CE CRUZEIRO DO SUL
Professor: Gilberto Moura
Disciplina: História Ano: 2020 2º Período
Etapa: 2ª Turno: Noturno
Aula:
1
O INÍCIO DA IDADE MODERNA
§ O início do ano de 1453, quando houve
a queda de Constantinopla e sua derrocada pelos turcos otomanos e se estende
até o ano de 1789, culminando a Revolução Francesa defendida por personalidades
como Napoleão Bonaparte.
§ Teve a abertura de uma fase econômica
e social intitulada de Estado moderno.
2
FORMAÇÃO DOS ESTADOS MODERNOS
§ Com a crise feudal começa então o
processo de substituição de uma nova forma de governo (para o desespero da nobreza
que viu seu poder minguar).
§ Como a época feudal foi marcada por
um poder político controlado pelos senhores, depois da crise e com a ascensão
das transações comerciais, a burguesia passa a objetivar o estabelecimento de
meios que assegurem seu papel de destaque no desenvolvimento político e
socioeconômico.
§ A Formação dos Estados Modernos não
aconteceu da noite para o dia.
§ Tendo seu início em Portugal,
retomando a Península Ibérica dos mouros, foram necessários cerca de 300 anos
para que o desenvolvimento estivesse estabelecido. ⠀
§ A consolidação do Estado Moderno se
desenvolveu no contexto de domínio total da figura do rei, soberano,
caracterizando o Estado como absolutista.
§ Para dar poder total a alguém é
necessário se utilizar de mecanismos que justifiquem a conversão de tantos
poderes a um soberano só, a citar:
2.1
Estado
Moderno
ü Surgiu a partir da fragmentação do sistema feudal.
ü É marcado por quatro fases: o estado moderno, estado liberal, crise no
estado liberal e estado democrático liberal.
2.2 Características do Estado Moderno
ü Um só poder;
ü Um só exército;
ü Autoridade soberana do rei para todo o território;
ü Administração unificada;
ü Criação do sistema burocrático.
2.3 Distinção dos Estados Modernos:
§ A partir do século XV, com o
desenvolvimento do capitalismo mercantil registrado em:
a)
Portugal
ü O primeiro
reino a utilizar o modelo de Estado Moderno foi Portugal. Ali, a centralização
política ocorreu como consequência de campanhas militares da Guerra da Reconquista.
ü O conflito,
travado contra os muçulmanos, garantiu ainda a independência de Castela no
século XII.
ü A Revolução de Avis garantiu
a consolidação do Estado Moderno em Portugal em 1385. Com apoio da burguesia,
D. João, o Mestre de Avis, venceu Dona Leonor Teles, que tinha o apoio da
nobreza portuguesa e do reino de Castela.
ü D. João foi
coroado rei de Portugal e essa organização está entre os fatores decisivos para
a expansão marítima europeia.
b)
Espanha
ü Na Espanha, a formação do Estado Moderno
ocorreu como consequência da Guerra da Reconquista e da união dos reinos de
Aragão e Castela em 1469.
ü A consolidação ocorreu em 1492, com a expulsão
dos mouros da região de Granada.
c)
França
ü Já na França, a vitória sobre a Inglaterra na
Guerra dos Cem Anos (1337 - 1453) firmou as bases para a consolidação do Estado
Moderno.
d)
Inglaterra
ü Quanto à
Inglaterra, passou pelo processo após a Guerra das Duas Rosas (1455 -
1485) que garantiu a supremacia do soberano.
3. ESTADO ABSOLUTISTA ou ABSOLUTISMO
§ Estado absolutista é
um regime político surgido no fim da Idade Média.
§ Também chamado de Absolutismo se
caracteriza por concentrar o poder e autoridade no rei e de poucos
colaboradores.
§ Nesse tipo de governo, o rei está totalmente identificado com o Estado,
ou seja, não há diferença entre a pessoa real e o Estado que governa.
§ Não há nenhuma Constituição ou lei escrita que limite o poder real e
tampouco existe um parlamento regular que contrabalance o poder do monarca.
3.1 Origem do
Estado Absolutista
§ O Estado
Absolutista surgiu no processo de formação do Estado Moderno ao mesmo tempo em
que a burguesia se fortalecia.
