quarta-feira, junho 19, 2019

Primeira Etapa: Antigas Civilizações Orientais Pérsia

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*******************1ª ETAPA  A & B ******************
Cruzeiro do Sul
Professor: Gilberto Moura 
Disciplina: História                       Ano: 2019       Turno: Noturno                
2º Período
Aula
AS ANTIGAS CIVILIZAÇÕES ORIENTAIS: PÉRSIA
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RESUMO:
LOCALIZAÇÃO
§  A região em questão é o planalto do Irã, entre o mar Cáspio e o golfo Pérsico.
§  Por esta região já haviam passado diversos povos – os gutis, os cassitas, os elamitas e outros.
§  No início do primeiro milênio a.C. diversas tribos indo-arianas vindas da região da Ásia central (onde estão hoje o Uzbequistão, Tadjiquistão e parte do Casaquistão) e do Cáucaso, entram no planalto do Irã e entre elas estavam os medos e os persas.
§  As tribos medas ocuparam o norte do planalto, Ecbatana (atual Hamadã a sudoeste de Teerã) e os persas ocuparam o sul, mais precisamente Fars ou Pars, de onde deriva a palavra Pérsia (hoje é uma das províncias do Irã, capital Shiraz).
§  Há um registro assírio de 844 a.C. que se refere aos persas como parsu e os medas como madai, localizando ambos na área do lago Urmia (que fica na cidade do mesmo nome e hoje é capital da província do Azerbaijão).
§  O fato é que os medas tinham sido dominados durante anos, tanto pelos citas como pelos assírios e como acontece às vezes, um grande homem, um guerreiro, um comandante carismático surge para mudar a história.
§  Entre os medas, esse homem foi Ciaxares, que reinou entre 625-585 a.C. - uniu seu povo, formou um exército e se aliou ao caldeu Nabopolassar.
§  Desta forma destruíram Nínive a capital da Assíria.
§  Medos e babilônios então dividiram o território assírio.
§  As tribos persas ocuparam o sul do planalto do Irã.
§  Na cidade de Anshan (hoje Tepe Malyan), o filho do rei Aquemênes, chamado Teispes, fundou um reino para ele e seu povo, mas continuavam dependentes dos medo.
§  Teve seu florescimento por volta do ano 2000 a.C., na região das atuais planícies iranianas - ocorreu conjuntamente a outros povos, os medos.
§  Por volta do ano 550 a.C., Ciroo Grande, o primeiro rei persa, grande destaque, conquistou o reino da Média e promoveu a unificação dos reinos dos dois povos, os medos e os persas;
§  Teve início com Ciro, o império que durou cerca de duzentos anos.
§  Ciro permaneceu mais de vinte anos no poder, tempo em que promoveu a expansão do Império em direção à Ásia Menor, conquistando a região da Lídia e marchando em direção às cidades-estado gregas situadas na atual Turquia.
§  Seus domínios também englobavam boa parte do Oriente Médio, como a Fenícia e a Síria, que foram por ele anexadas.
§  Em 539 a.C., Ciro libertou os judeus do cativeiro da Babilônia, ordenado por Nabucodonosor, permitindo que esse povo regressasse à sua terra de origem.
§  Foi ainda com Ciro que começou um dos aspectos mais acentuados dos governantes persas: uma espécie de “política ecumênica” e tolerante que se caracterizava pelo respeito às culturas dos povos conquistados, sem imposição de crenças ou de hábitos.
§  O sucessor de Ciro foi seu filho Cambises, que governou de 529 a 522 a.C.
§  Como Cambises morreu sem deixar herdeiros, Dario I, com o apoio de nobres persas, passou a ocupar o trono imperial após debelar uma tentativa de usurpação;
§  Dario foi um dos mais poderosos imperadores da antiguidade.
§  Durante seu reinado, o império Persa passou por um esplendor ainda maior do que na época de Ciro.
§  Sobretudo em razão das grandes construções de engenharia, entre elas, as estradas que ligavam as principais cidades do império, como Pasárgada, Susa e Persépolis.
PERÍODO ISLÂMICO
§  Depois da conquista da Pérsia pelos árabes no ano 641, o Irã passou a fazer parte do mundo islâmico.
§  Seus artistas tiveram que se adaptar à cultura islâmica, a qual, por sua vez, foi influenciada pela tradição iraniana.
§  A arquitetura continuou sendo a principal forma artística.
§  Devido à tradição islâmica, que condenava como idólatra a representação tridimensional de seres vivos e outros tipos de objetos, a escultura entrou em decadência.
§  A pintura, por outro lado, não foi afetada por essa proibição de representar a figura humana, conhecendo a partir de então um período de grande efervescência.
§  A mesquita foi a principal tipologia arquitetônica do Irã.
§  Entre os exemplos mais importantes da primeira fase da arquitetura islâmica do Irã, estão a mesquita de Bagdá (764), a grande mesquita de Samarra (847) e a primeira mesquita de Nain (século X).
§  Com a expansão do império mongol, boa parte da arquitetura islâmica se concentrou no Irã.
§  Mas, depois da conquista de Bagdá pelos mongóis em 1258, renovou-se um tipo de construção mais apegada às tradições iranianas.
§  E foram erguidos vários dos melhores edifícios de toda a história da arquitetura no Irã, como a grande mesquita de Veramin (1322), a mesquita do Imã Reza em Meshad-i-Murghab (1418) e a mesquita azul de Tabriz.
§  Outras obras importantes são o mausoléu do conquistador mongol Tamerlão e sua família em Samarcanda.
§  A pintura de afrescos e os manuscritos com miniatura fizeram parte da tradição artística da Pérsia desde o período sassânida, embora restem apenas alguns fragmentos desses primeiros exemplos.
§  Foram feitas cópias do Alcorão em letra cúfica, forma de escritura dos primeiros árabes, nos pergaminhos e rolos de al-Barah e al-Kufah, em fins do século VII.
§  O retrato como gênero pictórico chegou a ser muito importante ao longo de todo o século XVI.
§  Um dos principais retratistas foi Ali Reza Abbasi, que delineou suas figuras com sobriedade, mas com expressivos toques de pincel.
§  As técnicas de produção de tecidos, metaloplastia e cerâmicas desenvolvidas durante o período sassânida foram utilizadas ao longo de toda a história do Irã.
§  A elaboração de tapetes, na qual o Irã sempre teve um papel de destaque, continua sendo uma importante atividade artística até o presente.
APÓS TEISPES, GOVERNARAM CIRO I E CAMBISES I.
§  Cambises I casou-se com uma neta do famoso Ciaxares (governante medo) e o filho deles foi Ciro II chamado O Grande.
§  Nesse momento, o grande império assírio ainda estava dividido entre medos e babilônios.
§  Quem governava os domínios medos era Astíages, seu território ocupava o planalto do Irã, parte da Anatólia e da Lídia.
§  Nesse momento, por volta de 550 a.C. o governante dos persas era Ciro II, um chefe que se destaca e vai ser o responsável por grandes conquistas.

