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Homenagem ao dia do Meio ambiente (05.06) Assim caminha a humanidade
"A preservação da natureza deveria ser de
iniciativa dos seres pensantes que habitam a terra, mas por ironia, os que
fazem isso, são justamente os que não raciocinam e não planejam suas moradias!
-Não me peçam para explicar o
inexplicável."
Prof. Gilberto Moura.
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CE Cruzeiro de Santa Bárbara: 2022
sábado, junho 06, 2020
Assim caminha a humanidade
domingo, maio 31, 2020
2ª Etapa A & B - O Domínio Espanhol e suas Implicações na América Espanhola
CE CRUZEIRO DO SUL
Professor: Gilberto Moura
Disciplina: História
Ano: 2020
2º Período
Etapa: 2ª
Turno: Noturno
Aula:
O DOMÍNIO
ESPANHOL E SUAS IMPLICAÇÕES NA AMÉRICA ESPANHOLA
1
CONQUISTA DA AMÉRICA ESPANHOLA
·
Foi
marcada pelo uso de violência contra os povos nativos desde a chegada dos
espanhóis em 1492.
·
Foi o
processo de ocupação da América pelos espanhol e consequente controle sobre as
áreas até então ocupadas pelos povos nativos.
·
O avanço
dos conquistadores aconteceu pouco a pouco, à medida que eles conheciam e
descobriam novas regiões e deu-se, principalmente, pelo uso da violência contra
os nativos.
2 CONTEXTO
HISTÓRICO
·
Com a
chegada dos espanhóis à América em 1492 na expedição liderada por Cristóvão
Colombo, iniciou-se um grande processo de ocupação desse território.
·
Os
conquistadores encontraram na América – chamada de Índias por eles – grandes
civilizações que possuíam estruturas políticas e sociais bastante complexas, o
que conferiu grandes dimensões ao empreendimento espanhol.
·
A chegada
dos espanhóis ao continente americano aconteceu durante o processo das grandes
navegações, que ocorreram a partir do século XV em virtude da necessidade de
encontrar novas rotas comerciais para expandir o comércio europeu.
·
Aqueles
que se arriscaram a cruzar o Atlântico nesse projeto de expansão procuravam a
chance de enriquecimento, principalmente com a obtenção de metais preciosos,
como ouro e prata.
3
CARACTERÍSTICAS DA CONQUISTA
·
Os
espanhóis que participaram das expedições de exploração e conquista fazia por
vontade própria, portanto, esses empreendimentos consistiam em iniciativas
particulares.
·
Ainda
assim, essas incursões deveriam receber a autorização da Coroa Espanhola na
Casa de Contratação.
·
O desejo
de enriquecimento era o que motivava a participação nesses empreendimentos de
conquista.
·
Os chefes
das expedições eram, em geral, membros da baixa nobreza espanhola e as tropas
eram formadas por soldados e camponeses pobres que procuravam melhores
condições de vida.
·
Em números
imprecisos, estima-se que por volta de 100 mil espanhóis tenham cruzado o
Atlântico em direção ao Novo Mundo e lá foram responsáveis pela conquista de
milhões de nativos. A explicação para que um número tão pequeno de espanhóis
conquistasse uma quantidade tão grande de nativos estava na superioridade de
suas armas.
·
Os
espanhóis possuíam armas de fogo, lanças, espadas de metal e, principalmente, a
besta, que davam vantagem para superar os grandes números de nativos em
combates.
·
Além
disso, séculos de guerra e combate contra os muçulmanos na Península Ibérica
deram aos espanhóis um grande conhecimento tático em guerras.
·
A besta
foi um armamento fundamental para os espanhóis nos combates contra os
nativos
·
A besta
foi um armamento fundamental para os espanhóis nos combates contra os nativos
·
A vitória
espanhola também pode ser explicada pela questão biológica, pois o contato dos
nativos com os espanhóis era, por vezes, mortal por causa de uma série de
doenças que não existiam na América e que atingiram de maneira fulminante os
indígenas, matando vários deles rapidamente.