§ Durante a
Idade Média, os nobres detinham mais poder que o rei. O soberano era apenas
mais um entre os nobres e deveria buscar o equilíbrio entre a nobreza e seu
próprio espaço.
§ Durante a
transição do feudalismo para o capitalismo houve a ascensão econômica da burguesia e
do Mercantilismo. Era preciso outro regime político na Europa
centro-ocidental que garantisse a paz e o cumprimento das leis.
§ Por isso,
surge a necessidade de um governo que centralizasse a administração estatal.
§ Desta
maneira, o rei era a figura ideal para concentrar o poder político e das armas,
e garantir o funcionamento dos negócios.
§ Nesta
época, começam a surgir os grandes exércitos nacionais e a proibição de forças
armadas particulares.
3.2 Exemplos de Estados Absolutistas
§ Ao longo da
história, com a centralização do Estado Moderno várias nações passaram a formar Estados
Absolutistas. Eis alguns exemplos:
a)
França
ü Considera-se
a formação do Estado francês sob o reinado dos reis Luís XIII (1610-1643) e do
rei Luís XIV (1643-1715) durando até a Revolução Francesa, em 1789.
ü Luís XIV
limitou o poder da nobreza, concentrou as decisões econômicas e de guerra em si
e seus colaboradores mais próximos.
ü Realizou
uma política de alianças através de casamentos que garantiu sua influência em
boa parte da Europa, fazendo a França ser o reino mais relevante no continente
europeu.
ü Este rei
acreditava que somente "um rei, uma lei e uma religião" fariam
prosperar a nação. Deste modo, inicia uma perseguição aos protestantes.
b)
Inglaterra
ü A
Inglaterra passou um longo período de disputas internas devido às guerras
religiosas, primeiro entre católicos e protestantes e, mais tarde, entre as
várias correntes protestantes.
ü Este fato
foi decisivo para que o monarca concentrasse mais poder, em detrimento da
nobreza.
ü O grande
exemplo de monarquia absolutista inglesa é o reinado de Henrique VIII
(1509-1547) e o de sua filha, a rainha Elizabeth I (1558-1603) quando uma nova
religião foi estabelecida e o Parlamento foi enfraquecido.
ü A fim de
limitar o poder do soberano, o país entra em guerra e somente com a Revolução Gloriosa estabelece
as bases da monarquia constitucional.
c) Espanha
ü Considera-se
que a Espanha teve dois períodos de monarquia absoluta.
ü Primeiro,
durante o reinado dos reis católicos, Isabel e Fernando, no final do século
XIV, até o reinado de Carlos IV, que durou de 1788 a 1808. Isabel de Castela e
Fernando de Aragão governaram sem nenhuma constituição.
ü De todas as
formas, Isabel e Fernando, deviam estar sempre atentos aos pedidos da nobreza
tanto de Castela como de Aragão, de onde procediam respectivamente.
ü O segundo
período é o reinado de Fernando VII, de 1815 -1833, que aboliu a Constituição
de 1812, restabeleceu a Inquisição e retirou alguns direitos da nobreza.
d)
Portugal
ü
O absolutismo em Portugal começou ao mesmo tempo em
que se iniciavam as Grandes Navegações. A
prosperidade trazida com os novos produtos e os metais preciosos do Brasil foi
fundamental para enriquecer o rei.
ü
O reinado de Dom João V (1706-1750) é considerado o
auge do estado absolutista português, pois este monarca centralizou na coroa todas
as decisões importantes como a justiça, o exército e a economia.
ü
O absolutismo em Portugal duraria até a Revolução Liberal do Porto, em 1820,
quando o rei Dom João VI (1816-1826) foi obrigado aceitar uma Constituição.
3.3 Teóricos
Do Estados Absolutista
§ Os pensadores desenvolveram suas teses a respeito do Absolutismo. Destaque
de:
a)
Jean Boudin
(1530 - 1596).
ü A doutrina da soberania do Estado foi descrita, a teoria defende que o
poder supremo era concedido por Deus ao soberano e os súditos devem somente
obedecê-lo.
ü Por esse pensamento, o rei é considerado o representante de Deus e só
deve obediência a Ele - sua própria
consciência e a religião que deveria pautar suas ações.
