quarta-feira, maio 20, 2020

2ª Etapa A & B - ILUMINISMO E DESPOTISMO ESCLARECIDO

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2ª Etapa A & B - ILUMINISMO E DESPOTISMO ESCLARECIDO


CE CRUZEIRO DO SUL
Professor: Gilberto Moura 
Disciplina: História                                Ano: 2020
Etapa: 2ª                          Turno: Noturno
Aula:
ILUMINISMO E DESPOTISMO ESCLARECIDO
1.    ATAQUES AO ANTIGO REGIME
ü  Constituídas em um momento de crise das estruturas medievais, as monarquias absolutistas fundamentaram a base política de boa parte dos países europeus ao longo da Idade Moderna.
ü  Tal fato não impediu, no entanto, que neste mesmo período tenham surgido movimentos contrários a esses governos.
ü  As Revoluções Inglesas do século XVII, por exemplo, confrontaram radicalmente o poder dos reis, destituindo o Absolutismo e consolidando a monarquia parlamentar.
ü  Tais movimentos vieram a se disseminar com mais intensidade no transcorrer do século XVIII, que, conhecido como o “Século das Luzes”, foi palco de intensa propagação dos ideais iluministas.
ü  Defensores das liberdades, os filósofos do “Iluminismo” atacaram ferozmente as estruturas do Antigo Regime. Ao advogarem regimes políticos mais liberais, criticavam a concentração de poder nas mãos do governante absolutista.
ü  Ao clamarem por igualdade jurídica, investiam contra a sociedade hierarquizada típica dos Estados Nacionais Modernos.
PENSADORES
ü  Charles Louis de Secondant, o Barão de Montesquieu, foi um dos pensadores que mais se preocupou com os vícios proporcionados pela excessiva concentração de poder nas mãos do governante.
ü  Ao contrário, ele propunha a fragmentação desse poder em três instâncias:
a)      O poder Legislativo, responsável pela elaboração das leis;
b)      O Executivo, cuja função principal seria aplicar as leis e administrar a “coisa pública”;
c)      E o Judiciário, que deveria zelar pelas leis e pelo respeito aos direitos.
ü  O equilíbrio entre esses três poderes seria o caminho mais efetivo à garantia das liberdades civis.
ü  Seus contemporâneos Voltaire e Rousseau igualmente contribuíram à fragilização do Antigo Regime.
ü  O primeiro foi grande defensor do Estado Laico, exaltando a necessidade de distanciar questões religiosas dos assuntos políticos.
ü  Jean Jacques Rousseau foi ainda mais agudo ao indicar a República como o sistema político que melhor poderia expressar a vontade geral, à qual o Estado deveria estar submetido.
LIBERALISMO ECONÔMICO
ü  Adam Smith, pensador do liberalismo econômico (Foto: Reprodução)
ü  Adam Smith, pensador do liberalismo econômico (Foto: Reprodução)
ü  Muitos filósofos iluministas se debruçaram sobre o mundo da economia.
ü  Adam Smith, o mais célebre desses pensadores, notabilizou-se pelas críticas vorazes direcionadas ao Estado interventor mercantilista, característico das monarquias absolutistas.
ü  Em seu lugar, propunha um sistema econômico livre, onde o governo se distanciasse das questões econômicas e as relações de produção e comércio fossem estabelecidas a partir de interesses privados.
ü  Deste modo, Smith analisava a economia como uma estrutura autônoma, regida por leis inerentes à própria dinâmica do mercado.
ü  Em outras palavras, haveria uma espécie de “mão-invisível”, comandada pela “oferta” e pela “procura”, que regularia a esfera da economia.