·
O medo
também era outro fator a ser levado em consideração, uma vez que muitos
indígenas tinham completo pavor de cavalos, animais que não existiam na América
até aquele momento, e pensavam que os espanhóis eram a encarnação de deuses,
como no caso dos astecas, os quais acreditavam que os conquistadores liderados
por Hernán Cortés eram mensageiros de Quetzacoatl, uma das principais
divindades astecas.
4 VIOLÊNCIA
·
A
violência na conquista da América por parte dos espanhóis foi uma forte
característica daquele momento e isso ficou evidente com os relatos do frei
espanhol Bartolomeu de Las Casas, forte defensor dos indígenas, que agiu em
defesa desses povos contra a brutalidade utilizada pelos espanhóis.
·
Durante
sua vida, ele escreveu uma série de textos denunciando a violência dos
conquistadores e relatando os mais cruéis atos realizados. Segue um trecho de
um dos relatos de Bartolomeu de Las Casas:
“Seu lugar-tenente assassinou a muitos
índios enforcando-os e queimando-os vivos. Lançando outros aos cães, cotando-lhes
as mãos, a cabeça, a língua, estando eles em paz, isto somente para lhes
incutir terror, a fim de que os servissem e lhes dessem ouro.” (LAS CASAS,
Bartomlomé de. O paraíso destruído: A sangrenta história da conquista da
América Espanhola. Porto Alegre: L&PM, 2011, p. 72)
·
Enquanto
esteve vivo, Bartolomeu de Las Casas lutou para defender os indígenas e, por
causa disso, fez inúmeros inimigos entre os espanhóis e, mesmo alcançando
algumas vitórias, não pôde evitar que a violência fosse uma prática comum
durante toda a conquista da América Espanhola.
5 NAVEGAÇÕES ESPANHOLAS E O TRATADO DE
TORDESILHAS
§ Enquanto os portugueses exploravam o
litoral africano indo à direção às Índias, os espanhóis lutavam para
reconquistar seus territórios na península Ibérica perdidos para os
árabes.
§ O reino da Espanha demorou a ser
formado pela prolongada luta entre os árabes e os espanhóis e só se formou após
o casamento entre os reis católicos Fernando (do Reino de Aragão) e Isabel (do
Reino de Castela) em 1469.
§ Fernando e Isabel lutaram contra os
árabes e em 1492 expulsaram-nos da península Ibérica. A partir de então, a
Espanha pôde se lanças às Grandes Navegações financiando o projeto do navegador
genovês Cristóvão Colombo.
§ O objetivo de Colombo era atingir o
Oriente navegando em direção ao Ocidente, sabendo que a Terra é arredondada
atingiu as Índias dando a volta em torno do mundo. Navegava sempre para o oeste
e em 12 de outubro aportou nas Bahamas onde encontrou um novo continente para
os europeus: a América.
§ Colombo pensou que havia chegado ás
Índias chamando os povos que lá encontrou de índios. Fez quatro viagens para a
América. Esteve no atual São Domingos, Cuba e Jamaica onde permaneceu por um
ano.
§ Morreu sem saber que havia descoberto
um continente que foi chamado de América em homenagem ao navegador, matemático
e astrônomo Américo Vespúcio que desfez o engano de Colombo afirmando a
existência de uma grande terra no meio do Atlântico.
§ Assim que a notícia do descobrimento
chegou à Europa, os reis da Espanha e de Portugal passaram a disputar entre si
a posse das terras provocando um conflito armado.
§ Portugal e Espanha então firmaram em
1494 um acordo conhecido como Tratado de Tordesilhas que determinava a divisão
das terras sendo pertencente a Espanha o oeste e à Portugal o leste.
REFERÊNCIA:
Básico:
BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História
Geral: Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea – vol. Único. São Paulo,
FTD, 2018.
Complementar:
ANASTASIA, Carla Maria Junho. História
– Ensino Médio. 1ª série Belo Horizonte: Editora Educacional, 2016.