ü Neste modelo de estado absolutista, segundo Bodin, não havia nada de
mais sagrado que o rei.
b) Thomas Hobbes (1588-1679).
ü Defendeu,
em sua obra "Leviatã", inicialmente, os seres humanos viviam
no estado de natureza, onde havia a "guerra de todos contra todos".
ü A fim de
viver em paz, os homens firmaram uma espécie de contrato social, renunciariam à
sua liberdade e se submeteriam à uma autoridade.
ü Em troca,
receberiam a segurança oferecida pelo Estado e a garantia que a propriedade
privada seria respeitada.
c)Nicolau
Maquiavel (1469-1527)
ü Resumiu na
sua obra "O Príncipe" a separação
da moral e da política - o líder de uma
nação deveria usar de todos os meios para manter no poder e governar. Por isso,
descreve que monarca pode lançar meios como a violência a fim de assegurar sua
permanência no trono.
4 ORIGEM
DO MERCANTILISMO
§ Começou a
surgir na Baixa Idade Média (X a XV), época em que teve início o processo de
formação das monarquias nacionais.
§ Porém, foi
somente na Idade Moderna (XV a XVIII) que ele se firmou como política econômica
nacional e atingiu o seu desenvolvimento.
§ Ao passo
que as monarquias europeias foram se firmando como Estados modernos, os reis recebiam
o apoio da burguesia comercial, que buscava a expansão do comércio para fora
das fronteiras do país.
§ Além disso,
o Estado lhe concedia o monopólio das atividades mercantis e defendia o
comércio nacional e colonial da interferência de grupos estrangeiros.
4.1 Principais características
do mercantilismo
§ Embora as
práticas e ideias não tenham sido aplicadas de maneira homogênea, o
mercantilismo apresentou alguns elementos comuns nas diferentes nações
europeias:
a)Controle estatal da economia
ü Os reis com
o apoio da burguesia mercantil foram assumindo o controle da economia nacional,
visando fortalecer ainda mais o poder central e obter os recursos necessários
para expandir o comércio.
ü Dessa forma
o controle estatal da economia tornou-se a base do mercantilismo.
b) Balança
comercial favorável
ü Consistia
na ideia de que a riqueza de uma nação estava associada a sua capacidade de
exportar mais do que importar.
ü Para que as
exportações superassem sempre as importações (superávit), era necessário que o Estado
se ocupasse com o aumento da produção e com a busca
de mercados externos para a venda dos seus produtos.
ü Controladores da economia, os governos interessados numa rápida
acumulação de capital, estabeleceram monopólio sobre as atividades mercantis e
manufatureiras, tanto na metrópole como nas colônias.
ü Donos do monopólio, o estado o transferia para a burguesia metropolitana
por pagamento em dinheiro.
ü Dessa forma, a economia colonial funcionava como um complemento da
economia da metrópole.
ü Era
realizado através de barreiras alfandegárias, com o aumento das tarifas, que
elevava os preços dos produtos importados, e também através da proibição de se
exportar matérias-primas que favorecessem o crescimento industrial do país
concorrente.
e) Ideal metalista
ü Os
mercantilistas defendiam a ideia de que a riqueza de um país era medida pela
quantidade de ouro e prata que possuíssem.
ü Na prática
essa ideia provou não ser verdadeira.
4.2 Tipos de Mercantilismos
a)
Espanha:
ü Adotou
o mercantilismo metalista;
ü Enriqueceu
com o ouro e a prata, explorados no continente americano, mas como não
desenvolveu o comércio, a agricultura e a indústria, passou a importar produtos
pagos com ouro e prata.
b)
França:
ü O
mercantilismo estava voltado para o desenvolvimento de manufaturas de luxo para
atender ao mercado espanhol e procurou expandir suas companhias de comércio,
bem como a construção naval.
ü Essa
política econômica ficou conhecida como mercantilismo
industrial ou colbertismo,
referência ao ministro Colbert, quem mais a incentivou.
c)
Portugal:
ü Foi o país
que demonstrou maior flexibilidade na aplicação do mercantilismo.
ü No século
XVI, com a descoberta do caminho marítimo para as Índias, pois em prática
o mercantilismo comercial,
comprando e revendendo mercadorias do Oriente.
