sábado, junho 06, 2020

Assim caminha a humanidade

A imagem pode conter: texto que diz "Assim caminha a humanidade "A preservação da natureza deveria ser de iniciativa dos seres pensantes que habitam a terra, mas por ironia, os que fazem isso, são justamente os que não raciocinam e não planejam suas moradias! -Não me peçam para explicar o inexplicavel." " PENSADOR"

Homenagem ao dia do Meio ambiente (05.06)
Assim caminha a humanidade
"A preservação da natureza deveria ser de iniciativa dos seres pensantes que habitam a terra, mas por ironia, os que fazem isso, são justamente os que não raciocinam e não planejam suas moradias!
-Não me peçam para explicar o inexplicável."
Prof. Gilberto Moura.

domingo, maio 31, 2020

2ª Etapa A & B - O Domínio Espanhol e suas Implicações na América Espanhola

CE CRUZEIRO DO SUL
Professor: Gilberto Moura  
Disciplina: História                                Ano: 2020                     2º Período
Etapa: 2ª                          Turno: Noturno

Aula: 
O DOMÍNIO ESPANHOL E SUAS IMPLICAÇÕES NA AMÉRICA ESPANHOLA
1 CONQUISTA DA AMÉRICA ESPANHOLA
·         Foi marcada pelo uso de violência contra os povos nativos desde a chegada dos espanhóis em 1492.
·         Foi o processo de ocupação da América pelos espanhol e consequente controle sobre as áreas até então ocupadas pelos povos nativos. 
·         O avanço dos conquistadores aconteceu pouco a pouco, à medida que eles conheciam e descobriam novas regiões e deu-se, principalmente, pelo uso da violência contra os nativos.
2 CONTEXTO HISTÓRICO
·       Com a chegada dos espanhóis à América em 1492 na expedição liderada por Cristóvão Colombo, iniciou-se um grande processo de ocupação desse território. 
·       Os conquistadores encontraram na América – chamada de Índias por eles – grandes civilizações que possuíam estruturas políticas e sociais bastante complexas, o que conferiu grandes dimensões ao empreendimento espanhol. 
·       A chegada dos espanhóis ao continente americano aconteceu durante o processo das grandes navegações, que ocorreram a partir do século XV em virtude da necessidade de encontrar novas rotas comerciais para expandir o comércio europeu. 
·       Aqueles que se arriscaram a cruzar o Atlântico nesse projeto de expansão procuravam a chance de enriquecimento, principalmente com a obtenção de metais preciosos, como ouro e prata.
3 CARACTERÍSTICAS DA CONQUISTA
·       Os espanhóis que participaram das expedições de exploração e conquista fazia por vontade própria, portanto, esses empreendimentos consistiam em iniciativas particulares. 
·       Ainda assim, essas incursões deveriam receber a autorização da Coroa Espanhola na Casa de Contratação.
·       O desejo de enriquecimento era o que motivava a participação nesses empreendimentos de conquista. 
·       Os chefes das expedições eram, em geral, membros da baixa nobreza espanhola e as tropas eram formadas por soldados e camponeses pobres que procuravam melhores condições de vida.
·       Em números imprecisos, estima-se que por volta de 100 mil espanhóis tenham cruzado o Atlântico em direção ao Novo Mundo e lá foram responsáveis pela conquista de milhões de nativos. A explicação para que um número tão pequeno de espanhóis conquistasse uma quantidade tão grande de nativos estava na superioridade de suas armas. 
·       Os espanhóis possuíam armas de fogo, lanças, espadas de metal e, principalmente, a besta, que davam vantagem para superar os grandes números de nativos em combates. 
·       Além disso, séculos de guerra e combate contra os muçulmanos na Península Ibérica deram aos espanhóis um grande conhecimento tático em guerras.
·       A besta foi um armamento fundamental para os espanhóis  nos combates contra os nativos
·       A besta foi um armamento fundamental para os espanhóis nos combates contra os nativos
·       A vitória espanhola também pode ser explicada pela questão biológica, pois o contato dos nativos com os espanhóis era, por vezes, mortal por causa de uma série de doenças que não existiam na América e que atingiram de maneira fulminante os indígenas, matando vários deles rapidamente. 
·       O medo também era outro fator a ser levado em consideração, uma vez que muitos indígenas tinham completo pavor de cavalos, animais que não existiam na América até aquele momento, e pensavam que os espanhóis eram a encarnação de deuses, como no caso dos astecas, os quais acreditavam que os conquistadores liderados por Hernán Cortés eram mensageiros de Quetzacoatl, uma das principais divindades astecas.
4 VIOLÊNCIA
·       A violência na conquista da América por parte dos espanhóis foi uma forte característica daquele momento e isso ficou evidente com os relatos do frei espanhol Bartolomeu de Las Casas, forte defensor dos indígenas, que agiu em defesa desses povos contra a brutalidade utilizada pelos espanhóis. 
·       Durante sua vida, ele escreveu uma série de textos denunciando a violência dos conquistadores e relatando os mais cruéis atos realizados. Segue um trecho de um dos relatos de Bartolomeu de Las Casas:

“Seu lugar-tenente assassinou a muitos índios enforcando-os e queimando-os vivos. Lançando outros aos cães, cotando-lhes as mãos, a cabeça, a língua, estando eles em paz, isto somente para lhes incutir terror, a fim de que os servissem e lhes dessem ouro.” (LAS CASAS, Bartomlomé de. O paraíso destruído: A sangrenta história da conquista da América Espanhola. Porto Alegre: L&PM, 2011, p. 72)
·       Enquanto esteve vivo, Bartolomeu de Las Casas lutou para defender os indígenas e, por causa disso, fez inúmeros inimigos entre os espanhóis e, mesmo alcançando algumas vitórias, não pôde evitar que a violência fosse uma prática comum durante toda a conquista da América Espanhola.
5 NAVEGAÇÕES ESPANHOLAS E O TRATADO DE TORDESILHAS
§  Enquanto os portugueses exploravam o litoral africano indo à direção às Índias, os espanhóis lutavam para reconquistar seus territórios na península Ibérica perdidos para os árabes. 
§  O reino da Espanha demorou a ser formado pela prolongada luta entre os árabes e os espanhóis e só se formou após o casamento entre os reis católicos Fernando (do Reino de Aragão) e Isabel (do Reino de Castela) em 1469. 
§  Fernando e Isabel lutaram contra os árabes e em 1492 expulsaram-nos da península Ibérica. A partir de então, a Espanha pôde se lanças às Grandes Navegações financiando o projeto do navegador genovês Cristóvão Colombo.
§  O objetivo de Colombo era atingir o Oriente navegando em direção ao Ocidente, sabendo que a Terra é arredondada atingiu as Índias dando a volta em torno do mundo. Navegava sempre para o oeste e em 12 de outubro aportou nas Bahamas onde encontrou um novo continente para os europeus: a América. 
§  Colombo pensou que havia chegado ás Índias chamando os povos que lá encontrou de índios. Fez quatro viagens para a América. Esteve no atual São Domingos, Cuba e Jamaica onde permaneceu por um ano. 
§  Morreu sem saber que havia descoberto um continente que foi chamado de América em homenagem ao navegador, matemático e astrônomo Américo Vespúcio que desfez o engano de Colombo afirmando a existência de uma grande terra no meio do Atlântico. 
§  Assim que a notícia do descobrimento chegou à Europa, os reis da Espanha e de Portugal passaram a disputar entre si a posse das terras provocando um conflito armado. 
§  Portugal e Espanha então firmaram em 1494 um acordo conhecido como Tratado de Tordesilhas que determinava a divisão das terras sendo pertencente a Espanha o oeste e à Portugal o leste.
REFERÊNCIA: 
Básico: 
BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História Geral: Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea – vol. Único. São Paulo, FTD, 2018. 
     Complementar:
ANASTASIA, Carla Maria Junho. História – Ensino Médio. 1ª série Belo Horizonte: Editora Educacional, 2016.
Sites             
AULA MATERIAL/ PDF
Vídeo- Aula: You Tube1: O Domínio Espanhol e suas Implicações na América Espanhola