Sites
AULA MATERIAL/ PDF
Vídeo- Aula: You Tube 3: O Domínio Espanhol e suas Implicações na América Espanhola
Resumo PDF:
https://drive.google.com/file/d/1I8pbao5pHvfXl9hOyZbUEk66DBpUrUeO/view?ts=5ed3fe0e
Slides: PDF:
Slides: VÍDEO
https://drive.google.com/file/d/1I8pbao5pHvfXl9hOyZbUEk66DBpUrUeO/view?ts=5ed3fe0e
Slides: PDF:
Slides: VÍDEO
Vídeo- Aula: You Tube1: O Domínio Espanhol e suas Implicações na América Espanhola
Vídeo- Aula: You Tube 2: O Domínio Espanhol e suas Implicações na América Espanhola
Vídeo- Aula: You Tube ENEM: O Domínio Espanhol e suas Implicações na América Espanhola
sábado, maio 30, 2020
A situação do Brasil.
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A situação do Brasil.
Deveria ser visto por todos os brasileiros. Isso é verdade.
Mas, o povo não é pobre somente econômico e financeiro. É também, que é mais
grave ainda, de conhecimento e conscientização política. Essa sim é a mãe de
toda a desgraça desse pobre rico país!
Gilberto Moura
|
O sono da razão produz monstros
Uma das séries de sátiras gravadas pelo
pintor espanhol Goya tem por título “O Sono da Razão Produz Monstros”. Goya
pensava que muitas das loucuras da humanidade resultavam do “sono da razão”. Há
sempre pessoas prontas a dizer-nos o que queremos, a explicar-nos como nos vão
dar essas coisas e a mostrar-nos no que devemos acreditar. As convicções são
contagiosas, e é possível convencer as pessoas de praticamente tudo.
Geralmente, estamos dispostos a pensar que os nossos hábitos, as nossas
convicções, a nossa religião e os nossos políticos são melhores do que os
deles, ou que os nossos direitos dados por Deus anulam os direitos deles, ou
que os nossos interesses exigem ataques defensivos ou dissuasivos contra eles.
Em última análise, trata-se de ideias que fazem as pessoas matarem-se umas às
outras. É por causa de ideias sobre o que os outros são, ou quem somos, ou o
que os nossos interesses ou direitos exigem que façam guerras ou oprimimos os
outros de consciência tranquila, ou até aceitamos por vezes ser oprimidos.
Quando estas convicções implicam o sono da razão, o despertar crítico é o
antídoto. A reflexão permite-nos recuar, ver que talvez a nossa perspectiva
sobre uma dada situação esteja distorcida, ou seja, cega, ou pelo menos ver se
há argumentos a favor dos nossos hábitos, ou se é tudo meramente subjetivo.
Fazer isto bem é pôr em prática mais alguma engenharia conceptual.
A reflexão pode ser encarada como uma
coisa perigosa, visto que não podemos saber à partida onde nos conduzirá. Há
sempre pensamentos que se opõem à reflexão. As questões filosóficas fazem
muitas pessoas sentirem-se desconfortáveis, ou mesmo ultrajadas. Algumas têm
medo que as suas ideias possam não resistir tão bem como elas gostariam se
começarem a pensar sobre elas. Outras podem querer basear-se nas “políticas da
identidade” ou, por outras palavras, no tipo de identificação com uma tradição,
grupo ou identidades nacionais ou étnicas particulares que os convida a voltar
as costas a estranhos que coloquem em causa os hábitos do grupo. Essas pessoas
irão minimizar a crítica: os seus valores são “incomensuráveis” relativamente
aos valores dos estranhos. Só os irmãos e irmãs do seu círculo podem
compreendê-las. Algumas pessoas gostam de se refugiar num círculo espesso,
confortável e tradicional de tradições populares, sem se preocuparem muito com
a sua estrutura, as suas origens, ou mesmo com as críticas que possam merecer.
A reflexão abre a avenida da crítica, e as tradições populares podem não gostar
da crítica. Neste sentido, as ideologias tornam-se círculos fechados, prontas a
sentirem-se ultrajadas pelo espírito interrogante.
Nos últimos 02 mil anos, a tradição
filosófica tem sido a inimiga deste tipo de complacência confortável. Tem
insistido na ideia de que uma vida não examinada não vale a pena ser vivida.