ü  Tal concepção ia de encontro aos interesses da burguesia, que percebia no intervencionismo estatal mercantilista um empecilho ao crescimento de seus lucros.
LUZES
ü  Enciclopédia, importância dada ao conhecimento (Foto: Reprodução)
ü  Enciclopédia, importância dada ao conhecimento (Foto: Reprodução)
ü  Além da defesa das liberdades e dos direitos civis, o “racionalismo” foi um outro aspecto convergente entre os diversos pensadores iluministas.
ü  Por “racionalismo” devemos entender uma forma de compreender e explicar os fenômenos mundanos a partir de ponderações racionalmente elaboradas, ou seja, não afetadas por crenças religiosas ou transcendentais à existência humana.
ü  Assim, os iluministas concediam ao “conhecimento racional” um importante papel, o de transformação da realidade.
ü  Acreditavam que somente com a difusão do ensino laico e com a consequente “iluminação das mentes humanas” os indivíduos estariam livres da “escuridão” das sociedades tirânicas.
ü  Uma das mais famosas publicações iluministas, a “Enciclopédia”, representa claramente o valor atribuído por esses pensadores às ciências.
ü  Organizada por Diderot e D’Alembert, a obra também intitulada “Dicionário Racional, das Ciências, das Artes e dos Ofícios” tinha por objetivo reunir todo o conhecimento humano até então produzido. Sua divulgação contribuiria à instrução dos homens e, desse modo, à sua liberdade.
DESPOTISMO ESCLARECIDO
ü  Frente à propagação e fortalecimento dos ideais iluministas, muitas monarquias absolutistas passaram por um processo de relativa modernização.
ü  Por um lado, buscavam manter a centralização política em torno dos governantes, mas agora adotando determinadas medidas iluministas, como o aumento dos investimentos em ensino público e o incentivo às manufaturas nacionais.
ü  Marquês de Pombal, representante do rei português D. José I, pode ser citado como um desses déspotas iluminados. Sua política para a América Portuguesa, por exemplo, comportou medidas centralizadoras (como a ampliação do aparelho fiscalizador tributário colonial), mas também ações “esclarecidas”, como a expulsão da ordem jesuítica do Brasil, que representa em certa medida a laicização da Coroa lusitana.
AS "LUZES" ALÉM DA EUROPA
ü  Embora tenha sido na França que o Iluminismo se compôs originalmente, seus valores foram amplamente divulgados por diversos países da Europa, chegando, inclusive, em suas colônias.
ü  Assim, influenciados por tal ideologia os franceses fizeram sua “Revolução” em 1789 e os colonos americanos iniciaram as lutas de independência ainda no desenrolar do século XVIII.
ü  Talvez resida uma das grandes novidades ofertadas pelo Iluminismo: embora muitas de suas concepções já tivessem sido debatidas anteriormente (como nas argumentações desenvolvidas por John Locke favoravelmente à limitação do poder real ainda em meados do século XVII), somente com o movimento iluminista tais valores se difundiram mais amplamente.
ü  Ultrapassando as fronteiras do Velho Mundo e se fazendo presente nas mais diversas realidades sociais, desencadearam revoluções burguesas, insurreições coloniais e tantas outras mobilizações populares.
REFERÊNCIA:
Básico:
BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História Geral: Antiga,Medieval, Moderna e Contemporânea – vol. Único. São Paulo, FTD, 2018.
     Complementar:
ANASTASIA, Carla Maria Junho. História – Ensino Médio. 1ª série Belo Horizonte: Editora Educacional, 2016.
Sites              