CONQUISTAS DE CIRO II
§  Os medos e os persas eram indo-arianos e falavam línguas muito parecidas.
§  Portanto, quando Ciro II se rebela contra os medos, derrota Astíages e se apodera do trono, para a população não há muita diferença.

TUMBA DE CIRO II
§  Os persas agora são os senhores de todo o território que formava o império da Média.
§  Mas para Ciro II, é pouco - conquista a Anatólia ocidental e o reino da Lídia.
§  E com a habilidade de um grande estrategista, captura o país e mais tarde toma as cidades gregas;
§  Agora, Ciro II, O Grande, deseja a Babilônia, a magnífica cidade que domina a Mesopotâmia.
§  O rei da Babilônia, nessa época era Nabônidas, que além de impopular havia abandonado a capital e o culto a Marduk.
§  Dessa forma, foi fácil para um governante e conquistador do calibre de Ciro II.
§  Ele se apresentou ao clero de Marduk como o escolhido para governar, prestando grandes homenagens ao deus e com o apoio dos sacerdotes foi aclamado.
§  A primeira capital da Pérsia foi Pasárgada, hoje na província de Fars, Irã.
§  Os persas mantinham várias capitais como Persépolis, Ecbatana, Susa.
§  A construção de Pasárgada foi iniciada por Ciro, O Grande, e depois de sua morte ficou inacabada.
§  A tumba de Ciro é o monumento mais importante que restou, embora ninguém tenha provas de que a tumba foi de fato construída para o grande governante.
§  Esse foi o bisneto de Aquemênes e fundador do Império Persa.

