira colônia permanente na ilha de Hispaniola, por Cristóvão Colombo, o descobridor.
ü  Em poucas décadas muitas outras colônias foram estabelecidas, se espalhando pelas ilhas do Caribe e ainda pela Flórida e pelo Peru.
a)      Portugal:
Estabeleceu colônia no Brasil, assim como a Inglaterra colonizou as Honduras Britânicas (atual Belize) e a Jamaica.
b)      Holanda:
ü  Fez presente na Guiana e ainda em Curaçau, enquanto os franceses tomaram posse do Haiti, de Guadalupe e da Martinica.
ü  A união do Novo e do Velho Mundo foi responsável por uma mudança radical nos destinos da história de ambos.
c) Espanha
ü  Foram, sem dúvida, os colonizadores mais atuantes.
ü  Ao final do século XVIII, eles haviam estabelecido colônias nas regiões onde atualmente estão as cidades de San Francisco, Cidade do México e Los Angeles, além de Buenos Aires e Lima.
ü  Muitos metais nobres foram enviados das terras americanas para a Espanha, extraídos das minas americanas.
d)      Inglaterra:
ü  Colônias britânicas, que eram governadas por poderes representativos locais desde o princípio, as colônias espanholas eram governadas a partir de Madri.
ü  A Igreja Católica Romana desempenhou uma importante influência na colonização da América.
ü  Havia muitas catedrais católicas que foram construídas nas diversas regiões da América Latina.
ü  Tal fato auxiliou na criação de influências locais por parte da instituição religiosa.
OBSERVAÇÃO:
§  O potencial de recursos naturais americanos alterou significativamente os quadros econômicos da Europa. As doenças físicas do Velho Mundo foram um dos fatores responsáveis pela dizimação da população americana nativa.
§  Por outro lado, os conquistadores europeus tornaram-se os senhores das terras que outrora eram de posse dos povos Astecas, dos Maias além de outros povos nativos.
§  Os objetivos da própria Companhia de Jesus, em sua criação, eram a expansão da fé (e da ideologia) cristã através da catequização e doutrinação religiosa dos nativos.
§  O cumprimento de tais objetivos acarretava na expansão dos domínios da igreja pelas colônias, além de facilitar as relações de dominação entre o povo católico colonizador e o povo “gentio” colonizado.
REFERÊNCIA:
Básico:
BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História Geral: Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea – vol. Único. São Paulo, FTD, 2018.
     Complementar:
ANASTASIA, Carla Maria Junho. História – Ensino Médio. 1ª série Belo Horizonte: Editora Educacional, 2016.
Sites              
AULA MATERIAL/ PDF
Vídeo- Aula: You Tube1: A Idade Moderna: Início até a Colonização  da América,  (REVISÃO)


Vídeo- Aula: You Tube 2: A Idade Moderna: Início até a Colonização  da América,  (REVISÃO)
Vídeo- Aula: You Tube ENEM: A Idade Moderna: Início até a Colonização  da América,  (REVISÃO)
TAREFAS:
Parte I (08 a 12/06/2020)
a) Atividade Discursiva
Parte Única 
   Questão Discursiva: 
Parte  Única: 
1.       Leitura
1. Leitura
ü Debates  e Estudo  da Idade Moderna até a Colonização espanhola - Idade Moderna – PDF .https://drive.google.com/file/d/1aULnOU9250CaYRK7QRIjfVOSzNAgTV8A/view?ts=5edc03a2
ü O Estado Moderno e o Absolutismo Monárquico (Idade Moderna -(PDF)

2.       Resumo: Descrição (Redação)
ü  Escolha do educando.
ü  Resumo (Redação – 2 páginas)
ü  Apresentação (final do período)

“Conhecimento,
O interior faz caminho
Gira rumo de sabedora,
O exterior têm aventura
Vira mira de aprendizagem.”
{Prof. Gilberto Moura}
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