AULA MATERIAL/ PDF
Vídeo- Aula: You Tube1: Iluminismo e Despotismo Esclarecido
Vídeo- Aula: You Tube 2: Iluminismo e Despotismo Esclarecido
Vídeo- Aula: You Tube 3:  Iluminismo e Despotismo Esclarecido
Vídeo- Aula: You Tube ENEM:  Iluminismo e Despotismo Esclarecido
TAREFAS:
b) Questões: 
O Renascimento foi a grande "sacada".
Erodiu a base da Igreja Católica; abriu o caminho para o Iluminismo, o qual acendeu as luzes da Ciência.
Criou o Estado Moderno e a partir desse grande voo, não se sabe onde e nem como essa "nave" irá pousar!
(Prof. Gilberto Moura)

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terça-feira, maio 19, 2020

2ª Etapa A & B - A Revolução Inglesa

2ª Etapa A & B - A Revolução Inglesa

CE CRUZEIRO DO SUL


Professor: Gilberto Moura 

Disciplina: História                                Ano: 2020

Etapa: 2ª                          Turno: Noturno
Aula:
REVOLUÇÃO INGLESA

ü  Ocorrida no século XVII, foi um dos principais acontecimentos da Idade Moderna.
ü  Foi considerada a primeira das grandes revoluções burguesas, isto é, as revoluções encabeçadas por lideranças da burguesia europeia, que havia se tornado expressivamente forte, do ponto de vista econômico, ao longo dos séculos XVI e XVII, e que precisava alcançar legitimidade política.
ANTECEDENTES HISTÓRICOS DA REVOLUÇÃO INGLESA
ü  Durante grande parte do século XVI, a burguesia inglesa esteve bem articulada com os nobres e os reis pertencentes à dinastia Tudor (Henrique VIII e sua filha Elizabeth), que consolidaram a Reforma Anglicana.
ü  reforma religiosa de Henrique VIII proporcionou grandes benefícios financeiros tanto para nobres quanto para burgueses da Inglaterra. Isso porque teve início o processo de conversão das antigas terras feudais, de domínio da Igreja Católica, em propriedades privadas, o que possibilitou a formação dos cercamentos e dos arrendamentos que foram vendidos aos burgueses que pretendiam explorar minas de carvão ou praticar alguma atividade agrícola.
ü  Além disso, a ruptura com a Igreja Católica (que não era apenas uma instituição com poder espiritual, mas detentora de um poder político continental, ao qual boa parte das Coroas europeias estava ligada) dispensou a Inglaterra de pagar tributos para Roma, bem como colocou a marinha inglesa em flagrante rivalidade com os navios dos países católicos, sobretudo com os espanhóis.
ü  Muitos piratas ingleses, conhecidos como “lobos do mar”, atacavam navios espanhóis e levava sua mercadoria (na maior parte das vezes, metais preciosos) para Inglaterra, o que contribuía para o aquecimento do mercado interno do país.
ü  Como se vê, as principais ações políticas dos Tudor acabaram proporcionando uma grande ascensão da burguesia, de modo que no fim do século, na década de 1590, os burgueses já tinham grande força representativa na chamada Câmara dos Comuns (uma das câmaras do Parlamento Inglês, que tinha como oposição a Câmara dos Lordes, isto é, dos nobres apoiadores da Coroa).
ü  O problema é que essa força adquirida pela burguesia estava associada ao puritanismo (o calvinismo inglês), que era a religião que mais atraía a burguesia e que dava suporte ideológico para o radicalismo político antiabsolutista.
ü  Somou-se a isso o fato de que os nobres e a Coroa viam-se ameaçados pela capacidade da burguesia puritana de acumular riquezas. Enquanto a renda da burguesia era oriunda do trabalho e de investimentos financeiros, a renda dos nobres advinha de privilégios hereditários, da cobrança de impostos e da formação de monopólios estatais ao modo mercantilista.
ü  Os monarcas que sucederam os Tudor, isto é, os Stuart, perceberam que, se não freassem a burguesia no campo político, a estrutura monárquica estaria fadada à ruína.