CAMBISES II
§  Filho e sucessor de Ciro II, O Grande.
§  Soldado assim como o pai e como era exigido de todos os reis persas aquemênidas.
§  Havia um conselho de nobres para confirmar o rei que privilegiava os guerreiros.
§  O título do rei era Khshathra (guerreiro).
§  Cambises já era um homem maduro ao subir ao trono - o Egito conquistou na Batalha de Pelusa.
§  Tomou Mênfis, a capital, aprisionou e deportou o faraó Psamético III.
  
O EXÉRCITO DESAPARECIDO DE CAMBISES
§  Ainda de acordo com Heródoto, Cambises enviou um exército para sitiar o Oráculo de Amon no Oásis de Siwa.
§  O exército de 50 000 homens estava no meio do caminho, em pleno deserto quando uma violenta tempestade de areia se formou e soterrou todos os homens, com seus armamentos e equipamentos e nunca mais se soube deles.
§  Ainda que muitos egiptólogos vejam essa história como lenda, muita gente procurou e ainda procura restos dos soldados.
§  Com as escavações em busca de petróleo no deserto ocidental, os geólogos da Universidade Helwan encontraram as dunas próximas ao oásis literalmente cobertas de fragmentos de tecidos, adagas, pontas de flechas e osso humano.
§  Mohammed al-Saghir do Conselho Supremo de Antiguidades a quem os geólogos levaram a descoberta, acredita que podem ter pertencido ao exército desaparecido de Cambises.
§  Caso seja verdade, será uma fonte de pesquisa sobre os guerreiros persas.

DARIO I
§  Era comandante no Egito quando Cambises II governava, embora não fosse o sucessor oficial, quando o rei faleceu ele tomou o trono.
§  Como guerreiro que era e parente distante de Ciro II, o conselho de nobres o reconheceu como rei.
§  O início de seu reinado foi dedicado a pacificar o grande território e consolidar seu poder.
§  Aliando a força à diplomacia ele fortaleceu seus domínios.
§  Depois partiu para as conquistas, anexou o território onde hoje é o Paquistão, conquistou a Trácia e invadiu a Grécia mas foi derrotado em Maratona.
§  Para os egípcios foi um bom governante, o segundo da 27ª dinastia, mas quando os persas foram derrotados em Maratona ficou claro que eles não eram invencíveis.
§  Assim as rebeliões se intensificaram no Egito, isso permitiu aos gregos um descanso, pois Dario I estava ocupado em outra frente.
§  O fato é que Dario I, O Grande, morreu em 480 a.C. e não teve tempo de realizar mais conquistas.
 REFERÊNCIA
SOUZA, Denice Nunes de, et al. Ensino Médio, ÚNICO Votorantin, SP, 2016 (1 a 6).
SITES

ATIVIDADE:
TAREFAS:
1.CÓPIA.
2. QUESTÕES:
 Profº Gilberto Moura, Aula Antigas Civilizações Orientais: Pérsia, 1º Etapa A, B - 2º Período, 2019.