Tem insistido no poder da reflexão racional para descobrir o que há de errado
nas nossas práticas, e para substituí-las por práticas melhores. Tem
identificado a autorreflexão crítica com a liberdade — e a ideia é que só
quando nos conseguimos ver a nós mesmos de forma adequada podemos controlar a
direção em que desejamos caminhar.

sexta-feira, maio 29, 2020
quinta-feira, maio 28, 2020
1ª Etapa A & B - Civilização Antiga: Hebreus
CE CRUZEIRO DO SUL
Professor: Gilberto Moura
Disciplina: História Ano: 2020
Etapa: 1ª Turno: Noturno
Aula:
§ Os hebreus
são povos semitas originários da Mesopotâmia que passou pela Babilônia e pela
Síria, mas se estabeleceram e viveram no Oriente Médio cerca do segundo milênio
a. C. e que mais tarde originou os semitas como os judeus e os árabes, mas
posteriormente o termo hebreu foi associado somente ao povo judeu.
A HISTÓRIA DA POLÍTICA
HEBRAICA É DIVIDIDA EM TRÊS FASES
a)
Fase dos Patriarcas:
ü Por volta
de 1750 a. C. os hebreus migraram para o Egito nas proximidades do Nilo devido
a uma grande seca que levou à crise na produção alimentícia.
ü Ao se fixar
no Egito, os hebreus conseguiram prosperar, mas os faraós egípcios os
perseguiram e os escravizaram.
ü Em 1250 a. C.
os hebreus saíram do Egito liderados por Moisés para voltar à Palestina.
ü Segundo a
Bíblia, na volta dos hebreus à Palestina que Moisés recebeu as tábuas contendo
os dez mandamentos de Deus.
b)
Fase dos Juízes:
ü Foi quando
os hebreus chegaram à Palestina e esta estava habitada por vários povos e como
os hebreus estavam divididos em doze tribos, eles escolheram vários juízes para
comanda-los na luta com os povos pela posse das terras.
ü Entre os
povos habitantes da Palestina estavam os cananeus e os filisteus.
ü Os juízes
desempenhavam o papel de chefes militares, políticos e religiosos que lhe davam
poderes, pois eram considerados enviados de Deus para liderar a luta.
ü Josué foi o
primeiro juiz e iniciou a tomada da Palestina onde conquistou Jericó.
ü Em 1030 a. C.
entregaram o comando a um só rei para diminuir desavenças internas e como
estratégia para vencer seus vizinhos.
c)
Fase dos Reis:
ü O primeiro
rei foi Saul que suicidou após ser derrotado pelos filisteus e Davi foi seu
sucessor que venceu Golias e conquistou o resto da Palestina escolhendo
Jerusalém como capital do reino.
ü Com a morte
de Davi seu filho Salomão foi seu sucessor. Salomão levou o povo hebreu ao
ponto mais elevado de grandeza realizando obras grandiosas.
ü A obra mais
importante foi o templo de Jerusalém que abrigava a Arca da Aliança.
ü Salomão
possuía habilidade política e para construir obras grandiosas aumentava os
impostos e retirava os camponeses da lavoura para ajudar nas construções.
ü O aumento
dos impostos também pagava o luxo de toda sua corte e as despesas com numerosos
funcionários, além da sua família com 700 esposas e 300 concubinas.
A
DIVISÃO DA PALESTINA
§ Após a
morte de Salomão ocorreram várias revoltas e em 935 a. C. houve a separação das
doze tribos em dois reinos: Reino de Israel cuja capital era Samaria.
§ Era formado
por dez tribos situados ao norte.
§ Reino de
Judá formado por duas tribos cuja capital era Jerusalém localizados ao sul.
§ A formação
dos reinos fizeram com que os hebreus ficassem fragilizados aos ataques
vizinhos onde em 722 a. C. o reino de Israel foi tomado pelos assírios e seus
habitantes foram deportados para diferentes partes do Império Assírio.
§ O Reino de
Judá sobreviveu até 586 a. C. quando os babilônios invadiram e dominaram o
reino. Conduziram os judeus para a Babilônia como prisioneiros onde
permaneceram até 539 a. C.
§ Nesse mesmo
ano, os persas invadiram a Babilônia e a conquistou fazendo com que os judeus
regressarem para a Palestina onde reconstruíram o templo.