ü  O primeiro monarca da dinastia Stuart foi Jaime I, que governou de 1603 a 1625.
ü  Para tentar adequar a Coroa à nova realidade financeira da Inglaterra e controlar a ascensão da burguesia, Jaime I passou a tomar duas medidas principais:
a)       Aumento de impostos e estabelecimento de empréstimos forçados;
b)       formação de monopólios estatais como forma de participação nos rendimentos dos negócios burgueses. Além disso, Jaime deflagrou uma perseguição religiosa aos puritanos ( confrontado pela câmara dos comuns, dissolveu o parlamento, que ficou inativo de 1614 a 1622).
ü  Com a ascensão de Carlos I, filho de Jaime, ao trono, em 1625, houve uma nova tentativa de acordo entre a Coroa e o Parlamento para que houvesse um novo aumento de impostos.
ü  A Câmara dos Lordes ficou a favor do rei, mas a Câmara dos Comuns novamente o confrontou. O rei decidiu então dissolver novamente o Parlamento, que ficou inativo até 1640.
ü  Em 1640, Carlos I entrou em um novo conflito contra a Escócia e precisou novamente do tributo dos burgueses para bancar a guerra, convocando, assim, mais uma vez, o Parlamento. Novamente a Câmara dos Comuns recusou-se a ajudá-lo.
ü  Mas ao contrário do que ocorreram antes, os burgueses puritanos prepararam-se para um enfrentamento total contra o rei e a nobreza.
ü  Um líder radical puritano chamado Oliver Cromwell organizou um exército burguês conhecido como exército dos “Cabeças redondas” por se recusarem a usar as perucas dos nobres. Esse exército deflagrou guerra contra a Coroa, que foi defendida pelos “Cavaleiros”, isto é, o exército tradicional da nobreza. Teve assim início a Revolução Puritana, ou Guerra Civil Inglesa.
REVOLUÇÃO PURITANA E GUERRA CIVIL (1640-1649)
ü  A guerra civil entre a burguesia puritana e a Coroa ficou mais intensa quando, em 1642, Oliver Cromwell convocou a base da pequena burguesia e de camponeses para formar o Novo Exército Modelo (New Model Army).
ü  Nessa base, destacaram-se os Diggers e Levellers, que se caracterizaram por sua radicalidade política em assuntos como reforma agrária (Diggers) e igualdade de diretos entre todos os cidadãos (Levellers).
ü  Com o Novo Exército Modelo, Cromwell conseguiu esmagar as forças da Coroa. Em 1649, a ala radical burguesa exigiu a decapitação de Carlos I, que ocorreu no dia 31 de janeiro. Para saber mais sobre esse momento de disputas políticas.
REPÚBLICA” DE OLIVER CROMWELL (1649-1658)
ü  Em 19 de maio de 1649 foi proclamada a República, e Cromwell recebeu do Parlamento o título de Lord Protector (Lorde Protetor da República). Muitas transformações políticas operadas por Cromwell beneficiaram a burguesia que foi por ele liderada na Guerra Civil.
ü  Uma dessas transformações foi possibilitada pelos chamados Atos de Navegação, aprovados em 1650, que restringiam o transporte de produtos ingleses apenas aos navios da própria Inglaterra.
ü  No entanto, a exemplo dos monarcas autoritários que havia combatido, Cromwell acabou por se voltar contra o Parlamento.
ü  Em 1653, ele o dissolveu com o auxílio do Exército burguês e instituiu uma ditadura aberta, que teve como característica principal a execução das lideranças que o ajudaram a formar esse mesmo Exército, isto é, os Diggers e Levellers, como diz o historiador Christopher Hill, em sua obra A Revolução Puritana de 1640:
ü  Um tempo mais tarde, em 1657, Cromwell propôs um novo acordo com os parlamentares e reabilitou o Parlamento inglês. Todavia, antes que esse acordo pudesse vigorar, Cromwell faleceu (1658). Em seu lugar, assumiu seu filho, Richard Cromwell, que não tinha o mesmo prestígio que o pai, sobretudo frente às classes mais radicais da burguesia. Temendo um levante popular e uma nova guerra civil, o Parlamento fez uma manobra arriscada: convocou Carlos II, filho do rei decapitado, para assumir o trono e restaurar a dinastia dos Stuart.