Vídeo- Aula: You Tube 2: O Domínio Espanhol e suas Implicações na América Espanhola
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TAREFAS:
a) Cópia:

b) Questões: 

sábado, maio 30, 2020

A situação do Brasil.

A imagem pode conter: possível texto que diz "A situação do Brasil. Deveria ser visto por todos os brasileiros. Isso é verdade. Mas, povo não é pobre somente econômico e financeiro. É também, que é mais grave ainda, de conhecimento e conscientização política. Essa sim é a mãe de toda a desgraça desse pobre rico país! Gilberto Moura PENSADOR"
A situação do Brasil.
Deveria ser visto por todos os brasileiros. Isso é verdade. Mas, o povo não é pobre somente econômico e financeiro. É também, que é mais grave ainda, de conhecimento e conscientização política. Essa sim é a mãe de toda a desgraça desse pobre rico país!
Gilberto Moura

O sono da razão produz monstros

Uma das séries de sátiras gravadas pelo pintor espanhol Goya tem por título “O Sono da Razão Produz Monstros”. Goya pensava que muitas das loucuras da humanidade resultavam do “sono da razão”. Há sempre pessoas prontas a dizer-nos o que queremos, a explicar-nos como nos vão dar essas coisas e a mostrar-nos no que devemos acreditar. As convicções são contagiosas, e é possível convencer as pessoas de praticamente tudo. Geralmente, estamos dispostos a pensar que os nossos hábitos, as nossas convicções, a nossa religião e os nossos políticos são melhores do que os deles, ou que os nossos direitos dados por Deus anulam os direitos deles, ou que os nossos interesses exigem ataques defensivos ou dissuasivos contra eles. Em última análise, trata-se de ideias que fazem as pessoas matarem-se umas às outras. É por causa de ideias sobre o que os outros são, ou quem somos, ou o que os nossos interesses ou direitos exigem que façam guerras ou oprimimos os outros de consciência tranquila, ou até aceitamos por vezes ser oprimidos. Quando estas convicções implicam o sono da razão, o despertar crítico é o antídoto. A reflexão permite-nos recuar, ver que talvez a nossa perspectiva sobre uma dada situação esteja distorcida, ou seja, cega, ou pelo menos ver se há argumentos a favor dos nossos hábitos, ou se é tudo meramente subjetivo. Fazer isto bem é pôr em prática mais alguma engenharia conceptual.
A reflexão pode ser encarada como uma coisa perigosa, visto que não podemos saber à partida onde nos conduzirá. Há sempre pensamentos que se opõem à reflexão. As questões filosóficas fazem muitas pessoas sentirem-se desconfortáveis, ou mesmo ultrajadas. Algumas têm medo que as suas ideias possam não resistir tão bem como elas gostariam se começarem a pensar sobre elas. Outras podem querer basear-se nas “políticas da identidade” ou, por outras palavras, no tipo de identificação com uma tradição, grupo ou identidades nacionais ou étnicas particulares que os convida a voltar as costas a estranhos que coloquem em causa os hábitos do grupo. Essas pessoas irão minimizar a crítica: os seus valores são “incomensuráveis” relativamente aos valores dos estranhos. Só os irmãos e irmãs do seu círculo podem compreendê-las. Algumas pessoas gostam de se refugiar num círculo espesso, confortável e tradicional de tradições populares, sem se preocuparem muito com a sua estrutura, as suas origens, ou mesmo com as críticas que possam merecer. A reflexão abre a avenida da crítica, e as tradições populares podem não gostar da crítica. Neste sentido, as ideologias tornam-se círculos fechados, prontas a sentirem-se ultrajadas pelo espírito interrogante.