ü Com a
exploração das terras americanas, se tornou o pioneiro do mercantilismo de plantagem,
baseado na produção destinada ao mercado internacional.
5 EXPANSÃO MARÍTIMA EUROPEIA
§ Foi o período compreendido entre os séculos XV e XVIII quando alguns
povos europeus partiram para explorar o oceano que os rodeava, como.
a)
Portugal
ü No ano de
1498, Portugal realiza uma das mais importantes navegações - é a chegada das
caravelas, comandadas por Vasco da Gama às Índias. Navegando ao redor do
continente africano, Vasco da Gama chegou à Calicute e pôde desfrutar de todos
os benefícios do comércio direto com o oriente. Ao retornar para Portugal, as
caravelas portuguesas, carregadas de especiarias, renderam lucros fabulosos aos
lusitanos.
ü Outro
importante feito foi a chegada das caravelas de Cabral ao litoral brasileiro,
em abril de 1500. Após fazer um reconhecimento da terra "descoberta",
Cabral continuou o percurso em direção às Índias.
ü Em função
destes acontecimentos, Portugal tornou-se a principal potência econômica da
época.
b)
Espanha
ü A Espanha
unificou grande parte do seu território com a queda de Granada, em 1492, com a
derrota do último reino árabe. A primeira incursão espanhola ao mar resultou na
descoberta da América, pelo navegador italiano Cristóvão Colombo (1452-1516).
ü Apoiado
pelos reis Fernando de Aragão e Isabel de Castela, Colombo partiu em agosto de
1492 com as caravelas Nina e Pinta e com a nau Santa Maria rumo a oeste,
chegando à América em outubro do mesmo ano.
ü Dois anos
depois, o Papa Alexandre V I aprovou o Tratado de Tordesilhas, que dividia as
terras descobertas e por descobrir entre espanhóis e portugueses.
c)
França
ü Através de
uma crítica ao Tratado de Tordesilhas feita
pelo rei Francisco I, os franceses se lançaram em busca de territórios
ultramarinos. A França saía da Guerra dos Cem Anos (1337-1453),
das lutas do rei Luís XI (1461-1483) contra os senhores feudais.
ü A partir de
1520, os franceses passaram a fazer expedições, chegando ao Rio de Janeiro e
Maranhão, de onde foram expulsos. Na América do Norte, chegaram à região hoje
ocupada pelo Canadá e o estado da Louisiana, nos Estados Unidos.
ü No Caribe,
se estabeleceram no Haiti e na América do Sul, na Guiana.
d)
Inglaterra
ü Os ingleses, que também estavam envolvidos na Guerra dos Cem Anos, Guerra das Duas Rosas (1455-1485)
e conflitos com senhores feudais, também queriam buscar uma nova rota para as
Índias passando pela América do Norte.
ü Assim,
ocuparam o que hoje seria os Estados Unidos e o Canadá. Igualmente, ocuparam
ilhas no Caribe como a Jamaica e Bahamas. Na América do Sul, se estabeleceram
na atual Guiana.
ü Os métodos
empregados pelo país eram bastante agressivos e incluía o estímulo à pirataria
contra a Espanha, com a anuência rainha Elizabeth I (1558-1603).
ü Os ingleses
dominaram o tráfico de escravos para a
América Espanhola e também ocuparam várias ilhas no Pacífico, colonizando as
atuais Austrália e Nova Zelândia.
e)
Holanda
ü A Holanda se lançou na conquista por novos territórios a fim de melhorar
o próspero comércio que dominavam. Conseguiram ocupar vários territórios na
América estabelecendo-se no atual Suriname e em ilhas no Caribe, como Curaçao.
ü Na América do Norte, chegaram a fundar a cidade de Nova Amsterdã, mas
foram expulsos pelos ingleses que a rebatizaram de Nova Iorque.
ü Igualmente, tentaram arrebatar o nordeste do Brasil durante a União Ibérica, mas foram repelidos pelos espanhóis e portugueses. No
Pacífico, ocuparam o arquipélago da Indonésia e ali permaneceriam por três
séculos e meio.
6. COLONIZAÇÃO DA AMÉRICA
ü Em
1492, ano da própria descoberta da América, foi estabelecida a primeira colônia
permanente na ilha de Hispaniola, por Cristóvão Colombo, o descobridor.