§ Após algum
tempo a Palestina foi dominada pelos macedônios, egípcios e romanos.
§ O imperador
romano Tito destruiu Jerusalém e expulsou os judeus da Palestina.
§ Nessa fase
os judeus se dispersaram (a Diáspora) que durou mais de dezoito séculos e meio.
§ A Diáspora
só se findou em 1948 quando a ONU criou o atual Estado de Israel onde
antigamente era a Palestina.
ECONOMIA E
SOCIEDADE
§ Os hebreus
deixaram de vivem do pastoreio e foram desenvolvendo o cultivo de cereais à
medida que foram conquistando terras palestinas.
§ Com o
surgimento das propriedades privadas, muitos camponeses ficaram sem terra e
pediam empréstimos aos grandes proprietários.
§ Como não
conseguiam pagar seus empréstimos, foram escravizados pelos proprietários.
§
Com mão-de-obra farta os grandes proprietários
passaram a vender seus agropecuários e o comércio floresceu.
A CULTURA
§
Os hebreus se destacaram por sua religião e pelas
contribuições na literatura.
§
Os hebreus eram monoteístas, mas o monoteísmo se
consolidou após as pregações de Amós, Oséias e Isaías.
§
Os profetas reafirmavam a vida de um salvador que
libertaria os hebreus para uma vida eterna.
§
Dá-se o nome de judaísmo para a religião hebraica
que ainda esperam a vinda do Messias.
§
Comemoram a páscoa, o pentecostes e os
tabernáculos.
§
A páscoa relembra a saída do Egito, o pentecostes
celebra a entrega dos dez mandamentos a Moisés e os tabernáculos recorda a
caminhada dos hebreus no deserto quando saíram do Egito para voltar à
Palestina.
A LITERATURA.
§ A maior
força está concentrada nos Salmos, no livro de Jó, nos Provérbios e Cântico dos
Cânticos.
§ Os salmos
são poemas que transmitem ensinamentos, Jó é uma reflexão filosófica, Provérbio
ensina sabedoria e disciplina e Cântico dos Cânticos é um poema de amor sensual.
REFERÊNCIA:
Básico:
BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História Geral: Antiga, Medieval,
Moderna e Contemporânea – vol. Único. São Paulo, FTD, 2018.
Complementar:
ANASTASIA, Carla Maria Junho.
História – Ensino Médio. 1ª série Belo Horizonte: Editora Educacional, 2016.
Sites
https://www.historiadomundo.com.br/hebreus
Resumo PDF:
https://drive.google.com/file/d/1foji5Z14-EGKvd0LnpBNbvESWORWT53f/view?ts=5ed0068e
Slides: PDF:
https://drive.google.com/file/d/1SLp9yWUqOm2oH1xLQNhzEi2fGDQKCeeU/view?ts=5ed11c01
Slides: VÍDEO
https://drive.google.com/file/d/1mRk1UlDQetjPR8bHSRj8fYk7Ujg_7vlZ/view?ts=5ed11c01
https://drive.google.com/file/d/1foji5Z14-EGKvd0LnpBNbvESWORWT53f/view?ts=5ed0068e
Slides: PDF:
https://drive.google.com/file/d/1SLp9yWUqOm2oH1xLQNhzEi2fGDQKCeeU/view?ts=5ed11c01
Slides: VÍDEO
https://drive.google.com/file/d/1mRk1UlDQetjPR8bHSRj8fYk7Ujg_7vlZ/view?ts=5ed11c01
Vídeo- Aula: You Tube1: Civilização
Antiga: Hebreus
Vídeo- Aula: You Tube 2: Civilização Antiga: Hebreus (Povos)
TAREFAS:
b) Questões:
https://drive.google.com/file/d/1mPC4kNJ5AO_IpaERscERaw5KsGzcZXKZ/view?ts=5ed25309
https://drive.google.com/file/d/1mPC4kNJ5AO_IpaERscERaw5KsGzcZXKZ/view?ts=5ed25309
O tempo divulga as in(significações) do agora!”
(Prof. Gilberto Moura)
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