Nos últimos 02 mil anos, a tradição filosófica tem sido a inimiga deste tipo de complacência confortável. Tem insistido na ideia de que uma vida não examinada não vale a pena ser vivida. Tem insistido no poder da reflexão racional para descobrir o que há de errado nas nossas práticas, e para substituí-las por práticas melhores. Tem identificado a autorreflexão crítica com a liberdade — e a ideia é que só quando nos conseguimos ver a nós mesmos de forma adequada podemos controlar a direção em que desejamos caminhar.

http://jornaldefilosofia-diriodeaula.blogspot.com/2013/09/o-sono-da-razao-produz-monstros.html?m=1

quinta-feira, maio 28, 2020

1ª Etapa A & B - Civilização Antiga: Hebreus


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CE CRUZEIRO DO SUL
Professor: Gilberto Moura 
Disciplina: História                                Ano: 2020
Etapa: 1ª                          Turno: Noturno
Aula:
CIVILIZAÇÃO ANTIGA: HEBREUS

§  Os hebreus são povos semitas originários da Mesopotâmia que passou pela Babilônia e pela Síria, mas se estabeleceram e viveram no Oriente Médio cerca do segundo milênio a. C. e que mais tarde originou os semitas como os judeus e os árabes, mas posteriormente o termo hebreu foi associado somente ao povo judeu.
A HISTÓRIA DA POLÍTICA HEBRAICA É DIVIDIDA EM TRÊS FASES
a)      Fase dos Patriarcas:
ü  Por volta de 1750 a. C. os hebreus migraram para o Egito nas proximidades do Nilo devido a uma grande seca que levou à crise na produção alimentícia.
ü  Ao se fixar no Egito, os hebreus conseguiram prosperar, mas os faraós egípcios os perseguiram e os escravizaram.
ü  Em 1250 a. C. os hebreus saíram do Egito liderados por Moisés para voltar à Palestina.
ü  Segundo a Bíblia, na volta dos hebreus à Palestina que Moisés recebeu as tábuas contendo os dez mandamentos de Deus.
b)     Fase dos Juízes:
ü  Foi quando os hebreus chegaram à Palestina e esta estava habitada por vários povos e como os hebreus estavam divididos em doze tribos, eles escolheram vários juízes para comanda-los na luta com os povos pela posse das terras.
ü  Entre os povos habitantes da Palestina estavam os cananeus e os filisteus.
ü  Os juízes desempenhavam o papel de chefes militares, políticos e religiosos que lhe davam poderes, pois eram considerados enviados de Deus para liderar a luta.
ü  Josué foi o primeiro juiz e iniciou a tomada da Palestina onde conquistou Jericó.
ü  Em 1030 a. C. entregaram o comando a um só rei para diminuir desavenças internas e como estratégia para vencer seus vizinhos.
c)      Fase dos Reis:
ü  O primeiro rei foi Saul que suicidou após ser derrotado pelos filisteus e Davi foi seu sucessor que venceu Golias e conquistou o resto da Palestina escolhendo Jerusalém como capital do reino.
ü  Com a morte de Davi seu filho Salomão foi seu sucessor. Salomão levou o povo hebreu ao ponto mais elevado de grandeza realizando obras grandiosas.
ü  A obra mais importante foi o templo de Jerusalém que abrigava a Arca da Aliança.
ü  Salomão possuía habilidade política e para construir obras grandiosas aumentava os impostos e retirava os camponeses da lavoura para ajudar nas construções.
ü  O aumento dos impostos também pagava o luxo de toda sua corte e as despesas com numerosos funcionários, além da sua família com 700 esposas e 300 concubinas.
A DIVISÃO DA PALESTINA
§  Após a morte de Salomão ocorreram várias revoltas e em 935 a. C. houve a separação das doze tribos em dois reinos: Reino de Israel cuja capital era Samaria.