ü Em
poucas décadas muitas outras colônias foram estabelecidas, se espalhando pelas
ilhas do Caribe e ainda pela Flórida e pelo Peru.
a) Portugal:
Estabeleceu
colônia no Brasil, assim como a Inglaterra colonizou as Honduras Britânicas
(atual Belize) e a Jamaica.
b) Holanda:
ü Fez
presente na Guiana e ainda em Curaçau, enquanto os franceses tomaram posse do
Haiti, de Guadalupe e da Martinica.
ü A
união do Novo e do Velho Mundo foi responsável por uma mudança radical nos
destinos da história de ambos.
c) Espanha
ü Foram, sem dúvida, os colonizadores mais atuantes.
ü Ao
final do século XVIII, eles haviam estabelecido colônias nas regiões onde
atualmente estão as cidades de San Francisco, Cidade do México e Los Angeles,
além de Buenos Aires e Lima.
ü Muitos
metais nobres foram enviados das terras americanas para a Espanha, extraídos
das minas americanas.
d) Inglaterra:
ü Colônias
britânicas, que eram governadas por poderes representativos locais desde o
princípio, as colônias espanholas eram governadas a partir de Madri.
ü A
Igreja Católica Romana desempenhou uma importante influência na colonização da
América.
ü Havia
muitas catedrais católicas que foram construídas nas diversas regiões da
América Latina.
ü Tal
fato auxiliou na criação de influências locais por parte da instituição
religiosa.
OBSERVAÇÃO:
§ O
potencial de recursos naturais americanos alterou significativamente os quadros
econômicos da Europa. As doenças físicas do Velho Mundo foram um dos fatores
responsáveis pela dizimação da população americana nativa.
§ Por
outro lado, os conquistadores europeus tornaram-se os senhores das terras que
outrora eram de posse dos povos Astecas, dos Maias além de outros povos
nativos.
§ Os
objetivos da própria Companhia de Jesus, em sua criação, eram a expansão da fé
(e da ideologia) cristã através da catequização e doutrinação religiosa dos
nativos.
§ O
cumprimento de tais objetivos acarretava na expansão dos domínios da igreja
pelas colônias, além de facilitar as relações de dominação entre o povo
católico colonizador e o povo “gentio” colonizado.
REFERÊNCIA:
Básico:
BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História Geral: Antiga, Medieval,
Moderna e Contemporânea – vol. Único. São Paulo, FTD, 2018.
Complementar:
ANASTASIA, Carla Maria Junho. História
– Ensino Médio. 1ª série Belo Horizonte: Editora Educacional, 2016.
Sites
AULA MATERIAL/ PDF
Resumo PDF:
https://drive.google.com/file/d/1QdGZSCaHuHNEpgtfmq48M1Q8uoz_6vvo/view?ts=5edcf70684
Slides: PDF:
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Slides: VÍDEO
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Slides: VÍDEO
Vídeo- Aula: You Tube1: A Idade Moderna:
Início até a Colonização da América, (REVISÃO)
Vídeo- Aula: You Tube 2: A Idade Moderna:
Início até a Colonização da América, (REVISÃO)
Vídeo- Aula: You Tube ENEM: A Idade Moderna:
Início até a Colonização da América, (REVISÃO)
TAREFAS:
Parte I (08 a 12/06/2020)
2. Resumo: Descrição (Redação)
a) Atividade Discursiva
Parte Única
Questão Discursiva:
Parte Única:
1. Leitura
1.
Leitura
ü Debates e Estudo
da Idade Moderna até a Colonização espanhola - Idade
Moderna – PDF .https://drive.google.com/file/d/1aULnOU9250CaYRK7QRIjfVOSzNAgTV8A/view?ts=5edc03a2
ü O Estado
Moderno e o Absolutismo Monárquico (Idade Moderna -(PDF)
|
ü Escolha do educando.
ü Resumo (Redação – 2 páginas)
ü Apresentação (final do período)
“Conhecimento,
O interior faz
caminho
Gira rumo de
sabedora,
O exterior têm
aventura
Vira mira de
aprendizagem.”
{Prof. Gilberto
Moura}
|
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