Primeira Etapa: Antigas Civilizações Orientais Fenícios

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Cruzeiro do Sul
Professor: Gilberto Moura 
Disciplina: História                       Ano: 2019       Turno: Noturno                
2º Período
Aula


AS ANTIGAS CIVILIZAÇÕES ORIENTAIS: FENÍCIOS
AS ANTIGAS CIVILIZAÇÕES ORIENTAIS: FENÍCIA


Primeira Etapa: Antigas Civilizações Orientais Hebreus

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*******************1ª ETAPA  A & B ******************
Centro Cruzeiro do Sul.
Professor: Gilberto Moura
Disciplina: História                                          Ano: 2019
Etapa: 1ª A& B                Turno: Noturno                        2º Período

Aula

AS ANTIGAS CIVILIZAÇÕES ORIENTAIS: HEBREUS
OS  HEBREUS
§  A civilização hebraica desenvolveu-se na região da Palestina (denominada pelos relatos bíblicos de Canaã) no local onde hoje se localiza Israel, localizada às margens do Rio Jordão, que fertiliza o território e o torna propício à agricultura.
§  Os Hebreus, também chamados de judeus e israelitas, destacaram-se por terem sido os primeiros a afirmar sua fé num único Deus – eram monoteístas.
§  A partir do monoteísmo e dos Dez Mandamentos apresentados nos livros da Bíblia.
§  Foi desenvolvida a primeira grande religião monoteísta, o Judaísmo, que influenciou a formação do Cristianismo e mais tarde o Islamismo.
§  Para os judeus cristãos (do Cristianismo) – a Bíblia é o livro Sagrado.
§  Contendo o Velho e Novo Testamento, pois aceitaram Jesus Cristo como o Messias.
§  Para os judeus (do Judaísmo) – a Bíblia contém apenas o Velho Testamento, isto porquê ainda esperam a vinda do Messias.
§  Não aceitaram Jesus Cristo como o Messias.     

A DIVISÃO DAS TRÊS GRANDES FASES
§  Para facilitar o estudo do povo hebreu, usaremos a divisão das três grandes fases: a dos patriarcas, juízes e a dos reis.
1.  A FASE DOS PATRIARCAS:
Ø  Aproximadamente em 1.800 a.C., conduzidos pelo patriarca Abraão, os Hebreus partiram da cidade de Ur (cidade dos caldeus), nos arredores do Golfo Pérsico no sul da Mesopotâmia, em direção à Palestina (Canaã). 
Ø  Por volta de 1.750 a.C., para fugir de uma grande seca seguida de violenta crise na produção de alimentos, os Hebreus emigraram para o Egito.
Ø  Com o tempo os faraós egípcios passaram a perseguir e a escravizar os hebreus.
Ø  Por volta de 1250 a.C., os Hebreus reagiram a essa situação opressiva.
Ø  Liderados por Moisés, fugiram do Egito e voltaram para a Palestina (atual Israel).

2. A FASE DOS JUÍZES:
Ø Quando chegaram à Palestina, os Hebreus tiveram de disputar com os guerreiros filisteus o domínio da região.
Ø Na época, as 12 tribos hebraicas encarregaram os juízes (chefes políticos, militares e religiosos), de enfrentar os inimigos filisteus.
Ø Entre eles destacaram-se Gideão, Sansão, Gefté e Samuel;
Ø Entretanto, os hebreus sob a liderança dos juízes, não estavam conseguindo vencer os filisteus.
Ø Assim, resolveram adotar a Monarquia, entregando o comando de todas as tribos hebraicas a um só rei.
Ø Neste período da organização política hebraica, os chefes militares das tribos tinham grandes responsabilidades, pois eram indicados de forma temporária, frente a uma dificuldade.
Ø Os juízes também tinham a obrigação de averiguar se as leis estavam sendo cumpridas pelo povo hebreu.
Ø Os juízes livravam o povo dos inimigos, destruíam a idolatria e promoviam o conhecimento de Deus.
Ø Vale ressaltar que Samuel visava à unidade política entre as doze tribos.