§  Era formado por dez tribos situados ao norte.
§  Reino de Judá formado por duas tribos cuja capital era Jerusalém localizados ao sul.
§  A formação dos reinos fizeram com que os hebreus ficassem fragilizados aos ataques vizinhos onde em 722 a. C. o reino de Israel foi tomado pelos assírios e seus habitantes foram deportados para diferentes partes do Império Assírio.
§  O Reino de Judá sobreviveu até 586 a. C. quando os babilônios invadiram e dominaram o reino. Conduziram os judeus para a Babilônia como prisioneiros onde permaneceram até 539 a. C.
§  Nesse mesmo ano, os persas invadiram a Babilônia e a conquistou fazendo com que os judeus regressarem para a Palestina onde reconstruíram o templo.
§  Após algum tempo a Palestina foi dominada pelos macedônios, egípcios e romanos.
§  O imperador romano Tito destruiu Jerusalém e expulsou os judeus da Palestina.
§  Nessa fase os judeus se dispersaram (a Diáspora) que durou mais de dezoito séculos e meio.
§  A Diáspora só se findou em 1948 quando a ONU criou o atual Estado de Israel onde antigamente era a Palestina.
ECONOMIA E SOCIEDADE
§   Os hebreus deixaram de vivem do pastoreio e foram desenvolvendo o cultivo de cereais à medida que foram conquistando terras palestinas.
§   Com o surgimento das propriedades privadas, muitos camponeses ficaram sem terra e pediam empréstimos aos grandes proprietários.
§   Como não conseguiam pagar seus empréstimos, foram escravizados pelos proprietários.
§   Com mão-de-obra farta os grandes proprietários passaram a vender seus agropecuários e o comércio floresceu.
A CULTURA
§   Os hebreus se destacaram por sua religião e pelas contribuições na literatura.
§   Os hebreus eram monoteístas, mas o monoteísmo se consolidou após as pregações de Amós, Oséias e Isaías.
§   Os profetas reafirmavam a vida de um salvador que libertaria os hebreus para uma vida eterna.
§   Dá-se o nome de judaísmo para a religião hebraica que ainda esperam a vinda do Messias.
§   Comemoram a páscoa, o pentecostes e os tabernáculos.
§   A páscoa relembra a saída do Egito, o pentecostes celebra a entrega dos dez mandamentos a Moisés e os tabernáculos recorda a caminhada dos hebreus no deserto quando saíram do Egito para voltar à Palestina.
A LITERATURA.
§  A maior força está concentrada nos Salmos, no livro de Jó, nos Provérbios e Cântico dos Cânticos.
§  Os salmos são poemas que transmitem ensinamentos, Jó é uma reflexão filosófica, Provérbio ensina sabedoria e disciplina e Cântico dos Cânticos é um poema de amor sensual.
REFERÊNCIA:
Básico:
BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História Geral: Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea – vol. Único. São Paulo, FTD, 2018.
Complementar:
ANASTASIA, Carla Maria Junho. História – Ensino Médio. 1ª série Belo Horizonte: Editora Educacional, 2016.
Sites
https://www.historiadomundo.com.br/hebreus
AULA MATERIAL/ PDF
Vídeo- Aula: You Tube1: Civilização Antiga: Hebreus
Vídeo- Aula: You Tube 2: Civilização Antiga: Hebreus (Povos)
Vídeo- Aula: You Tube 3: Civilização Antiga: Hebreus
Vídeo- Aula: You Tube ENEM: Civilização Antiga: Hebreus


TAREFAS:
a) Cópia:
b) Questões: 
https://drive.google.com/file/d/1mPC4kNJ5AO_IpaERscERaw5KsGzcZXKZ/view?ts=5ed25309


O tempo divulga as in(significações) do agora!”
(Prof. Gilberto Moura)
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