RESTAURAÇÃO DA DINASTIA STUART (1660-1688)
ü  Em 1660, Carlos II assumiu o trono prometendo respeitar os interesses do Parlamento. Mas logo começou a se articular com antigas lideranças da nobreza para restaurar o absolutismo, aproximando-se da França de Luís XIV. 
ü  Entretanto, a realidade social já era bem diferente de quando seu pai havia reinado e, não conseguindo uma nova composição tradicional, Carlos II iniciou uma ampla perseguição religiosa contra os calvinistas.
ü  Essa perseguição tinha como pano de fundo também a aproximação de Carlos II de membros da Igreja Católica.
ü   Apesar de anglicanos, os Stuart mantinham boas relações com os membros do clero, os quais ainda possuíam grande influência social, além de posse de terras.
ü  O Parlamento, composto por maioria puritana, ao repudiar as ações de Carlos II, viu-se novamente vítima do autoritarismo: o monarca dissolveu-o em 1681 e governou sozinho até a sua morte, em 1685. Seu irmão, Jaime II, assumiu o torno, reativou o Parlamento, mas procurou dar seguimento às ações de Carlos II, no que se refere à restauração do absolutismo.
ü  No entanto, Jaime II foi mais além, convertendo-se ao catolicismo e decretando uma série de medidas que beneficiavam os católicos, como a isenção de impostos.
ü  Novamente, a reação do Parlamento foi imediata. Temendo que Jaime reivindicasse apoio da França, os membros do Parlamento trataram de organizar uma manobra política que evitasse um possível conflito armado.
REVOLUÇÃO GLORIOSA E A FUNDAÇÃO DA MONARQUIA PARLAMENTARISTA
ü  A manobra consistiu na convocação da filha de Jaime II, Maria II, à época casada com Guilherme de Orange, governador dos Países Baixos, para assumir com o marido o trono da Inglaterra.
ü  Guilherme de Orange, inicialmente, não viu com bons olhos o plano, imaginando que sua esposa, como herdeira legítima, teria mais poderes que ele. Contudo, mesmo assim, ainda em 1688, Guilherme invadiu a Inglaterra com seu exército para depor Jaime II e apoiar o Parlamento.
ü  A Cavalaria da nobreza, que também estava descontente com o rei, em vez de defendê-lo, aliou-se a Guilherme.
ü  O Jaime II, já sem defesa alguma, Guilherme de Orange permitiu a fuga para a França, onde o monarca permaneceu exilado até o último dia de vida.
ü  Guilherme de Orange assumiu o trono inglês como Guilherme III. Por sua ação militar não ter resultado em guerra e derramamento de sangue, ela recebeu o nome de Revolução Gloriosa.
ü  O Parlamento, contudo, estabeleceu diretrizes novas para Guilherme e Maria antes de coroá-los. Ambos os reis tiveram que se comprometer a cumprir a chamada Declaração de Direitos de 1689 (Bill Of Rights). 
ü  A Declaração de Direitos limitava a ação dos reis, de modo a impedir qualquer retorno do absolutismo.
ü  Os reis passaram a ter o poder restrito, e o poder de decisão política concentrou-se no Parlamento, formando-se, assim, uma Monarquia Parlamentarista.
ü  Além disso, havia o comprometimento com as liberdades individuais, principalmente com a liberdade de crenças religiosas. Para saber mais sobre essa etapa da Revolução Inglesa, leia o nosso.

AULA MATERIAL/ PDF
Vídeo- Aula: You Tube1: A Revolução Inglesa

Vídeo- Aula: You Tube 2:  Revolução Inglesa (Prof. Gilberto Moura)

Vídeo- Aula: You Tube 3:  Revolução Inglesa
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TAREFAS:
a) Cópia:
b) Questões: 
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E aqui é,...
“O cobiçar de aprendizagem
É meio da essência
Que adorna seu mundo
Para entender o agora.

O detalhe de conhecimento
É ambiente da firmeza
Que orna o mundo
Para habitar melhor vida”

(Prof. Gilberto Moura)