3. A FASE DA MONARQUIA:
Ø Foi o último período da organização militar.
Ø Devido aos Filisteus, as tribos de Israel acharam melhor instituir a monarquia.
Ø Os principais reis do povo hebreu foram:Saul, Davi e Salomão.
Ø Saul, em 1010 a.C., foi proclamado o primeiro rei de todos os hebreus.
Ø Marcou divisões entre as tribos de Judá que ficavam ao sul e a de Israel que ficava ao norte - Saul (1010 a 1006 a. C.).
Ø Seu sucessor foi Davi – que derrotou o filisteu Golias.
Ø No reinado de Davi, os hebreus completaram a conquista da Palestina e escolheram a cidade de Jerusalém para ser a capital do Estado Hebraico.
Ø Salomão, filho e sucessor de Davi, assume o trono e governa com esplendor;
Ø Construiu o que seria a mais famosa obra do seu reinado: o Templo de Jerusalém.
Ø Entretanto, para conseguir realizá-lo, aumentou os impostos e retirou camponeses da lavoura, obrigando-os a trabalhar nas construções.
Ø O luxo e os abusos do poderoso governante, convivendo com a extrema pobreza dos camponeses e pastores, ocasionaram a explosão de uma série de revoltas e o fim da unidade hebraica, provocando a divisão desse povo em dois reinos;
Ø Após a morte do rei Davi, seu filho Salomão assume o trono e governa com esplendor.
Ø Durante o seu governo, suas atividades comerciais com os fenícios foram ampliadas.
Ø Estes, por sua vez, viviam junto ao Mar Mediterrâneo.
Ø Salomão construiu uma fundição de cobre, um porto e uma frota mercante, investiu em obras públicas como o templo de Jerusalém, que foi dedicado a Jeová para guardar as Tábuas da Lei.

 A DIVISÃO DA PALESTINA - CISMA HEBRAICO:
§  Os abusos de Salomão, culminando com revoltas após sua morte (935 a.C.), provocaram o Cisma Hebraico (divisão).
§  Que criou os reinos de ISRAEL no norte da Palestina – capital Samaria e JUDÁ no sul – capital Jerusalém.
§  Divididos, foram alvo fácil para a dominação de outros povos;
§  Em 585 a.C., Nabucodonor, após destruir Jerusalém, conduziu os judeus como prisioneiros para a Babilônia, fato que ficou conhecido como o Cativeiro da Babilônia.
§  Quando o Império Persa conquistou a Babilônia, foram libertados pelo rei Ciro - o Grande.
§  Os Judeus voltaram a Palestina, mas, a partir dessa época, não mais conseguiram conquistar a autonomia política, pois se tornaram províncias de vários Impérios.

DIÁSPORA HEBRAICA:
§   No ano 70 d.C., os hebreus revoltaram-se contra o Império Romano, devido a violenta tributação e opressão que sofriam.
§   A resposta foi a mais violenta possível: Jerusalém e o seu templo foram destruídos pelos soldados romanos e os judeus foram expulsos da Palestina.
§   A partir de então, começaram a fugir para outras regiões, dando início a dispersão dos judeus pelo mundo, ou seja, a Diáspora, que iria durar mais de 18 séculos e meio.
§   Embora espalhados pelo mundo, muitos judeus continuaram seguindo a religião judaica, mantendo hábitos e tradições comuns ao seu povo, alimentando a esperança de fixar-se novamente na Palestina.

 O FIM DA DIÁSPORA HEBRAICA:
§  Por decisão da ONU (Organização da Nações Unidas), foi criado em 1948, o atual Estado de Israel, cujo território abrange uma parte da antiga Palestina.
§  Saiba que, após a Diáspora em 70 d.C., a região da Palestina foi ocupada por vários outros povos, inclusive árabes (seguidores de Maomé, que fundou o Islamismo), onde formaram uma Palestina Árabe.
§  Estes se opuseram VIOLENTAMENTE à criação do Estado de Israel, o que provoca os muitos conflitos até hoje, entre os judeus e palestinos árabes, apesar das recentes tentativas de acordos de paz.
§  Veja então que, a disputa entre israelenses (religião – judaísmo) e palestinos (religião – islamismo), têm suas raízes na Antiguidade.
§  Os sucessivos conflitos existentes ainda hoje na região dificultam o equilíbrio político no Oriente Médio, por muitos denominados “barril de pólvora”.   
REFERÊNCIA:
Básico:
BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História Geral: Antiga,Medieval, Moderna e Contemporânea – vol. Único. São Paulo, FTD, 2018. 
   Complementar:
ANASTASIA, Carla Maria Junho. História – Ensino Médio. 1ª Série. Belo Horizonte: Editora Educacional, 2016.
Sites: